Tem material proibido por questões de saúde. A Receita na fronteira está divulgando marcas de óleo (azeite) de oliva com conteúdo "adulterado".
Tem dia que a gente levanta e tem vontade de voltar para a cama para levantar de novo. Hoje foi um. Fui à Caixa Econômica para conseguir aquele extrato que a Receita Federal pede para declarações anuais. Fui informado que a operação não poderia ser realizada porque meu cartão poupança estava vencido e além, disso o saldo era de 48 centavos.
Mas era isso o que eu precisava para mostrar a Receita que não tive renda, não movimentei essa conta e não tenho dinheiro escondido. Eu cria que o extrato era obrigatório. E agora? Está registrado! Daí me dirigi ao ponto de ônibus para pegar um ônibus que me levasse à Rodoviária de Foz do Iguaçu. Eu preciso muito chegar à Rodoviária para atualizar esta postagem do Blog de Foz. Tudo mudou e felizmente muito para para melhor. Mesmo assim preciso atualizar. Um hora depois desisti de esperar o ônibus da Avenida República Argentina até o TTU. O ônibus que deve chegar ao TTU às 14 passou 14h15 e em dupla. São quatro ônibus para o trajeto, uma hora cada um e eu estaria de volta lá pelas 19H? ou 20H?
Este prédio se encontra na Avenida General Meira (Foz do Iguaçu) logo após a entrada para o Marco das Três Fronteiras. Ainda é Patrimônio da União. Aqui funcionava o complexo de Aduana e Migração para quem saia ou entrava do Brasil com destino à Barranca do Rio Iguaçu onde estava o Porto Meira e de onde saiam lanchas e balsas para Puerto Iguazú, Argentina. Aqui estavam os guichês da Polícia Federal e da Receita Federal e aqui se formavam filas de bom tamanho para atender quem transitava pelos dois países junto com suas bagagens. Eu fui guia de turismo nessa época. O prédio já era segunda geração na escala da melhoria de infraestrutura. Antes desse prédio, Migração (PF) e Alfândega (RF) aconteciam lá na barranca do rio.
Hoje, a estrutura não é utilizada para nada - pelo menos oficialmente. Os vidros das amplas portas estão quebrados e pode abrigar temporariamente pessoas que você não gostaria de encontrar. Aqui tem tanta história e estórias que em nenhum país sério - quero dizer - país que leve a sério sua história deixaria uma estrutura dessa sem uso. Hoje passa pelo local quem se dirige para o Porto do Rio Iguaçu.
A única presença oficial lá próximo à barranca do rio é a sede iguaçuense do Núcleo Especial de Polícia Marítima (NEPOM) da Polícia Federal. Toda a estrutura às margens do rio passou a ser parte do Porto do Rio Iguaçu – concessionado, entregue à iniciativa privada como mostram as fotos.
Não é a primeira vez que expresso minha insatisfação. Esses espaços têm que ser reconquistados por Foz do Iguaçu. Não peço que cancelem a licitação; não peço o fechamento do porto. Antevejo, isso sim, a possibilidade daquilo que os ecologistas burocráticos chamam de "uso múltiplo" do rio. Que se ache um abertura para que os iguaçuenses vejam o rio. E quanto aos prédios acima, vejo de antemão, pelo menos, uma exposição de fotos e utensílios da época ligada ao nosso histórico Porto Meira, à história da migração. Algo que fosse visitado por escolas locais, por moradores e pelos turistas que nos visitam. Conto uma história amanhã! Todas as fotos by 'bairronauta' 2010. Clique para visualizar detalhes
Este prédio se encontra na Avenida General Meira (Foz do Iguaçu) logo após a entrada para o Marco das Três Fronteiras. Ainda é Patrimônio da União. Aqui funcionava o complexo de Aduana e Migração para quem saia ou entrava do Brasil com destino à Barranca do Rio Iguaçu onde estava o Porto Meira e de onde saiam lanchas e balsas para Puerto Iguazú, Argentina.
Hoje, a estrutura não é utilizada para nada - pelo menos oficialmente.
A única presença oficial lá próximo à barranca do rio é a sede iguaçuense do Núcleo Especial de Polícia Marítima (NEPOM) da Polícia Federal.
Não é a primeira vez que expresso minha insatisfação.