Comemorando os 100 anos da Paróquia São João Batista, Foz do Iguaçu, com uma viagem panorâmica sobre a história da Congregação do Verbo Divino nas fronteiras do Brasil, Argentina e Paraguai
Quando escutamos ou lemos narrativas sobre a história de Foz do Iguaçu é normal encontrar afirmações sobre o abandono da região pelo governo, o que é certo, e da invasão de exploradores estrangeiros com suas línguas (castelhano ou guarani) e suas moedas, no caso do guarani e do peso argentino. No caso dos exploradores, uma peneirada geral e regional por uma ótica de "região onde três países se encontram" no mesmo grau de abandono, passamos por alto, as inúmeras, práticas de integração.
Ou seja todos estavam juntos. Essa tendência de "amargurar" a imagem do outro lado nos leva a cometer grandes injustiças. Neste artigo, o propósito é destacar uma injustiça nessa categoria no âmbito religioso. Tenho em mente aqui o caso e a história dos missionários da Congregação do Verbo Divino. Quem procura a história da Igreja Católica em Foz em nossos arquivos vai encontrar afirmações como a que segue abaixo, em destaque:
"No início quem dava atendimento religioso era um padre de Posadas, Argentina, que vinha muito esporadicamente a Foz do Iguaçu, motivo que fez com que os moradores reclamassem a presença de padres brasileiros que dessem assistência permanente às almas"
