Com a exceção de um ano na gestão do prefeito Sâmis da Silva
foi organizado um réveillon popular em Foz do Iguaçu. Antes e depois desse
réveillon, ninguém mais pensou em um evento público, aberto à população. Quis a
tradição que cada hotel organizasse o seu réveillon, usando o seu espaço, oferecendo
sua programação. Tornou-se um negócio e ainda em expansão.
Ninguém pensou no povo. Se dependesse dos hoteleiros, dos
prefeitos e dos “avoados” que ocupam cargo, o povo passaria o réveillon em casa.
Mas o povo não é assim e deu o troco. Criou um réveillon iguaçuense gastando o
mínimo possível. Cada família pega uma ou duas garrafas de champagne ou cidra e
se dirigem a diversos pontos para verem a queima de fogos dos hotéis.
