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quinta-feira, 10 de maio de 2018

Depois da revitalização, praças de Foz precisam de ressurreição

Aquele arco no meio da Praça "detetizou"* a população
Quando uma revitalização mata  o que o povo construiu, é urgente encontrar alguém que promova uma ressurreição, assim como aquela em  que Cristo ressuscitou Lázaro. Isso é especialmente importante em uma cidade próspera e abundante como Foz do Iguaçu que tem sido, parece, eternamente, dominada pela mesquinhez. No final ela vira uma cidade mesquinha.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Final da Fermop será amanhã na Praça da Bíblia


Praça da Bíblia ocupada!
Está quase tudo pronto para a Final do Festival Regional dos Municípios do Oeste do Paraná (Fermop) amanhã, dia 11 de outubro. Calouros classificados nas quatro etapas preliminares se apresentam  a partir das 20h30, na Praça da Bíblia. É a final do que é considerado o maior evento artístico do interior do estado, o Fermop. O evento, que chega à oitava edição consecutiva, é uma iniciativa da Amop  - Associação dos Municípios do Oeste do Paraná, em parceria com a Itaipu Binacional e Aceo - Associação Cultural do Extremo Oeste do Paraná. 

Os finalistas

 
Na categoria Gospel: Darlan e Rodrigo (Santa Helena),
Noel de Moraes (Terra Roxa),
Zani e Ademir (Cafelândia),
Jenny Werus (Santa Tereza do Oeste e Ministério Seic  de Foz do Iguaçu).
 

Na categoria Popular: Greice Kelly (Santa Helena),
Leandro Podadeiro (Assis Chateaubriand),
Jorge Muller (Cafelândia),
Fábio Macedo (Vera Cruz do Oeste e Allan (Foz do Iguaçu).
 

Na categoria Sertaneja:  Velmar e Ezequias (Santa Helena),
Cleiton e Tiago (Iracema do Oeste), Juliano Lindner (Maripá, Nelson e Edson (Capitão Leônidas Marques) e Wellington e Vilmar (Foz do Iguaçu). 


Eles serão avaliados por uma banca de jurados composta por Andréia Karen de Oliveira, Francisco Menin, Ermínia Machiavelli, Holdi Romer e Victor Rivas. Os vencedores dividirão R$ 10 mil em dinheiro e troféus. De acordo com o prefeito de Tupãssi e presidente da Amop, José Carlos Cal Mariussi, o Fermop mostrou, ao longo de sua realização, alto nível de interpretações e despertou novamente a disposição dos moradores da região em prestigiar os grandes eventos artísticos. “O nível surpreende e a vontade e a garra dos calouros em dar o melhor de si é impressionante”, destaca. A entrada é franca e depois haverá baile animado pela banda Hora Nacional. A expectativa é que milhares de pessoas participem da festa, já que são esperadas caravanas de pelo menos nove municípios da região e da cidade sede.


sábado, 29 de outubro de 2011

Ato Público: Belo Monte Não! Foz presente

Foi mais do que um Ato Público, foi uma audiência, sessão de exibição de filmes e palestra de esclarecimento sobre a construção da Usina Belo Monte, no Xingu. O Ato Público contra a Belo Monte em Foz do Iguaçu aconteceu no Teatro Barracão na Praça da Bíblia e foi um chamado do Centro de Direitos Humanos de Foz do Iguaçu, do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) com a participação de artistas, artesãos, alguns jornalistas, estudantes universitários entre eles da Unila - Universidade da Integração Latino Americana de várias nacionalidades. Veio uma comitiva Avá Guarani da comunidade Vya'arenda de Santa Helena (PR). O cacique Pedro Alves (à esquerda) deixou claro que apoia os povos do Xingu em sua luta contra a Usina Hidrelétrica de Belo Monte e lembrou que entre Foz e Guaíra o territorio sempre foi guarani. "Tinhamos 40 aldeias no lado brasileiro entre Foz e Guaíra e 30 no lado paraguaio", contou. Segundo o testemunho dele, a chegada de Itaipu - coisa que ninguém questiona mais - acabou a terra, as matas, os recursos, os peixes. E isso é o que deve esperar os povos do Xingu como avisa o cartaz acima. Os avá guarani de Santa Helena cobram o reconhecimento do Governo. O grupo composto por homens mulheres, adolescentes e crianças fizeram apresentação do coral guarani na Praça da Bíblia. Mas antes da apresentação cultural, falou Maria Cristina, também avá guarani de Ciudad del Este. Ela contou que pertence a um grupo que vive nas ruas e acampa próximo à Rodoviária de Ciudad del Este. Ela disse que o grupo vive sem motivos para viver, deprimido e com muitos do grupo entregues ao álcool. O depoimento dela foi fortemente aplaudido. A chuva não permitiu que a população que frequenta a "efervescente" Praça comparecesse. Hoje foi um dia de baixa presença na praça. Pelo menos oito indios Maká de Ciudad del Este vieram ao encontro. Eles assisitiram ao vídeo produzido pelo MAB sobre o Xingu com paisagens belas, depoimentos e informação sobre a corrente contrária à construção de Belo Monte e disserem que ficaram impressionados com o fato deles ainda terem selva, rios e outras coisas da época do início do mundo. Me chamou a atenção, pessoalmente, quando o Maká que se chama Patrocínio (à direita) falou sobre as dificuldades de viver nesse mundo de visão estreita e controlador que é o mundo civilizado. Patrocínio reclamou que desde que tudo foi tomado deles, terras, rios, selvas, sobrou o artesanato e na fronteira eles sofrem. Eu quase caí da cadeira quando ele disse que por muito tempo eles se sentavam na Avenida Brasil e expunham seus produtos artesanais. "Mas daí vem os fiscais (da Prefeitura) e mandam que eles saiam das calçadas. "É proibido", dizem. Eu achei o cúmulo. Com a experiência que eu tenho em questões de turismo e responsabilidade social, creio que se o fato de índios não terem espaço numa cidade como Foz do Iguaçu pegaria muito mal, mas mal mesmo, caso esse fato fosse divulgado!








segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Tortura Nunca Mais na Praça da Bíblia

A Praça da Bíblia entre o Jardim São Paulo e o Conjunto Libra está se transformando em uma verdadeira Praça do Povo ou seja uma Praça que é do Povo. Durante toda a semana houve atividade aqui no Teatro Barracão e ontem, domingo, foi dia de fechamento com apresentação de coral, banda, grupos musicas, filmes e como mostram as fotos que tirei uma apresentação de hip hop com bom público, boa galera. Mas, como hip hop é arma de protesto contra um estilo de vida água-com-açucar, a semana de atividades tinha como tema a tortura e a ditadura. Praça do povo é isso! A apresentação / ato público no domingo, teve hip hop, teatro, música, varal de protesto, sarau de poesia, panfletagem, e coleta de assinaturas para abaixo-assinado pela abertura dos arquivos da ditadura militar. Quem assinou as atividades foi o Grupo Tortura Nunca Mais – Foz do Iguaçu formado pelo Centro de Direitos Humanos e Memória Popular de Foz do Iguaçu, APP-Sindicato Núcleo Foz, FRONTera Hip Hop, Intersindical, Movimento Fronteira Zero, Casa da América Latina, e Subseção de Foz do Iguaçu do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná. Gostou? (Fotos 'bairronauta')

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Praça da Bíblia em dia de Comício: todo mundo em Foz

Bastidores interessantes. Muita gente trabalhando. Pelo menos de eleição em eleição muita gente trabalha. Hoje de manhã lavaram o asfalto da Avenida República Argentina. Vareram a rua e recolheram uma grande quantidade de folhas. O antigo e pouco usado coreto da Praça da comunidade virou sala de apoio e depósito de material. Os banheiros químicos já chegaram e foram colocados estrategicamente próximo palco e ao lado do Teatro Barracão. Uma pequena vila azul clara pronta para atender as necessidades dos eleitores e outros que virão à praça para escutar música, ver gente e sair da rotina. Propostas propostas - não se vai haver alguma. O batalhão de seguranças - homens e mulheres de preto - nesta época de violência e terrorismo já estão destacdos na entrada que dá acesso ao palco. Grades protetoras formam um verdadeiro curral para separar os que vieram propor dos que vieram escutar. As portas que dão acesso ao recinto são detetores de metal. Na parte de trás do palco, de costas para a Avenida Pôr do Sol - uma velha e surrada camionete da Cavalaria da PM do Paraná dá seguranças às autoridades - quer dizer - candidatos. O acesso à rua foi reduzido em pelo menos 70%. Acesso de carro zero!