segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Os hotéis nas Cataratas ao longo do tempo: Uma viAgem no tempo


Unidade de selva do Hotel de Leandro Arrechea - Argentina
Hotel Cataratas do Iguazú - Outra vista

Outro ângulo 
Hotel das Cataratas da família Schimmelpfeng, - Foz
O antigo Hotel Cataratas del Iguazú ***


Hotel Cataratas do Iguazú - Outra vista




Cliquei esses animais no Parque Nacional Iguazú

Adivinhe quem é macho e quem é fêmea? No mundo dos pássaros são os mais coloridos são machos. Ele precisa lançar mão de todo truque possível para atrair a atenção da fêmea inclusive ficar o máximo mais
"Cheguei" 
Os jacarés de papo amarelo são os representantes do mundo jacaré nas Cataratas do Iguaçu. Ouvi dizer que as frequentes enchentes estão trazendo complicações para a reprodução deles devido às inundações dos locais onde eles e elas constroem os ninhos. Algo a prestar atenção!


Os macacos "caí" estão se reproduzindo bem na área de visitação do Parque Nacional Iguazú, Argentina. Parecem estar por toda parte e são o foco das lentes do turista. O "caí"  nome com influência guarani é conhecido como "Capuchin Monkey"  em inglês e "capuchino" em espanhol continental. O motivo é que a cabeleira dele pode parecer com um corte de cabelo de um capuchinho. No Brasil ele é chamado de "Macaco Prego" e  motivo é o pênis dele que tem uma espécie de prepúcio ao revés  ou inverso que lhe dá uma aparência de "prego" ou mini para-sol. Como se vê nas descrições dos animais cada um vê o que mais lhe salta à vista. 
Ao ver a foto deste grilo militar me lembro de uma trista brasileira que vinha caminhando e quando o viu soltou um grito: bicho! O noivo ou marido a segurou para tranquilizá-la. Que é isso amor, é só um grilo. Daí, eu fotografei o grilo para não me esquecer nem dele e nem da turista. Eu não achei ruim. Eu simplesmente achei interessante que possamos nos desconectar tanto da natureza ao ponto de não saber que existem tantas espécies de grilos com cores diferentes e vivas por todo o lado.

Feliz 2015 e obrigado ano do centenário de Foz

Clique para ampliar e ...




... Conferir detalhes 

Para Foz do Iguaçu uma das coisas mais importantes a acontecer foi o centenário. Foz do Iguaçu completou 100 anos de emancipação de Guarapuava. O Paraná começou do litoral para o interior. Primeiro veio Paranaguá, há 160 anos celebrados à mingua e no esquecimento neste dia 19 de dezembro. Depois, o Paraná subiu a Serra e veio Curitiba. Daí, como se engatinhasse, veio a ocupação de Ponta Grossa para ser seguida por Castro onde  a Província, depois Estado, ganhou forças para o penúltimo passo, a conquista dos Campos de Guarapuava. 
O último passo heróico foi levar o novo Estado para beber água na beira do rio Paraná. Isso foi feito graças a estrada estratégica que permitiu a chegada da Colônia Militar. A Colônia estava sujeita a Guarapuava. Quando, a Colônia encerrou suas atividades, a até então colônia passou ao Estado do Paraná como parte do município de Guarapuava. 

Em 1914, ano do início  2ª Guerra Mundial, Foz do Iguaçu nasceu. Este nascimento, nós celebramos, neste ano que se vai ou se foi. Em 1924 Foz do Iguaçu tinha 1.916.315.50 quilômetros quadrados. Quase dois milhões de km² (Hoje são um pouco mais de 600 km²). Até a geografia mudou. Foz do Iguaçu tinha então uma altitude de 300 metros sobre o nível do mar ((Hoje são cerca de 170 metros sobre o nível do mar)  e possuía dentro de seus limites os rios Paraná, Iguaçu e Piquiri. Foz do Iguaçu também tinha serras - as serras de São Francisco e Benjamim Constant.  

O município de Foz do Iguaçu - ou Fóz do Iguassú naquele ano tinha 4.800 habitantes divididos em dois distritos: Foz do Iguaçu e Guaíra. A sede em si, Foz do Iguaçu tinha 2.000 habitantes. O município contava com três povoados: Guaíra, Santa Helena e Sol de Maio. A indústria de Foz era a "herva-matte" e a madeira de lei. Havia duas escolas no município: O Grupo Escolar Bartholomeu Mitre na sede dirigido pelo Monsenhor Guilherme  Maria e o Grupo Escolar Doutor Affonso Camargo na sede do distrito de Guaíra. Em Foz, no Bartholeu Mitre, eram professores o padre Jorge Worth, padre José Wingen, Arethusa Res e Silva, Ottilia Schimmelpfeng, Maria Antonietta Lavor, Lucia Rosa  e Francisca Correia. Outras autoridades e dados podem ser conferidos nas imagens que mostra das páginas de um almanaque da época.  Hoje, o meio de vida de Foz não é mais a erva mate e muito menos a madeira de lei.

O turismo, a logística de cargas, exportação e importação, serviços, comércio respondem pela economia da cidade. Infelizmente o descaminho,o contrabando e a ilegalidade também respondem por boa parte da economia tanto oculta quanto não tanto oculta. O combate ao acontrabando e ilegalidade é também parte importante da economia e os salários dos funcionários públicos estaduais, federais passam a ser parte importante da receita local. 
Com o fim deste ano de 2014, Foz do Iguaçu começa a caminhada para o segundo centenário. Além de desejar um feliz 2015 para a cidade e seus moradores, seus verdadeiros patrimônios, o Blog de Foz deseja respostas. A principal delas é a resposta  para: para onde estamos andando? Para frente? Para trás ou para todos os lados? Delas dependem soluções importantes para a cidade que até agora tem vivido de incertezas e falta de planejamento e acima de tudo falta de autonomia para definir o seu destino. Que em 2015 a gente comece a fazer diferente.              

domingo, 28 de dezembro de 2014

Surubim do Rio Iguaçu é parte do show das Cataratas

Surubim do rio Iguaçu ... 

Steindachneridion melanodermatum 

Jacaré de papo amarelo: outra atração

Se você estiver andando sobre a passarela das Cataratas do Iguaçu e de repente vê um grupo de pessoas parado olhando na direção do rio, faça a mesma coisa.  Pode ser que tenham detectado algum jacaré de papa-amarelo, tartaruga ou outro animal. A atração que manteve o grupo que aparece na foto por vários minutos foi um peixe preto que aparece na foto, de longe, como uma mancha. Ouvi gente dizer que se trata de um bagre africano. Um erro! se fosse um bagre africano a situação dos Parques Nacionais Iguazú / Iguaçu seria uma vergonhosa catástrofe. Lembrei-me de uma postagem que fiz  no blog Rio Iguaçu em 2012 
sobre o peixe. Ele é um surubim do Rio Iguaçu ou no nome científico 
Steindachneridion melanodermatum. 

Steindachneridion é o gênero do peixe. O nome é uma homenagem a Franz Steindachner, zoólogo e ictiologista austríaco que viveu entre 1818 e 1919. Franz foi quem descreveu a espécie A segunda palavra significa que ele, o peixe, é de "pele negra"  e evita que a gente possa perguntar: qual é a cor dele.   Foi um prazer ver e conferir o surubim do rio Iguaçu in situ. No local havia ainda vários outros peixes. 

O surubim estava em pleno expediente de caça. Os peixes menores assim que viam o predador se aproximar "voavam" para todos os lados. A descoberta deste peixe no rio Iguaçu, próximo das cataratas é um evento e tanto. Assim, recomendo, caso o veja, que preste atenção ao fato. É histórico! Depois a ele um sobrevivente: morar no Iguaçu superior, próximo do limite possível de existência deve ser difícil. Ele e seus copnaheiros enfrentaram em junho a maior cheia histórica do rio Iguaçu.      

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Está reaberta a passarela da "Garganta do Diabo" nas Cataratas do Iguazu, lado argentino

Reabertura às 8h pegou turistas de surpresa: grata surpresa
Está reaberta a Passarela das Cataratas do Iguaçu que leva à Garganta do Diabo no lado argentino. A reabertura aconteceu na segunda-feira, dia 22. Foi um presente de natal para turistas, trabalhadores e empresários do turismo. O diretor do Parque Nacional Iguazú (argentino) disse que o anúncio do fechamento da passarela causou um declínio no número de turistas. Como acontece nesses casos, a notícia nos jornais e TVs deu a entender que as Cataratas estavam fechadas. O fechamento da passarela se deu o dia 8 de junho quando o rio Iguaçu teve uma de suas maiores enchentes. Depois de iniciadas, as obras duraram 88 dias e consumiu 16 milhões de pesos argentinos. Estiveram presentes na reabertura da passarela, além do chefe do parque, Sergio Biskauskas, o chefe de todos os parques nacionais argentinos, o guarda-parque de careira, Carlos Corvalan e o ministro de turismo de Misiones, Sérgio Dobrusin.  Confira algumas algumas fotos abaixo. Fotos podem ser usadas desde que dando o crédito ao Blog de Foz ou Notas do Turismo.
Cheia de junho de 2014 destruiu totalmente
a rede de passarelas à Garganta do Diabo*

Até os andorinhões ou 'vencejos' se fizeram presentes

Do outro lado, já se vê o elevador do Parque Nacional Iguaçu, Brasil  
Visão do Mirante Principal na Garganta do Diabo, do outro lado, o Porto Canos, PN Iguaçu, Foz do Iguaçu, Brasil  


Uma das menores linhas ferroviária do mundo leva visitantes da Estação Central à Estação Garganta

Abordo do Trem da Selva - el Tren de la Selva
"Parece que nasceu uma nova paisagem",
disse o guia brasileiro Clesio Piazza 
Visitantes ganharam áreas para descanso...
 ...  interpretação e orientação da fauna  e flora local

Placa explica que as Cataratas são uma barreira natural
para peixes do Iguaçu inferior e superior quer dizer abaixo e acima das Cataratas  

* Este blog usa este termo para o principal salto das Cataratas por ser de uso popular e oficial. O Grande Salto mereceria um nome melhor ...

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Bertine não passou despercebida na reabertura da Passarela das Cataratas, lado argentino


Bertine Bielderman chega no mirante principal ...

Há seis meses, a passarela que leva à Garganta do Diabo, nas Cataratas do Iguaçu estava fechada. A reabertura aconteceu ontem após seis meses de interrupção do passeio, 80 dias de trabalho e P$ 16 milhões de investimentos. No dia da abertura, pelo menos 3 mil pessoas passaram pela nova passarela. 

As fotos nesta postagem registram a passagem da turista holandesa Bertine Bielderman. Na primeira foto vemos Bertine chegando ao mirante principal, aquele que permite o contato com o maior salto das Cataratas. Bertine já chegou com a intenção de fazer uma foto natalina nos trópicos ou suptrópicos para mandar aos seus parentes. Ela trazia uma mensagem escrita à mão. Esta história começa quando Bertine vê um turista mineiro que já se preparava para deixar o local usando um gorro de papai Noel. 

Bertine volta e aborda o mineiro perguntando se pode fazer uma foto com o gorro dele. Em um piscar de olhos, o mineiro já está sem gorro e o passa a Bertine. O turista mineiro e seu colega voltam à Garganta para fazerem a foto de Bertine mandando sua mensagem para casa. Na foto em que Bertine aparece mostrando a mensagem, aparece também algumas autoridades como o chefe do Parque nacional Iguazú, Juan Sergio Biskauskas e o chefe de todos os parques nacionais argentinos, o guarda-parque de careira, Carlos Corvalan. De camisa xadrez, atrás dela está o ministro de turismo de Misiones, Sérgio Dobrusin  que gostou de ver a criatividade, bom humor e personalidade da holandesa. 

Após a foto, Bertina se prepara para curtir a vista das Cataratas mas não foi tão fácil. O radialista e repórter Mario Antonovich atacou com dois microfones em mão, um para a Radio Iguazú e outro para um Canal de TV da Província. Aí está o exemplo de quem não aceita ser mais um rosto na multidão. O que eu não sei é se Bertine sabia que ela participou de um dia histórico para o Parque Nacional  Iguazú. E ela fez notícias.
Natural de Minas Gerais o rapaz do gorro de Papai Noel passa por ela

Primeira abordagem, dá para fazer uma foto?

Preparativos para a foto mais famosa do dia


Ficou bem? 

Hora da foto-mensagem


Bertine dá uma volta na multidão buscando um lugar para ver as Cataratas

Faro jornalístico de Mario Antonovich descobre a melhor entrevistada civil do dia   





sexta-feira, 28 de novembro de 2014

As Sete Quedas ainda existem e não é só na memória e no etéreo

As pedras à vista - uma lembrança "panema"
Clique nas fotos para ampliar

Para se orientar e entender a localização, veja as torres de eletricidade nesta foto.Clique para ampliar 
Já ouvi dizer (e li) que pessoas recentemente amputadas continuam a sentir o membro perdido por muito tempo. Quando penso nas Sete Quedas de Guaíra ou Saltos del Guairá a imagem da amputação de um membro me vem à cabeça. Este sentimento seria só psicológico e emocional? 

De outro campo, desta vez da Projeciologia – uma área de estudo com muita presença em Foz do Iguaçu me vem uma outra ideia ou conceito importante. Primeiro, aviso que projeciologia é o estudo da “projeção” ou saída do corpo físico. 

Em um exercício de projeciologia é possível manter um braço, por exemplo, firmemente descansado em um suporte qualquer e ainda assim sentir que o braço está em movimento, levantando, ou tentando executar alguma atividade. Esse braço que não é o físico recebe o nome de parabraço; quer dizer um braço “além do braço”. Assim, existe parabraço, paraperna, paramembros em geral. 

A população de Guaíra, segundo a imagem que me vem à cabeça, sente que os saltos ainda estão lá e não me admiraria se alguém ainda se levante, à noite, e tente ir até os saltos no estilo do amputado que continua sentindo sua perna. 

Agora, há também a paraGuaíra, ou “parasetequedas” que são os Saltos que sobrevivem no além, na extramatéria, no outro lado. Isso partindo da certeza de que além deste mundo maravilhoso e belo exista outros paralelos – assim como o corpo tem pelo menos sete corpos paralelos. No Ayvú Rapyta ou Hino Sagrado Mbyá Guarani do Guairá, há menções e contos sobre a criação de animais e que cada animal criado na terra é apenas a imagem do animal verdadeiro que existe no Paraíso. É algo parecido com o mundo da essência de Platão. Assim a Paraguaíra, a parasetequedas continuam encantando no mundo da essência do qual elas eram a imagem neste planeta. 

Tão importntes eram os Saltos ou Quedas de Guaíra que o Brasil criou o Parque Nacional de Guaíra para protegê-las. Este parque não existe mais nem neste mudo nem no outro porque foi um parque de proteção de mentira. Por isso acabou e além de acabar no mundo físico, acabou até na memória do povo brasileiro. Porém Guaíra, as quedas, os saltos vivem belamente e suas águas continuam caindo no Paraíso. Belas paracascatas de paraáguas caindo para o deleite de seres bonitos em seus corpos não-físicos, vistos por paraolhos e paracorações. (Esta outra postagem de 2008 sobre fronteiras também usa o conceito de parageografia)

As Sete Quedas contudo não se entregam facilmente. Além de continuarem no mundo da imagem e no Paraíso, e embora encobertas, ainda podem ser vistas no local onde estavam na forma de corredeiras. É o que mostram as fotos e o que eu vi na semana passada. Para habilitar a navegação de balsas pelo rio agora chamado de e reduzido a hidrovia, os projetos pedem a explosão "dessas rochas". Seria uma espécie de "queima de arquivo"  da civilização pois a visão dessas pedras tem um sabor de "karma" ou de "panema" em tupi ou de pané em guarani. Os moradores de Guaíra já se levantaram para impedir a cirurgia   corretiva e parecem estar prontos para fazer um grande fuzuê para proteger as pedras-karma, as Ypanema ou Ypané que dão forma às corredeiras. 

As antigas torres continuam no mesmo local

Corredeiras e pedras tendo ao fundo a cidade paraguaia de Saltos del Guairá


Concessionária investe em obras antes de cobrar pedágio no MS

Um dos 17 SAUs no trecho da 163 no MS

Uma grata surpresa para quem viaja para o Mato Grosso do Sul é a condição da BR-163 agora concessionada. A empresa concessionária é a CCR MS Via que anunciou investimentos  para a duplicação de todo o trecho sul-matogrossense da rodovia. A CRC MS Via foi criada especificamente para gerir as BR-163 no Mato Grosso do Sul e é parte do Grupo CCR que entre outras possui a concessão do Aeroporto de Curaçao nas Antilhas Holandesas. Para quem sai do Paraná e entra no Mato Grosso, um dos destaques é uma placa que a via é pedagiada. A surpresa é que hoje não há posto de pedágio entre Mundo Novo e Campo Grande. 


Ao lado do posto da rede Taurus 

Ao contrário do Paraná, a empresa está investindo antes de cobrar. A duplicação começou. A presença da CCR MS Via está em toda parte por meios dos carros de socorro mecânico, camionetes de fiscalização e ambulâncias. Ao longo do trecho, há uma boa quantidade de SAUs – postos de Serviço de Atendimento aos Usuários. Os SAUS estão localizados ao lado de postos de combustíveis e neste momento pioneiro funcionam em conteiners. As fotos desta postagem foram colocadas na intenção de registrar o momento. Confira daqui a cinco anos. A concessão vale por 30 anos.

Lá vem a duplicação

 


     

Blog de Foz visita Igrejinha da comunidade quilombola de Campo Grande

Tia Eva 
Vi um ótimo mapa no box da Secretaria de Turismo no Aeroporto Internacional de Campo Grande Mato Grosso do Sul. Gostei dele e entrei na fila dos viajantes que buscavam informações.  O senhor que estava no turno atendeu bem e perguntou se eu viajava para Bonito ou Pantanal. Eu disse que já vinha de Bonito e de um pedacinho do Pantanal. Ele perguntou se eu tinha feito o City Tour de Campo Grande. Ele ficou surpreso quando informei que minha meta em Campo Grande, desta vez, eram três: fazer o city tour e  tirar uma  foto da Igreja de São Benedito e descobrir o que é a Orla de Campo Grande. O City Tour não consegui fazer, mas vi o ônibus retornando à Morada dos Baís com um grupo animado. O que consegui foi dar uma breve passada na comunidade e fotografar a Igrejinha construída pela ex-escrava, recém liberta Eva Maria de Jesus. Eu estava contente. Descobri também o que é a Orla de Campo Grande. 

O atendente se transformou e senti que ele estava realmente feliz. Então você foi à comunidade? A Comunidade! Escutei isso de manhã quando parei para almoçar e perguntei a Maria da Conceição, sobre a comunidade. Os olhos dela brilharam! Você que ir à comunidade?  Pela reação das pessoas, a Comunidade é muito conhecida e querida.  E não é para menos. No mês de maio, acontece a Festa de São Benedito  - iniciada por iniciativa de Eva Maria de Jesus ou Tia Eva – uma verdadeira personalidade histórica da capital sul-matogrossense. Apurei que a Igrejinha de São Benedito foi tombada como parte do Patrimônio Histórico de Mato Grosso do Sul em 5 de maio de 1998. 

Igrejinha de São Benedito - vista frontal
Mais recentemente, em abril de 2008, a Fundação Cultural Palmares certificou a comunidade dos Descendente de Tia Eva da comunidade de São Benedito como uma “Comunidade Remanescente de Quilombos”. Uma boa época para visitar a comunidade Tia Eva é maio. A data é parte do calendário oficial do Estado do Mato Grosso do Sul. A comunidade não está na lista oficial do city tour local. Quando estive na comunidade, chovia muito. O lugar é simples e pelo que vi nele habitam pessoas de todas as raças - não é restrito aos descendentes inclusive devido ao casamento interracial.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Homenagem a 100 destaques do turismo nos 100 anos de Foz

Quando Foz do Iguaçu completa 100 anos, a Gestão Integrada do Turismo que inclui a Prefeitura Municipal, Secretária de Turismo, COMTUR, Iguassu Visitors and Convention Bureau, Fundo Iguaçu, Itaipu Binacional junto com o portal de notícias CLICKFOZ  fizeram um trabalho para escolher 100 nomes de pessoas atuais e do passado que colaboraram para fazer o turismo de Foz do Iguaçu ser o que é. Estou feliz de ter sido informado que meu nome está na lista dos homenageados. Fiquei realmente contente de ver meu nome reconhecido e constando em uma lista que inclui pessoas que investiram milhões em hotelaria, turismo, estrutura entre outras iniciativas. Destaco, pessoas como Anna Croukamp do Parque das Aves, Ermínio Gatti (Carimã, Viação Itaipu, Viação Gato Branco), Alberto Abujamra (Mabu), Alceu Vezozzo (Bourbon), Antenor Carneiro de Melo (Varig), Waldo Vieira e outros sobrenomes que todos da cidade conhecem e reconhecem. Fiquei satisfeito de ver na lista o nome de Edmundo Francisco Xavier de Barros, que eu sugeri, pois eu realmente respeito e admiro o nosso Edmundo de Barros capitão e temporariamente administrador da Colônia Militar do Iguassu. Adorei ver turismólogos, professores, profissionais do turismo entre outros. Abaixo a lista oficial. Agradeço a Foz do Iguaçu a honra. 


Acácio Pedroso
Ademilde Morales
Ademir Fernandes dos Santos
Adolfo Daniel Lopez
Airton José de Jesus
Alberto Abujamra
Alceu Antimo Vezozzo
Almir Adolfo Gruhn
Altino Voltolini
Amauri Rainho
Ana Cristina Nóbrega
Ana Lúcia de Sousa
Anna Croukamp
Antenor Carneiro de Mello
Antônio Hernandes Gonzales Junior
Antonio Savaris
Arnaldo Bortoli
Artigas Walter Venialgo
Aurelinda Lopes
Camilo Rorato
Carlos Alberto Tavares
Carlos Antonio da Silva
Casemiro Domareski
Casemiro Rafagnin
Celso Biazus
Comendador Faustino Ferreira Mendes
Crodoaldo Galli
Edmundo Francisco Xavier de Barros *
Egeu T. de Brito
Elfrida Engel Rios
Enio Eidt
Ermínio Gatti
Etelvino Salvatti
Eurides José da Silva
Faisal Saleh
Felipe Santiago Gonzalez
Fernando Martin
Fernando Ricott Valente
Fernando Rodrigues Valente
Francisco Amarilla
Francisco Ferreira Mota
Franz Kohlenberger
Frederico Engel Rios
Guilherme Tell Laurino
Harry Shink
Homero Girelli
Iraci Pessinin Sossella
Jackson Lima
Jacobo Schneider
Jaime Antonio da Costa Mendes
Jorge Pegoraro
Jorge Samek
Jorge Schimmelpfeng
José Acylino de Castro
Julio César Gomes de Oliveira
Júlio César Rodrigues
Ladislau Boiarski
Laurindo Ortega
Lourenço Kürten
Luiz Antonio Rolim de Moura
Luiz Clovis Barcelos Bandeira
Marcelo Aymoré Valente
Marcos Antônio Beato
Marcos Ricardo Benitez
Maria Erni Geich
Mario Roberto de Oliveira Leite
Mauro Bandeira
Mauro de Brito
Mauro José Ferreira Cury
Mauro Sebastiany
Miguel Angel Allou
Miriam Coimbra
Nelson Lizandro Mariane
Neuso Morello Rafagnin
Névio Morello Rafagnin
Newton Paulo de Abreu Angeli
Octávio Rotilli
Osvaldo Ferraz Damião
Otávio Vaz
Paulo Shurtner
Pedro Basso
Pedro Grad Roth
Philomena Rafagnin
Plínio Scapini
Rosa Maria Corbari Macalli
Salvador Ramos
Santo Salvatti
Sérgio Lobato da Mota Machado
Sidnei dos Reis
Simone Villanueva
Soraya Renée Faouakhiri
Tereza Parodi
Valdir Christ
Valter Baldan
Vilmar Andreola
Vilson Antonio de Oliveira
Vilson dos Santos
Vitalino Capeleto
Waldo Vieira
Xenofonte Villanueva