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quinta-feira, 27 de abril de 2017

Onça-parda do Parque Nacional Iguazú foi capturada mas a cidadania não está feliz

Quem dera fosse assim...
A onça-parda que por diversas vezes insistiu em aparecer em área do Parque nacional Iguazú (Argentina) finalmente foi capturada. O crédito vai para a equipe de técnicos, biológos e guarda-parques do serviço de Parques Nacionais com o apoio do  Instituto de Biologia Subtropical e do Ministério de Ecologia da Província de Misiones.  A onça causou o fechamento do Parque Nacional para turistas em várias ocasiões. A operação considerada exitosa pelas autoridades ambientais ocorreu no sábado, 23, à noite.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

E as araras vermelhas voltarão a voar nos céus do Iguaçu?

Parece que estou sonhando
com a paz que o céu retrata,
ao ver araras em bando
pintando de azul a mata!...
Aquelas imagens usadas em catálogos de turismo que mostram araras vermelhas e tucanos voando sobre as Cataratas do Iguaçu; bugios e onças espichadas em galhos de árvores que se espreguiçam  na frente das Cataratas são parcialmente verdadeiras.  Tucanos e araçaris ainda podem ser vistos voando na área de influência das Cataratas, junto com guaxos e gralhas e os admiráveis, incomparáveis e imbatíveis taperuçus de cascata. Já os bugios, as onças junto com as antas e outros animas maiores bateram retirada – mesmo que ainda existam, é perigoso demais para eles, afinal, não se pode confiar em humanos.

Quanto as araras vermelhas que ainda voam sobre as Cataratas dentro dos folhetos e panfletos turísticos,  é pura mentira e quase falsa ideologia ou pelo menos propaganda enganosa.  Faz muita tempo que arara vermelha não voa sobre Foz do Iguaçu, sobre todo o Oeste do Paraná. Porém há uma possibilidade de ver as araras vermelhas voltarem a  peitar os  ventos dessas paragens e voltar a voar sobre o Parque Nacional do Iguaçu. Pode levar tempo, mas é possível. 

O sonho existe na forma de projeto, primeiro no coração de Anna Croukamp do Parque das Aves e sua equipe liderada por Yara Barros, a bióloga da casa. Reintroduzir a arara azul no seu habitat natural no que resta da Mata Atlântica no Oeste do Paraná, leia-se Parque Nacional do Iguaçu / Iguazú e no futuro, já que araras voam, em outras áreas adjuntas que podem ser Argentina e Paraguai é tanto um sonho como um desafio.  

Um desafio porque há uma parte burocrática a ser vencida, há todo  um universo  de questões técnicas e cientificas a ser vencido e há, o mais difícil, todo um trabalho de “divulgação do trabalho”, de conscientização  das comunidades de toda a região do entorno do Parque Nacional do Iguaçu, do entorno do Lago de Itaipu para que as novas ocupantes dos céus não sejam alvo de chumbinhos, cartuchos ou balas. Para que não sejam perseguidas quando elas, em voo, decidam ruidosamente fazer escalas em sítios, chácaras e propriedades das populações vizinhas. Para que não voltem a ser caçadas. Ver as araras vermelhas de volta nos céus do Paraná é muito mais difícil do que fazê-las povoar as páginas coloridas de catálogos, revistas e folhetos de divulgação turística.  

Falta pouco. São necessárias algumas autorizações, ajustes porque quando se trata de reintroduzir uma espécie de volta em seu habitat, há muito que levar em consideração inclusive a questão genética e saúde entre outras. O Parque das Aves é um desses lugares onde a iniciativa privada tem trabalhado bem. Os turistas não podem e não devem, ou pelo menos não deveriam reclamar do preço do ingresso. Aqui é um daqueles poucos lugares onde o turismo está ajudando, custeando, bancando pesquisas, oferecendo espaço para acolhimento de aves permitindo também a educação ambiental e o lazer - que é o que o visitante, turista ou morador está consciente que paga. Tudo sem custar um centavo público. 

domingo, 15 de junho de 2014

Nota do Comtur pede que se permita vinda de missão da Unesco

O Conselho Municipal do Turismo de Foz do Iguaçu rompeu o silêncio e se posicionou sobre o problema da possibilidade do Parque Nacional do Iguaçu perder o título do Patrimônio Mundial, em última instância e de entrar para a Lista do Patrimônio Mundial em perigo.  Na nota (clique na imagem para aumentar o tamanho) o COMTUR se solidariza com o deputado Assis do Couto autor da Lei que cria a Estrada Parque do Colono no sentido, de ambos, sugerirem transparência do assunto, discussão aberta e que permita-se a vinda de uma missão científica da IUCN / Unesco para avaliar os reais riscos da Usina Baixo Iguaçu e da Estrada do Colono. A nota foi publicada no dia 12 de junho na A Gazeta do Iguaçu.   

sábado, 25 de maio de 2013

Indo de ônibus para as Cataratas do lado Argentino

Horários de ônibus das Cataratas para o Centro de Puerto Iguazú
Segue aqui uma pequena atualização de horários de ônibus e outras informações para quem quer visitar as Cataratas Argentinas utilizando ônibus local

Passagem do ônibus Foz do Iguaçu - Cataratas Argentinas direto
Horário dos ônibus incluindo noites de Lua Cheia 
Horário das Cataratas para o centro de Puerto Iguazú. Do centro para as Cataratas as saídas são a aproximadamente cada 15 minutos. Três ou quatro dias por mês, há passeios de lua cheia no lado argentino das Cataratas. No lado brasileiro realiza-se um Luau, ums vez por mês.   
Aqui está o "busão" para as Cataratas Argentinas
Este é ônibus que sai da Rodoviária de Puerto Iguazú para as Cataratas. Custa R$ 15 cada trecho da viagem. Ida e volta dará R$ 30.00. O mesmo que cobra o ônibus da mesma empresa direto de Foz do Iguaçu. O preço está barato porque a empresa está querendo implantar e forçar o serviço. 
Atenção! No parque Nacional só recebem pesos 
O aviso é claro. O Parque nacional Iguazú não aceita reais, dólares, guarani ou outra moeda qualquer a não ser o peso argentino. Lembre-se disso. Na última vez que fui, peguei o ônibus direto Foz - Cataratas Argentinas e cheguei lá sem pesos. A salvação foi um Caixa Eletrônico instalado já dentro da área reservada, das roletas para dentro. Foi necessário a intervenção do pessoal da concessionária.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Um problema fronteiriço muito sério: os índios

“Nosotros, los pocos que quedamos, nosotros todos, los abandonados, queremos que se nos conozca como los que hacen florecer la tierra”.
Mensaje de la Nación Jeguakáva tenonde porãngue’i (Mbya) a la sociedad. Fonte Blog Guapoy

Foto cortesia Nicolás Pousthomis, da Cooperativa de Fotógrafos Sub

Se você é um turista brasileiro que toda vez que escuta falar de Paraguai canta a música "India teus Cabelos...", aviso o seguinte: não chame nunca uma paraguaia de india. Ela não gosta! No Brasil, às vezes gostamos de dizer que temos sangue de índio e ilustramos: "minha vó era índia, foi pega no laço". O Paraguai gosta de chamar-se de "Terra Guarani". Mas isso não quer dizer de índio guarani. Cada um dos três lados da fronteira tem uma ideia romântica mas irreal do índio. Os três têm problemas. Vejamos.

Exemplo um: Foz do Iguaçu, Brasil. Situação: terra liberada. Não há índio guarani que se diga dono. Aqui não é terra guarani. Eles vieram do Paraguai. Aqui sempre foi terra de ... de quem? É uma abordagem brutal, a nossa. A tera liberadada de indios permitiu nosso progresso. ¡Gracias!

Exemplo dois: Alto Paraná, Paraguai. Foi o útlimo lado a promover a última caçada (literalmente) de índio - "guayaki" - (nome real aché). Por causalidade a música India no Paraguai - "India bella mezcla de diosa y pantera... tem una fantasia romântica com os guayakis - cujo nome real. Os últimos casos de eliminaçáo física de índios para liberar as terras para a especulação imobiliária datam dos anos 70. Daí veio fartura de terras que nós brasileiros compramos e criamos o "brasiguaio". Há guaranis de várias "parcialidades" (tribos) perambulando pelas ruas e lixões do Alto Paraná. Problema sério!

Exemplo três: Província de Misiones, Argentina. É a área que mais tem remanescente de guaranis e especialmente mbyá guarani. São 90 povos. Cerca de 5 mil pessoas. O governo de Misiones tem um funcionariso especial para assutos guarani. Puerto Iguazú - estamos chegando - tem duas populações (aldeias). Yryapu e Mbororé. Segundo entrevista e denúncia feita pelo jornalista Claudio Salvador a uma radio de La Plata e à revista Indy Midia, a densidade demográfica dos Mbyá em Yryapu é 5 vezes maior que a do resto da província. A densidade de Mbororé é 18 vezes maior.

Problema atual
A Argentina está no olho do furacão. O mundo está de olho para ver como a relação entre Mbyas e o Condomínio Hoteleiro deluxo cnstruido em metade das terras indígenas (300 hectares) vai ser resolvido. Os índios conseguiram em 2005 a documentação de posse de 63o hectares. Logo o Governo da Província propôs usar quase a metade para atrair investimentos e capitais. O problema é que algumas famílias Mbyá armaram suas choças bem na estrada de acesso aos hotéis, poluindo, como denunciou um guia de turismo à Radio Cataratas a "imagem turística" da região. Salvador, e cada vez mais gente, acredita que os índios levaram a pior parte pois eles não recebem benefício nenhum do turismo. Tipo: royalties, compensação entre outras. É corda bamba. Hoje se fala muito de responsabilidade social, sustentabilidade, economia solidária e outras novas idéias. Funciona entre os índios o Projeto MATE (Modelo Argentino de Trabajo y Empleo). O verdadeiro modelo argentio é o que o mundo espera ver. Leia a reportagem, escute o audio disponível no final da página. Este é um mundo complexo e estamos quase no Dia do Turismo!

domingo, 17 de agosto de 2008

Como dizer Cataratas do Iguaçu em 33 idiomas?

Não faz muito tempo houve um movimento em Foz do Iguaçu para mudar o nome da cidade. Foz do Iguaçu passaria a chamar-se Foz do Iguassu. As justificativas foram muitas. A primeira é que facilitaria a pronúncia para o estrangeiro. Que estrangeiro? A segunda desculpa era que estaríamos resgatando a história da cidade que no início e na época se escrevia com dois "ss".

Para contribuir com essa discussão e dar uma idéia da maravilhosa diversidade lingüística compartilho, abaixo, exemplos de como se escreve ou se grafa "Cataratas do Iguaçu" em vários idiomas que utilizam alfabetos, abujads, silabários, ideogramas e outros signos diferentes. É mais para matar o tempo - ou para o tempo me matar e para usar e abusar da acessibilidade trazida pela internet. Estou feliz de viver nesta época. Quero agradecer a muitas pessoas que disponibilizaram material na internet. Agradeço também a pessoas que visitam Foz do Iguaçu e me ajudaram na pronúncia da palavra. No caso do árabe agradeço aos doutores Ali M. Al-Binali da Arábia Saudita e Abdel Elrahman do Qatar. Agradeço também ao doutor Zvi Wiezman pela pronúncia do hebraico. Acrescento que linguas como o inglês, alemão, sueco, norueguês, holandês, italiano etc todas as formas de grafia do Iguaçu são usadas dependendo do interesse e ligação do autor. Uns escrevem no estilo argentino (Iguazú) outros no estilo atualmente inglês (iguassu) e outros usam a maneira portuguesa (Iguaçu). Muitos jornais de lingua inglesa grafam Iguaçu Falls (BBC, por exemplo) quando se refere ao lado brasileiro das Cataratas.

Confira a lista

1.Cataratas do Iguaçu (português)
2.Cataratas del Iguazú (español)
3.Cataratas do Iguazú (Galego)
4.伊瓜苏瀑布 (chinês - Iguasu Pú Bú)
5.Cascades de l'Iguaçú (Catalão)
6.이과수 폭포 (coreano - Iguasu Po-Po)
7.イグアスの滝 (japonês - Iguasu no taki)
8.Iguassu Falls (inglês)
9.Chororo Yguazu (guarani)*
اگوازو آبشار.10(persa)**
11.Chutes d'Iguaçu (Francês)
12.(Árabe - Shallalat Iguasu)** شلالات ايغواسو
13.Водопады Игуасу (Russo - Vadopadi Iguasu)
14.Thác Iguazu (Vietnamês)
اگوازو آبشار.15(Urdu - Paquistão)**
16.Водоспад Іґуасу (Vadaspad Iguasu - ucraniano)
17.น้ำตกอีกวาซู (tailandês)
18.இகுவாசு அருவி (Tâmil)
19.Iguassufallen (Sueco)
20.Iguassun putoukset (finlandês)
21.Slapovi Iguazú (Esloveno)
22.Wodospad Iguaçu (polonês)
23.Iguaçu-fossene (Norueguês)
24.Igvasu krioklys (Lituano)
מפלי איגואסו.25 (Hebraico - Mapalim Iguasu)**
26.Cascate dell'Iguazú (Italiano)
27.Air terjun Iguazu (Bahasa indonésio)
28.Iguaçuwatervallen (Holandês)
29.Iguassu-Wasserfälle (Alemão)
30.Iguazu ur-jauziak (Vasco - Euskara)
31.Akvofalo Igŭacuo (Esperanto)
32.Rhaeadrau Iguazú (Cymraeg - Galês)
33.Iguazú-vízesés (Húngaro)

Notas

* Chororó (Chololó) em guarani é conhecida dos brasileiros. Lembra da música de ninar que diz: "eu fui ao 'itororó' bebê água e não achei...? Bem "tororó" ou itororó é uma derivação do guarani. Não me atrevo a dizer se é uma corruptela ou não. Quem sou eu? De qualquer maneira, Itororó e Chororó significam Cachoeira". Mas aviso que Cataratas do Iguaçu é um assunto muito complicado. Essa tendência de separar o rio, as águas, os saltos é européia. Não é guarani. Assim, Iguaçu, Yguazu ou seja lá como for não é tão simplemente trauzido como Agua Grande. Um lago, um rio, muita água na frente tudo é Iguaçu. É possível que o guarani não pense em "Chororó Yguaçu" ou que o faça somente quando estiver traduzindo de nossa maneira de ver para a dele. Além disso, outras palavras para Chororó são Ytu-Saingó, Ytu etc.

Mais uma notinha: o português é muito rico em palavras para Cataratas, cachoeiras, saltos, quedas, Caichão e muitas outras entre elas CATADUPAS, que se encontra no hino de Foz do Iguaçu: Catadupas, surgi da Neblina! Tem mais!!!!

** O árabe, o urdu, pushto, persa (farsi) e o hebraico se escrevem na direção contrária, i.e. da direita para a esquerda.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Jardim dos Beijaflores



Foto de Clarence /Album

Em espanhol se diz "Jardin de los picaflores" e fica em Puerto Iguazú, Argentina. É possível que o "Jardim dos Beija-flores" seja a menor atração turística de Puerto Iguazú. É possível também que seja a mais comentada, falada e recomendada internacionalmente por gente que entende da coisa. O "Jardín de los picaflores" é o jardim interno de uma casa de família. A mulher é brasileira de Santa Catarina. O marido é argentino. A casa é arborizada. Há vários bebedouros para beija-flor. Uns bancos onde se pode sentar.

O resto do show é com eles. Quem mais recomenda o "Jardim" são especialistas que visitam Puerto Iguazú para observar pássaros. Estive lendo o diário de um viajante que foi ao Jardim três vezes durante a permanência de cinco dias. Eu também fui ao Jardim. Não consigo esquecer o barulho agradável dessas pequenas aves que só existe nas Américas. "Jardin de los Picaflores" é também o nome de um livro disponível no local. Se puder, compre uma camiseta para ajudar a manter o local. Recomendo!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Lembrando Roger Tory e a Observação de pássaros na Tri-Fron

Roger Tory Peterson
1908 - 1996
In Memoriam
A observação de pássaros é um fenômeno do século 20. Antes disso só havia caçadores de pássaros e cientistas estudiosos de pássaros. Existia também os conhecedores gastronômicos - que são aqueles mais antigos que sabiam tudo sobre pássaros fritos, assados, torrados e cozidos. Já denunciava Eurico Santos, grande escritor naturalista brasileiro, "... a gula orientou a observação a respeito dos seres emplumados..." Do tipo você já comeu pica-pau? Quanto aos cientistas, muitas foram as expedições que partiam com cientistas armados com espingardas. Todo pássaro que descobriram, levou chumbo e chegou morto para ser empalhado depois, claro, de ser dissecado e "entendido".

Mas esta nota aqui é para falar da boa e agora já velha "observação de pássaro". O observador de pássaro não é cientista. Não é biólogo. É um cidadão de qualquer profissão que deseja ver, observar e identificar pássaros. Para isso ele carrega binóculos e se for sério mesmo, uma caderneta para anotar a espécie vista, a hora e o local exato. Ele carrega uma coisa mais preciosa ainda: um guia de campo. O primeiro Guia de Campo foi feito pelo amante da natureza e pintor Roger Tory Peterson em 1934. Assim Peterson foi o pai da observação de pássaros moderna. Hoje há livros Guias de Campo para pássaros de todos os países, continentes, regiões, ecossistemas e biomas.

O primeiro Guia de Campo que vi era de Roger Tory Peterson, dedicado aos pássaros do Centro-Oeste dos Estados Unidos. Eu o comprei em um sebo em Maceió dos anos 70. Era um livro pequeno, de bolso. Graças a esse livro, meus olhos abriram-se para os pássaros e pude saber que caga-cebo, se chama "bananaquit".

Estou escrevendo isso aqui ligado à minha famosa "Lista do que Fazer na Tri-Fron". Na lista dou um link para uma agência de turismo especializada em observação de pássaro em Puerto Iguazú. A orientação geral da empresa é para o público de fala inglesa. Por quê? É uma pena que este hobby não tenha pegado por aqui. É razoavelmente desenvolvido na Argentina. Aqui não. Uma grande população interessada em pássaros, ajuda muito na questão ambiental. A destruição das matas, banhados, campos extingue pássaros. A região está pobre em observação de pássaro ou seja, temos uma observação primitiva para os estrangeiros e nenhuma para o público local. Isso pode mudar. Estou sabendo de um movimento para a criação de um Clube de Observação de Aves (COA)em Foz do Iguaçu.Logo descobrirei mais e acrescentarei as dicas. No Brasil começa a haver um movimento de observação de pássaros e está entrando em vigor o verbo "passarinhar". Eu mesmo criei um verbo desses, se chama "ornitomirar".

As agências de turismo já podem organizar saídas de observação de pássaros em Foz do Iguaçu. Mas ainda para turistas e de preferência americanos. Isso é triste. Não me conformo que o Brasil não tenha sabido, primeiro, entrar para valer na indústria da observação; segundo, incentivar o hobby para os cidadãos em geral. Final: o Só os EUA tem mais de 50 milhões de observadores.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

Ônibus para Puerto Iguazú



Parte VII



Os ônibus para Puerto Iguazu, Argentina têm ponto final na região da Ponte Internacional da Amizade. Ele pode ser pego em qualquer ponto de ônibus da Avenida JK e ao lado do TTU, na Rua Mem de Sá, no pontinho ao lado da Lanchonete Corujão (foto). Depois de passar pelo TTU, o ônibus vai para a JK, Jorge Schimmelpfeng, Avenida das Cataratas e Complexos Aduaneiros. Atenção para entrar em Puerto Iguazú é necessário passaporte para todos os países. Exceção países do Mercosul. Mesmo assim só documentos oficiais são aceitos. No caso do Brasil, carteira de identidade ou passaporte. Não adianta mostrar carteira da OAB, Exército Brasileiro, Carteira de Jornalista ou qualquer outra. Outras nacionalidades: é bom checar.



Os ônibus para a Argentina são parte do chamado Transporte Internacional Urbano. Duas empresas argentinas fazem a linha Puerto Iguazú – Foz do Iguaçu. São elas a Crucero del Norte e a Tres Fronteras. O lado brasileiro tem a Viação Itaipu (de Fz do Iguaçu) e a Celeste (da Pluma). A Crucero del Norte cobra R$ 2.00 ou $ 2.00 (pesos), As outras cobram R$ 3.00 (3.00 pesos).



ÔNIBUS PARA O PARAGUAI

Três cidades paraguaias são servidas pelo Transporte Internacional Urbano. São elas Ciudad del Este, Hernandárias e Ciudad Presidente Franco. Os ônibus podem ser pegos em qualquer lugar ao longo da Avenida Costa e Silva, República Argentina, Almirante Barroso, Jorge Schimmelpfeng ou da Rodoviária Internacional de Foz do Iguaçu. Há linhas para a Rodoviária e linhas para a Vila Iolanda.