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quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Revolução na TRIFRON: Os viadutos da fronteira Argentina-Brasil-Paraguai

Os moradores da Área 1 não querem

Os viadutos parecem não ser o maior orgulho do povo de Foz do Iguaçu. Até pouco trempo contávamos nos dedos de uma mão os viadutos locais: Viaduto da Avenida Tancredo Neves, depois Viaduto da Avenida Paraná, Viaduto de Três Lagoas, Viaduto da Avenida Costa e Silva. Esqueci algum? Depois das obras da Segunda Ponte,  Perimetral Norte e Mltiplicação da BR-469 antiga Rodovia das Cataratas, a gente se perdeu. Quantos mesmo? Todos os viadutos estão ligados às BRs e assim sendo causam dor de cabeça para as comunidades em várias áreas: comunicação, transporte local, trauma nos investimentos naqueles casos em que o viaduto se impõe à passagem; Exemplo os viadutos na vizinhança de grandes hotéis.  Mas logo virão um viaduto unndo a Beira Foz com o Jardim Jupira e algo no acesso ao CTG Charrúa.

No lado paraguaio, a família dos viadutos está crescendo. Há o viaduto do KM4 que se eleva por cima da Supercarretera Hernanadárias-Franco. Há o do KM 7 e liga importates bairros como o Ciudad Nueva (Cidade Nova) à esquerda e a acesso à Universidad Nacional del Este. Um cruzamento prinicipal liga a Avenida Júlio César Riquelme  e a Avenida Perú. Elogio especial para a passagem de pedestres e bicicletas, peqenas motos no nível do viaduto. Nota 10 ao projeto. Fico devendo fotos do Viaduto no KM 10. Abaixo vão imagens com legendas de viadutos na fronteira (Foz, CDE). Podem aparecer fotos de outros temas com ligação à infraestrutura humano-urbana. O que é humano-urbana? Ver nota lá em baixo!

Viaduto na altura do Remanso Grande ligando as duas vias marginais na BR-469. Na minhão "opinião" daqueles lugares em qe os investidores foram prejudicados. Incentivo à claustrofobia  

Na minha opinião e opinião não científica, este trecho foi uma ordem de despejo da Natureza com deportação do horizonte   

A placa diz que está havendo uma "refuncionalización" vial e urbana
. DEtalhe na próxima foto

Refuncionalización - aí esta uma palavra a aprender: refuncionalização. É mais que reforma. É atualizar a função da obra. A obra é financiada pela Itaipu Binacional / Ministério de Obras Públicas y Comunicación . Note que há uma Fundación Acacia responsável pelo toque da humanização na estrutura urbano-humana.    



Movimento pesado às 07h30

Fila no viaduto e não engarrafamento

De baixo do viaduto: obras
Há pelo menos três anos atravesso por baixo do viaduto todas as semanas. Era precária a travessia. Muita gente se arriscando. Mas tudo está mudando. Estão sendo colocadas muretas para aumentar a segurança de pedestres e passageitros de mototáxis
Detalhe 
Mais proteção chegando

KM 4 CDE

Foz: Viaduto para acessar nova estrutura de fronteira. Não habilitado ainda. Funcionamento tumultuado no dia 6 de setembro (2026)

Avenida Marginal da Ruta 2 no KM 7

A passagem sobre a Ruta 2 conectando a Avenida Perú com a área da Avenida Júlio César Riquelme 

Banheiros em CDE
Na Ruta 2 - trecho entre o trevo da Monalisa em direção ao Shopping Oasis há vários banheiros públicos femininos e masculinos com placas que dizem "Baño habilitado". Pode acreditar: estão em funcionamento e são gratuitos. Há uma pessoa na entrada  que atende bem, e avisa que o uso é gratuito. É bancado pela Prefeitura - Governo Municipal.   


A Cidade Nova de CDE (Foz oguereko peteĩ Cidade Nova avei)

Os moradores têm orgulho do bairro: Yo❤️Ciudad Nueva


Um chipa com café espumoso (Não sei o nome) na lanchonete de um posto ainda na Avenida Perú

Na praça principal do bairro Ciudad Nueva encontrei um empreendedor por trás desta placa que oferece conserto de calçados em geral. Conversei com ele e vi suas ferramentas. Me admirei em rever um "pé de ferro".   



domingo, 2 de janeiro de 2022

Coloque no seu mapa: a BR-277 mais que uma via para escoamento da produção

Br-277 margeando o Parque Nacional do Iguaçu trecho Céu Azul. À direita, uma cicloestrada que permitirá o cicloturismo e ciclo viagens

 

(MATERIAL LONGO)

A BR-277 é uma cartilha aberta para acompanhar, na prática, como o Paraná foi criado e como o estado avançou do litoral até a beira do rio Paraná em  Foz do Iguaçu. Percorrer a BR-277 pode nos ensinar sobre a genealogia das cidades do estado (que cidade veio antes de quem?), a geologia, a rota das migrações europeias, belezas naturais, história política, clima e cultura. 

A viagem genealógica começa com Paranaguá fundado em 1648. Paranaguá é assim mãe de todas as cidades do Paraná. Utilizando trilhas dos primeiros habitantes da terrinha, especialmente os guarani, começou a subir a serra para a colonização de Curitiba já utilizando trilhas melhoradas como o Caminho do Itupava, trilha empedradada construída a mãos pelos escravizados africanos. 

Pressa na BR-277. A pressa tem causado centenas de acidentes e mortes, na lista, muitos amigos. Por isso, viajar com consciência e conhecendo: o destino é a viagem

Curitiba nasce em 1693. Em seguida vem Castro em 
1778; Ponta Grossa em 1855 e Guarapuava em 1819. Levou 241 anos para que Estado fizesse a viagem de Paranaguá via Morretes até Foz do Iguaçu com a fundação da Colônia Militar em 1889 e  266 até a criação do município de Foz do Iguaçu em 1914 após emancipação de Guarapuava. Hoje, os 736 quilômetros de  Paranaguá a Foz do Iguaçu podem ser feitos em nove horas e trinta e oito minutos. Mas por que a pressa?

terça-feira, 11 de março de 2008

Esse é o Portal de Entrada de Foz do Iguaçu




Uma vez existiu uma órgão brasileiro chamado Departamento Nacional de Estradas e Rodagens - DNER. Um dia, em alguma época, a BR 277 foi concluída. A BR 277 liga Paranaguá via Curitiba até Foz do Iguaçu. Há um lugar na BR onde o motorista vê a primeira entrada para Foz do Iguaçu. Há uma placa que avisa, entrada para Foz do Iguaçu pela Avenida Costa e Silva. Logo à frente, o DNER, em uma área redonda, muito parecida com um parque de entrada, um trevo muito bem planejado, plantou umas palmeiras chamadas cientificamente de Syagrus romanzoffiana e popularmente conhecidas como pindó ou jerivá.

O DNER construiu uma base de pedra utilizando pedras balsáticas que se pode dizer típicas da região e ligadas ao último capítulo geológico de extravasão magmática da história do Planeta. Vem da época em que a região estava começando a deixar a Pangéia, os continentes se criavam e faltavam uns 60 milhões de anos para a futura extinção dos dinossauros.

Em cima dessas pedras alta e geologicamente históricas, o DNER, que hoje já se extinguiu, (passou a chamar-se DNIT) colocou umas letras com algo parecido a DNER - Bem Vindos a Foz do Iguaçu. Logo, a região passou a ser vítima do esquecimento de um país, de uma cidade e até de um povo. O sinal mais visível, a partir dos anos 90, foi a gradual queda das letras. Ninguém consertava. De letra em letra caiu o Bem-Vindo. Restou o Foz do Iguaçu. mas mesmo asism, o Foz do Iguaçu continuou a perder letras. Um dia passei por lá e só havia "oz do Iguaçu". Caiu o "F". Depois caiu o "I". Sumiu o "do".

Outro dia passei por lá e restava somente "GUAÇU". Mas ninguém viu que o nome da cidade estava sumindo. Um dia vi que só sobrara o "ÇU". Daí caiu o cedilha. O cedilha é uma coisa que incomodava a muita gente. Sem o cedilha sobrou o "CU". Pensei que a partir do "CU" se começaria a reconstrução da palavra de maneira retroativa. Mas não aconteceu. Caiu o "C". Ontem, fui ver o que havia acontecido com o "U". O pobre está lá, No chão como a foto lá de cima mostra. Restaram ferros retorcidos. Ao lado do que restou do "U", uma tigela com restos de um despacho de terreiro. Pelo menos alguém reconhece que este lugar é encruzilhada importante.