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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Recife de Coral no Amazonas: acaba de ser descoberto e já está ameaçado

 
Em abril de 2016 um grupo de cientistas brasileiros e associados estrangeiros divulgaram a descoberta de um enorme banco de corais na desembocadura do rio Amazonas. Há cerca de um mês, o Greenpeace divulgou que o mais novo navio do grupo, o ESPERANZA estava se dirigindo para o Brasil com uma missão. Dias depois a missão foi revelada: o ESPERANZA se dirigia para o local da descoberta do enorme Banco de Corais. Neste dia 1º de fevereiro, pipocaram nos meios de comunicação do todo o Brasil e do Mundo as primeiras imagens do ESPERANZA feitas no maravilhoso banco de corais. A foto acima é parte delas.  A descoberta e confirmação deste espaço natural é uma notícia importante para todos e não somente para os cientistas envolvidos ou para a ciência de modo mais amplo. É importante também  para o Espírito, para a poesia, para a criatividade, para a confirmação de que a terra ainda esconde muita coisa. O estudo científico que levou à descoberta e a missão que vem divulgar as fotos e imagens além de gerarem conhecimento acabam de nos apresentar um grande problema.

domingo, 15 de junho de 2014

Fórum em Cascavel discutiu o fracking no Oeste

A Gazeta do Iguaçu de 12 de junho de 2014
Há poucos dias o blog postou uma nota sobre a iminente exploração do gás de xisto no Oeste do Paraná. Uma das preocupações era a dificuldade da discussão sobre o assunto levar voo e sair da região Oeste do estado e chegar às ruas de maneira que os brasileiros possam dizer se querem ou não e, claro, pagar o preço. Na reportagem publicada na edição da Gazeta do Iguaçu de 12 de junho, o repórter Enio Jorge Job registra um fórum em Cascavel que discutiu o assunto. Um especialista falou sobre o assunto e disse que na operação de "fraturamento hidráulico" chega-se a utilizar 30 ou 40 milhões de litros de água misturadas a um coquetel de produtos químicos e areia para liberar o gás preso nas rochas. A quantidade de água equivale a uma Cataratas do Iguaçu em dias de enchentes. Esta semana as Cataratas chegaram a uma vazão de 46 milhões de litros ou 46 mil metros cúbico por segundo. É esta a grandeza com a qual estamos trabalhando.  De onde virá essa água? É possível tratá-la depois considerando que há mais de 600 produtos químicos que podem ser utilizados, todos poluentes e alguns cancerígenos? A discussão aconteceu na Câmara de Cascavel.  Pesquise para saber mais sobre o perigoso assunto! Última coisa, veja os nomes das empresas que são candidatas à concessão.