segunda-feira, 25 de junho de 2012

Quanta coisa aconteceu? Lesão corporal com violação de soberania; audiência pública iguaçuense e Rio+20

Amigos do Blog de Foz e meus amigos: aconteceram tantas coisas nos últimos dias que fica difícil manter atualização. No quesito coisas da fronteira, conto que no dia 12 de junho, dois policiais federais foram detidos no lado paraguaio sob a acusação de terem atirado contra alguém que estava fazendo algo errado em cima da Ponte Internacional da Amizade. Os dois policiais ficaram detidos na base da Marinha Paraguaia que está de olho na Ponte e de costas para o rio. Deu um vuco-vuco na fronteira com gente dos dois lados tomando respectivos lado. Você pode conferir o que aconteceu pelos jornais, sites e blogs. O certo é que no dia seguinte, os policiais foram liberados. De lá para cá não se ouviu nada mais. Não falta gente falando de  "soberania" e de "violação de soberania" inclusive de que os policiais serão indiciados por lesão corporal e violação da soberania. Como? Violação de soberania é um ato bem maior do que esse

Mudando de assunto e me dirigindo para Foz do Iguaçu, internamente, me surpreendi com um chamado de Audiência Pública na câmara de Vereadores de Foz do Iguaçu para discutir um projeto de lei do prefeito Paulo Mac Donald Ghisi que propõe diminuir a largura das ruas nos futuros loteamentos da cidade. Segundo p prefeito, a medida diminuiria os gastos e economizaria verba de manutenção de ruas se as ruas fosse mais estreitas. Uma proposta bem limitada feita por quem não percebeu que a frota de caros e motos duplicou, triplicou, quintuplicou e que um dia teremos que um espacinho para pedestres e bicicletas em toda a cidade além de rampas de acesso para cadeira de rodas,  carrinhos de bebê e outros. Ninguém na cidade de fronteira (Foz do Iguaçu) teve a ideia de propor uma lei para obrigar futuros loteamentos a deixar uma área verde, parques e válvulas de escape para a população de um planeta que está com lotação esgotada como recomenda a Organização Mundial da Saúde. 

P.S.: No dia em que os dois policiais federais foram liberados do problema na Ponte Internacional do Arranca-Rabo, começou no Rio de Janeiro, a Rio+20, essa convocada pela ONU (Não a Rio+15 que fora convocada pelo Prefeito de Foz do Iguaçu no primeiro dia de sua primeira gestão).  NO mesmo dia, o ministro do Turismo gastão Vieira esteve em Foz para abertura do Festival de Turismo das Cataratas (o ministro participou da abertura da Rio+20, voo para Porto Alegre, foi para Gramado, inaugurou lá alguma coisa e ainda deu tempo estar em Foz à noite. Já falo sobre a Rio+20, evento que me manteve bem apático. Por quê? Por que um ecologista ficaria apático com a Rio+20?      

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