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sábado, 13 de julho de 2019

O que é, o que é que tem 7 Arcos e 3 Degraus? Resposta, abaixo

Tudo o que você ainda não sabe sobre as Cataratas do Iguaçu
Já disponível na Amazon
Lançamento em Foz nos próximos dias

Resposta: as Cataratas do Iguaçu! 

E esse é o título do livro pré-lançado em entrevista coletiva do Iguassu Visit no Festival (de Turismo) das Cataratas, no dia 13 de junho, em uma das salas de eventos do Recanto Park em Foz do Iguaçu. Hoje,  um mês após, posso olhar para trás e ver que o evento, organizado pela equipe do Visit Iguassu foi inesquecível. E eu tive o privilégio de ser escalado para falar sobre o livro, como parte da entrevista coletiva da entidade de divulgação do turismo de Foz do Iguaçu. 

sexta-feira, 5 de maio de 2017

O Satélite Brasileiro SGCD I já está no espaço

O Satélite Geoestacionário de Comunicação e Defesa (SGCD) já está no espaço. Ele foi o passageiro número um do Voo Ariane (VA) 236 com destino ao espaço. O segundo passageiro foi o satélite Korea Sat-7.  Não vou entrar em detalhes sobre o voo porque, como acompanhei tudo de Foz do Iguaçu pela transmissão oficial, há fontes melhores como a Agência Brasil e o site Telesíntese, só para dar dois exemplos. O que me interessa é a parte emocional, humana do   lançamento, aquela pressão no estômago que denuncia uma vontade de virar  gastrite além da alegria de ver o lançamento e compartilhar do sentimento de quem estava lá envolvido ou envolvida como parte interessada e participante do projeto.           

domingo, 21 de agosto de 2016

Aqui está o meu certificado de Revezador da Tocha: Obrigado Mundo

Clique para ampliar
Enquanto a cerimônia de encerramento da Olimpíada Rio 2016 ainda está em andamento aproveito para compartilhar o meu Certificado de Condutor da Tocha - sem dúvida enviado a todos os 12 mil revezadores da Tocha no Brasil. Foi uma surpresa muito grande. No último dia dos Jogos receber um certificado que tanto uma lembrança como um documento de participei nesse momento único no Brasil. Que tive alguma importância na concretização dos Jogos que significaram a primeira participação da América Latina no clube fechado de países que podiam sediar os Jogos do Olímpio. 
Os Jogos foram realizados. O Brasil teve que vencer uma verdadeira guerra dos países ditos mais "civilizados" com  destaque para os Estados Unidos, o Reino Unido e outros. Foi uma verdadeira campanha de difamação para que o Brasil não se destacasse e não procurasse encontrar seu lugar no mundo segundo suas aspirações e sua busca por uma inserção maior no mundo segundo sua visão e não simplesmente aparecer no "rebanho" daqueles que querem ditar quem pode ou não pode ter acesso a uma vida melhor. 
De minha parte - como um cidadão normal e um virtual "zé-ninguém"  agradeço ao Comitê Olímpico Internacional pela coragem ousada de levar os Jogos para fora do território conhecido, certeiro e demarcado, acreditando no Brasil e na aspiração de sua liderança, na época o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a população brasileira que apoiou a candidatura. 
Agradeço aos atletas, homens e mulheres de todos os países que aceitaram o convite do Brasil, para vir e passar uns dias no Brasil, competindo em nome da Paz e do Espírito Olímpico sob a proteção e a garantia de segurança que o Brasil pôde e pode dar a todos os que vierem a usufruir do nosso país.  Obrigado. Tendo o Brasil realizado, com sucesso, o maior evento esportivo do Mundo, não deixe de acreditar que poderemos tranquilamente receber qualquer evento existente no Planeta. Podemos também sair da situação atual o que inclui sairmos de um governo provisório, vergonhosamente empossado sem o mandato dos votos da população. Podemos sim, podemos tudo. Obrigado ao mundo! 

sábado, 11 de agosto de 2012

Turismo, eco-turismo ou eco-terrorismo? Inspirado em Anita Pleumarom da Tailândia

Tradução e notas de Jackson Lima, blogueiro, bacharel em comunicação e jornalista interessado no fenômeno humano conhecido como "o turismo". Abordo este tema pois Foz do Iguaçu passa por um dilema que necessita ser discutido tanto local como nacionalmente. No meu ver, a fachada ecoturística implantada na área de visitação do Parque Nacional do Iguaçu, se aproximará ao eco-terrorismo, e à eco-injustiça nos próximos dias.O que quero dizer é que para mim o ICMBio está fazendo turismo convencional escondido por trás de uma máscara ambiental.   

O turismo no Brasil bombou a partir de 2003 quando o presidente Lula criou o Ministério do Turismo. O Turismo cresceu, passou a ser coisas mais séria, com verba própria, com verba para investimentos em infraestrutura e com autonomia nunca vista antes em turismo no país. Eram as abordagens técnicas como as de escolher os destinos indutores e preparar o Brasil para o turismo. Daí vieram os grandes eventos o que colocou o turismo na pauta. Infelizmente isso nos levou a uma situação interessante: o turismo deixou de ser discutido. É como se tudo estivesse sido feito e que não devemos nos preocupar porque tudo está nas mãos dos especialistas. Escrevo esta nota para lembrar que o turismo ainda merece e precisa de muita discussão e ainda é uma área que necessita de ativistas, cada ativista na sua linha de ação. Agorinha estou pensando em uma alemã chamada Anita Pleumarom fundadora da organização T.I.M-Team (Tourism Investigation and Monitoring Team) com sede em Bangcoc, Tailândia e que monitora o turismo na região da desembocadura do rio Mekong, na área de influência da Tailândia, Vietnã, Burma (Birmânia / Myamar), Malásia e Singapura com ligações também com turismo do Sul da India. É a região PATA - Associação de Agentes de Viagem da Asia e Pacífico) Tendo feito a apresentação de Anita Pleumarom, apresento o primeiro texto dela traduzido livremente por mim. 

Turismo, eco-turismo ou eco-terrorismo


A tendência de apresentar o eco-turismo como sustentável,  baseado na natureza e no meio ambiente, está sendo agora  objeto de considerável controvérsia. É o subsetor de crescimento mais rápido da indústria do turismo com uma média anual estimada entre 10-15%. Governos, bem como a indústria do turismo promovem o eco-turismo destacando reivindicando para si sua sensibilidade econômica e social. Mas há preocupações bem fundadas de que a afirmação carece de fundamentos científicos adequados, e que pode não ser viável como uma solução para problemas sociais e ambientais do mundo. O Eco-turismo é uma eco-fachada.

Particularmente preocupante é o desvio da abordagem de questões cruciais na promoção do “eco-turismo”, quanto à economia global e a brecha crescente Norte e Sul (países ricos e pobres), particularmente nos países do Terceiro Mundo. Importantes questões sociais e políticas, como a má distribuição dos recursos, as desigualdades na representação política e poder, e o crescimento dos padrões de consumo insustentáveis são marginalizados ou ignorados.
Ambientalmente arriscado - O Eco-turismo pode parecer benigno, mas um dos seus impactos mais graves é a expropriação de 'territórios virgens - parques nacionais, parques naturais e outras áreas selvagens  - que são embalados para eco-turistas como uma opção verde. Eco-turismo é altamente centrado no consumidor, atendendo principalmente às sociedades urbanizadas e aos estilos alternativos de vida da nova classe média. Na busca de lugares intocados (off the beaten track) do turismo de massa, os viajantes já abriram muitos novos destinos.

Sem benefícios locais - Diversas atividades sociais e econômicas locais são substituídas por uma monocultura de eco-turismo. Ao contrário das alegações, as populações locais não necessariamente se beneficiam desse turismo ecológico. A geração de empregos relacionados ao turismo é exagerada / sobrevalorizada.: Os habitantes locais costumam ficar com empregos de baixa remuneração de serviços, tais como guias de turismo, carregadores,vendedores de alimento e  lembranças. Além disso, eles não têm a garantia de emprego durante o ano todo: os trabalhadores podem ser demitidos durante o período de baixa temporada. A maior parte do dinheiro, igual ao turismo fica com as companhias aéreas estrangeiras, operadoras de turismo, e desenvolvedores imobiliários que repatriam os lucros a países economicamente mais avançados.

Devastação romântica - Alegação de que o eco-turismo preserva e reforça a cultura local é muito hipócrita. Os grupos étnicos são vistos como um trunfo importante para atrair visitantes; um pano de fundo exótico para a paisagem natural e vida selvagem. O romantismo e a devastação simultânea e das culturas nativas é uma das ironias do eco-turismo.

Dada à falta de histórias de sucesso, e indícios suficientes dos efeitos adversos graves, os atuais investimentos enormes em termos de eco-turismo são equivocados e irresponsáveis. É necessário pesquisa, educação e informação para os turistas para contrabalançar a dês-significação  das culturas locais.

Este artigo foi extraído de um documento de informação apresentado à Associação Alemã de Economia Política, Abril de 1995. Anita Pleumarom é mestre em geografia e ciências políticas pela Universidade Livre de Berlim / coordenadora do TIM-Team. Click here for original though abridged English text! Para outros textos críticos ver e TWN - Third World Network. Aqui tem outra tradução minha de um texto de Anita.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Notas da Cúpula de Presidentes do Mercosul e Estados Associados


Foto oficial da 40ª Cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu. Foto da Gazeta do Iguaçu / Roger Meireles. Da esquerda: Desiré Delano Bouterse (Suriname), Sebastián Piñeira (chile),José "Pepe" Mujica (Uruguai), Cristina Fernandez de Kirchner (Argentina), Luiz Inacio Lula da Silva (Brasil),Fernando Lugo (Paraguai), Evo Morales (Bolivia), Bharrat Jagdeo (Guiana), Angelino Garzón,(Vice-presidente da Colômbia)Não compareceram os presidentes do Peru, Alan Garcia, Equador, Colômbia e Venezuela. Os dois últimos enfrentam problemas internos. A Colômbia tem 1,5 milhão de danificados pelas chuvas. A Venezuela já passa dos 200 mil só na região do Lago Maracaibo.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Congresso dos Jornalistas em Foz - Continuando

Eu já volto a mencionar mais sobre o congresso. Primeiro, gostaria de expressar minha alegria de ter estado com tanta gente boa. Tantos jovens entrando na profissão e uma cambada de velhos ainda dedicados. Jornalismo é dedicação.

* Assessoria de Imprensa e gerenciamento de crise (de imagem)
* Outras novas idéias no Brasil e fora dele
* Unila, comunicação e imnpressões paraguaias
* Os grandes da ciência da comunicação

Estes são alguns dos temas sobre os quais quero contar cooisas a voc~es e tudo por causa do Congresso! Darei links para eles.

sábado, 1 de maio de 2010

Meu Blog de Ecologia encontrou o fio da meada

Voltei a trabalhar com dedicação e frequencia o blog Jackson Lima dedicado assuntos ligados à ecologia e meio ambiente. O enfoque do blog é recuperar a autodeterminação e o "poder" das pessoas. Todos podem agir. Como disse Marshall McLuhan, pelo que me lembro de cabeça, : "não há passageiros na terra, todos somos tripulação". Na terra ninguém está pagando para assisitir da poltrona. É isso o que o mundo nos dá a entender. O Governo, muitas ONGs e entidades querem nos fazer entender que estão fazendo tudo por você. Deixe tudo nas mãos dos especialistas!

Não! Somos todos tripulantes na nave terra. Todos temos que arregassar a manga da camisa e tirar água do barco, lavar o convés, cozinhar, pegar o timão, ajeitar as velas e manter o barco na rota!

Tudo o que está no blog até hoje continuará. Mas a partir de hoje, colocarei lá tudo o que interessar à ecologia tanto a rasa como a profunda, ecopsicologia, ecopsicoturismo e acima de tudo minhas tentativas de pegar de volta o meu poder em relação ao consumo, tecnologias alternativas e a filosofia da vida! Muitas das soluções de reciclagem, tratamento do lixo, moradia sadia, esgotos, poluição estão à sua disposição. Você conhece os verbos "empoderar" e "desempoderar"? Empoderar significa dar o poder. Desempoderar significa tirar o poder. Você se sente desempoderado quando você sente que não pode fazer nada? Que se sente impotente? (Leia isso antes de usar o verbo, ha,ha)

quinta-feira, 25 de março de 2010

Visões diferentes: como ver coisas fantásticas que a Natureza esfrega nos nossos narizes!


Esta foto por Tom Stephenson disponibilizada no site wordlbirder.com mostra o que Foz do Iguaçu não vê. Por quê? Terá quer ser estrangeiro para ver?


Não me lembro quem era o autor. Assim me impossibilito de fazer citação. Deveria! Lembro que era uma discussão linguística sobre como diferentes idiomas e povos vêem coisas similares de modo diferentes. Por exemplo, o beija-flor se chama pica-flor em espanhol, pique-fleur em francês e hummingbird em inglês. O português usa uma visão romântica onde ele vê o beija-flor beijando as flores do jardim. Na realidade ele não está beijando - não há nada romântico. Ele está se alimentando. Já o espanhol e o francês enxergam somente o ato de "picar" a flor e o inglês nem isso. O que chama a atenção do falante de inglês é o barulho (hum-hum que para nós é mais vrum-vrum) do beija-flor naquele voo baixo parado dele.
Me parece que temos a mesma coisa quando tratamos, na fronteira, com o Parque Nacional do Iguaçu pelo Brasil e o Parque Nacional Iguazú pela Argentina. O animal que simboliza o PN Iguaçu (Brasil) é a onça-pintada. Um animal grande, topo de linha na cadeia alimentícia e ocupante de um lugar privilegiado nas mitologias das Américas. Na realidade a onça é sua majestade, o maior que pode haver e se alguém não a vê, como é caso da "civilização" que hoje paga aluguel para habitar nas Américas, é porque é cega - não deficiente visual - digo, cega. Esta é a logomarca do Parque Nacional do Iguaçu. A onça da qual estamos falando e - a hora não é muito boa para falar de onça na fronteira - é o símbolo do Parque. Qual é responsabilidade dos administradores do Ibama / ICMBio em escolher a onça como símbolo do Parque Nacional do Iguaçu? Eis uma boa pergunta! Há alguma? Deixo que sua cabeça dê voltas para responder.
Já no lado Argentino, o símbolo é o "vencejo" que nós chamamos de andorinhões e que os falantes de inglês chamam de "swifts". Por que os andorinhões (não são andorinhas), também chamados de taperuçus de cascata, não chamam a atenção dos brasileiros? Eles são, para mim, o maior acontecimento nas Caratatas do Iguaçu depois das Cataratas. Há anos, em meu primeiro texto xamânico escrevi: "...assisto o voar de centenas de pássaros – são os taperuçus de cascata – que dançam no gozo vaporoso; elevam-se aos céus, até onde o vapor chega e de lá, despencam, de cabeça, como se fossem setas a apontar para a origem da grande sensação. Os incautos dizem que os taperuçus têm vôos suicidas. Enganam-se. Não é um vôo suicida. É [um] mergulho na vida ..." O texto xamânico a que me refiro é este!

Me empolgo e compartilho e divulgo o trabalho do fotógrafo Mark Piazzi que como Stephenson é observador de pássaros e colabora com o site worldbirder.com. Veja a simbiose dos taperuçus com a rcoha das Cataratas! Veja os poros da rocha! Sinta a Terra respirar!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Carta a Foz do Iguaçu: é quase só um bilhetinho!

Prezados iguaçuenses:

Esta carta se dirige a todos, autoridades, lideranças, acadêmicos, cidadãos, funcionários públicos e habitantes em geral especialmente os adolescentes e crianças. Ela pode interessar também a moradores de toda a região. Há poucos dias publiquei uma nota sobre 2015 e o Prazo para o fim das Lista de Exceção no Mercosul. Hoje reforço a urgência e trago à atenção de todos parte do editorial pubicado no jornal Vanguardia de CDE que aumenta minha preocupação. Ciudad del Este está ciente do problema e, diz o editorial, que 2015 verá o desemprego de 300 mil pessoas. Destaco esse pedaço do editorial:

"Ciudad del Este se enfrenta hoy a un axioma de hierro: o se reconvierte o ve morir en poco tiempo un sistema de comercio informal del que hoy dependen en forma directa unas 300.000 personas, y que además (além) aporta un gran flujo de dinero a la economía de todo el país.

La próxima vigencia del Arancel Externo Común*, que desde (a partir de) 2015 y 2016 entrará a regir en los países del Mercosur, impondrá un impuesto del 20% a todos los productos que ingresen desde afuera del bloque y hará que los muchos productos que hoy se venden masivamente en los comercios de CDE, a precios muy baratos para los llamados compradores sacoleiros, se equiparen con los de los demás mercados regionales y dejen de resultar atractivos.
"

A partir de primeiro de janeiro de 2016 o Paraguai vai cobrar um imposto de 20% sobre toda mercadoria importada de fora do Mercosul. Podemos nos perguntar, valerá a pena comprar em CDE se a aliquota a ser cobrada da China, Russia, EUA etc será a mesma no Brasil e no Paraguai, na Argentina e no Uruguai? Ciudad del Este está preocupada. Eu também. Minha preocupação se dá com a falta de atenção de Foz do Iguaçu com a dura realidade que vamos enfrentar. CDE fala há tempo da necessidade de "reconversão".

Nós deveríamos estar falando a mesma língua. Caso contrário, sem trabalho e emprego em Foz, sem chance de fazer um bico no Paraguai, qual será a saída econômica da vasta população de Foz do Iguaçu que hoje vive da informalidade na fronteira? Finalmente, o editorial foi escrito apesar de anteontem ter sido assinado um acordo para a abertura de uma fábrica de DVDs TDK em Ciudad del Este. A TDK é dos Estados Unidos. Obrigado e que Foz se desperte.
Jackson Lima
Blog de Foz

*Arancel Externo Común (AEC) é Tarifa Externa Comum (TEC)

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Viagem aos Caminhos do Lago: um Blog Reportagem


Olá colegas e amigos do Blog de Foz:
Recentemente tive a oportunidade de percorrer vários municípios da Costa Oeste do Paraná. Municípios que hoje participam de um conglomerado turístico chamado Cataratas do Iguaçu & Caminhos ao Lago de Itaipu. Embora a proposta do conglomerado seja eminentemente turística eu vi nela muitas oportunidades para aprofundar o nosso conhecimento sobre a região, a história, gente que vive nesses municípios, comida, projetos,atrações, festas etc. Por isso, eu organizei um blog contando um pouco sobre a região. O blog se chama Cataratas e Lago e você pode chegar nele clicando aqui. A viagem foi organizada pelo SEBRAE-Paraná. Meus agradecimentos! Vá lá e conheça, por exemplo, a Dona Lucila e a capela que ela construiu para a Nossa Senhora dos Milagres de Caacupé! E muitas outras.

sábado, 28 de março de 2009

Introdução a Uma História Não-Oficial das Três Fronteiras (II)

Aqui na foz do rio Iguaçu, se encontram três cidades, três países, três divisões administrativas cuja equivalência entre elas diverge - que dizer um estado brasileiro (Paraná), uma província argentina (Misiones) e um departamento paraguaio (Alto Paraná). Pelo lado brasileiro temos uma cidade (Foz do Iguaçu). Pelo lado argentino uma cidade (Puerto Iguazú). Pelo lado paraguaio três cidades (Presidente Franco, Ciudad del Este e Hernandárias) mas, pode ser cinco se acrescentamos ainda a a cidade de Yguazu nascida de uma Colonia Japonesa e Mingá Guazu onde está o Aeroporto Internacional Guarani que junto com o Internacional-Cataratas e o Internacional Iguazu formam a trindade aeroportuária da logística dos transportes aéreos da TriFron.

Quero contar a História da TriFron. Sem separar. Por onde começar? Bem creio que vou começar do momento em que o Paraná se separou de São Paulo; Misiones se separou de Corrientes e declarou Posadas como capital e o Paraguai começou a olhar para o Leste porque até aí o Alto Paraná era selva sob o comando direto de Assunção e das empresas latifundiarias.

A história da TriFron é a história da colonização. Os governos doavam, davam, concediam terras. No Brasil o Império concedeu terras a empresa ferroviaria inglesa São Paulo Rio Grande (Sâo Paulo Rio Grande Railway) em pagamento pela construção da ferrovia entre São Paulo - Rio Grande do Sul.

As terras entre Guarapuava e a foz e daí até Guaíra estavam nas mãos de algumas empresas: Fazenda Britânia (Jorge Schimmelpfeng trabalhava para ela) - pertencente a Braviaco que pertencia a São Paulo-Rio Grande - que por sua vez pertencia a Brazilian Railway Company que pertencia a Percival Farquhar que era dono de meio Brasil inclusive da Ferrovia Mad Maria em Rondônia (Lembra da minisérie da TV GLOBO?). Outras propriedades no rio Paraná na época eram: Valdemar e Miguel Matte (terras requeridas em 1918), Domingos Barthe, a Fazenda Lopéi da pedro Núñez y Lazaro Gibaja, Puerto Artaza (Paraguai), a Mate Laranjeira na regiao de Guaira e o Mato Grosso do Sul, a Industrial Paraguaya S.A. que era a maior latifundiaria do Paraguai desde 1886 e mais tarde a Cia Paranaense de Colonização Esperia (1926). Só as terras da Colonia Militar do Iguaçu estavam fora do dominio das empresas exploradoras de ervais e das obrajes.


Estamos nos anos 1900. As terras onde hoje estao o Parque Nacional Iguazu e a cidade de Puerto Iguazu pertenciam a duas empresas. Ao norte das Cataratas pertenciam a Domingo Arrayagaray e parte sul a Martín Errecaborde. Estamos em 1907 e as terras foram compradas em leilao. No lado do Brasil, as 1.008 hectares de terra ao redor das Cataratas tinham sido doadas pela Colonia Militar ao espanhol Jesus Val. A honra de ter construido os primeiros hoteis nas Cataratas cabe a Nunez y Gibaja pelo lado argentino e Jesus Val pelo lado brasileiro. No Paraguai as terras estavam nas maos da Industrial Paraguaya S.A. que tinha sede no Porto de Tacurupucu - hoje a sede da cidade de Hernandarias, a mais velha das cidades da TriFron.

Continua...
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Foz do Iguaçu pra iguaçuense ver: passeio das comunidades

O Blog de Foz apresenta quatro roteiros ou passeios, excursões educativas, para iguaçuenses. É uma espécie de "conheça e valorize a sua cidade". Todos esses passeios, city tours ou 'excursões da cidade' tem uma versão turística. Mas, são uma resposta àquele famoso "prá gringo ver". Este é 'Iguaçu pra iguaçuense ver' daí se o gringo vier vai junto. Nada de armação. Veja abaixo os detalhes. E aguarde o chamado para explorar o mundo de Foz do Iguaçu. Já está tudo listado para o Mundo da Tri-Fron.

Passeio das Comunidades

Ou 'City Tour das Comunidades' é uma excursão ou passeio para que os moradores de Foz do Iguaçu possam ter contato e conhecer as diferentes comunidades que vivem em Foz do Iguaçu especialmente em seu aspecto religioso, espiritual, filosófico ou de 'paradigmas diferentes' que ampliam as visões anteriores. É um tour que parte do Centro da Cidade e começa a visita dos lugares de adoração da comunidade a partir da Catedral São João Batista. 

Conhece-se a Catedral, a história, ambientes internos. segue para a região do Porto Meira, visita o Marco das Três Fronteiras, a capela do Parque Remador, e outros aspectos religiosos do Porto Meira (Outras igrejas e templos católicos, testemunha de Jeová,etc). Passa-de pela Vila Yolanda e segue para ver o que o CEAEC está construindo. O CEAEC não é religião (CEAEC II) - é o que quis dizer acima, com "outros paradigmas". 

Segue-se pela área rural até a região do Morumbi onde estão a Estátua do São Francisco, a Paróquia do mesmo nome. Oportunidade de ver o que a Paróquia faz, suas atividades e o que ela gostaria de passar para os iguaçuenses. Volta-se por dentro do bairro, conhecemos o Centro de Convivência Escola Bairro Professor Dacir Zanatta, passamos pela Vila Borges de história interessante. Estamos nos dirigindo à Mesquita Omar Ibn Al-Khattab para uma visita onde seremos atendidos por pessoas da comunidade. Continuamos, em direção ao Templo Budista (ORBI) no Jardim Califórnia passando por outras comunidades no caminho. Contatos com pessoas do bairro. Em todo o local veremos outros templos e igrejas que servem a comunidade de Foz do Iguaçu. Começamos a retornar ao centro antes parando para ver como estão as obras da nova Catedral de Foz do Iguaçu. O propósito do passeio é promover contatos entre todas as comunidades ou - como dizem etnias de Foz do Iguaçu.

Passeio Interbairros

Em postagens anteriores, parte da Lista do que fazer na Tri-Fron, apresento a Linha Interbairros como o CITY TOUR mais barato de Foz do Iguaçu. É uma linha que viaja do Porto Meira, região do Marco das Três fronteiras, passa pela Barreira da Itaipú Binacional e vai até a Vila "C", pasando pelo Refúgio Biológico de Itaipu. No caminho atravessa a Vila Yolanda, Jardim São Paulo, Portal da Foz, Três Bandeiras, Vila Aurora e outros. Nosso passeio refaz a rota e detecta as oportunidades de obter conhecimento, fazer amigos e aventuras em casa.

Linha Universitária

Este passeio segue o traçado ou roteiro da linha Universitária de Foz do Iguaçu. A proposta é interessante porém detalhes tem que ser preservados. Por quê? Não é medo de que alguém copie mas é que tem umas interações que acontecem ao acaso. A linha Universitária tem como tema as escolas, colégios, faculdades e universidades e campi da cidade. O roteiro inclui visitas às universidades, faculdades e interação com o público estudante, profesores, se assim for organizado e com o outro.

Viajando em Foz

Esta excursão inclui um pouco de todas mas se especializa no aspecto "aventura" da coisa. O propósito é que os participantes descubram como a cidade é grande, dinâmica, pujante, expansiva e como esconde tantas particularidaes. O participante do passeio será um "bairronauta" ou navegador dos bairros. Esta excursão tem também um caráter mais 'happy hour' se pára para lanches, drink e contribuir para a economia local. Se está introduzindo aqui o "turismo nos bairros".

Há também uma versão do Passeio das Comunidades que visitam também Puerto Iguazu e Ciudad del Este. Estes passeios educativos acontecerão a partir de fevereiro. Se você já quer se pré-inscrever mande um e-mail.  limajac@gmail.com

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Isso não é nada bom!


Clique na foto para ver detalhes do lixo by "bairronauta"

Lixo turístico - sim o lixo estava em área ligada ao turismo. Tipo: proximidades de hotel, embarque e desembarque de turistas. No lixo encontra-se um folder abandonado do Parque Nacional Iguazú. Que pena! Certa vez eu estava fazendo uma palestra para um grupo e um rapaz me interceptou e disse: "Criticar é fácil. Difícil é dar sugestões para contribuir. Fiquei pensando nisso. Agora vou dar um exemplo. Tá pronto? Faz um mês que de minha casa não sai uma grama de lixo orgânico. Eu iniciei um processo de tratar e reaproveitar o meu lixo orgânico em casa mesmo. Está sendo um sucesso. A meta é produzir "composto" ou adubo orgânico em casa. A quantided de lixo em casa diminuiu. Estou surpreso!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Região 01 de Foz, Grande Três Lagoas: Conheça os baiorros da R-01

A região de Tres Lagoas ou Região Administrativa Número 01 de Foz do Iguaçu é que a tem a maior quantidade de bairros. São 38 ao todo, segundo números de 2003, publicados no Foz do Iguaçu em números de Darcilio Webber, a quem homenageio. O principal bairro da Região 01 é o Loteamento Três Lagoas - o que dá nome à região. A região ocupa terras em ambos os lados da BR 277, mas tende a concentrar-se no lado esquerdo. Por esse lado o lijnmite é com o Lago de Itaipu onde etsá o Loteamento Jardim Porto Dourado; ao Sul, no lado direito da BR, enciontram-se os bairros Jardim Alvorada, Arroio Leão, Chácaras Três Fronteiras e Jardim Três Fronteiras. A Oeste a R-02 limita-se com a Região da Vila "C".


A seguir vai uma lista dos bairros. Sugiro que volte a esta postagem. Cada bairro receberá um link para novas postagens sobre eles. É aí onde a coisa realmente começa. Á lista:

(List of neighborhoods in the Greater Tres Lagoas Area of Foz do Iguaçu. Lista de Barrios de la Region Administrativa de TRes Lagoas en Foz do Iguaçu)

Jardim Alvorada, Arroio Leão,Jardim Bandeirantes, Jardim Cedro, Loteamento Jardim Colombelli, Jardim Congonhas, Loteamento Dom Ricardo, Conjunto Residencial Dourados, Conjunto Habitacional Fernanda, Imóvel Foz do Iguaçu II (o Imóvel Foz do Iguaçu I é a Aparecidinha, na R-12), Conjunto Residencial Graúna, Vila Guarani, Loteamento Alto Guarani, Gleba Guarani, Jardim Ipanema, Loteamento Residencial Jacqueline, Parque Residencial Lagoa Azul, Loteamento Residencial Lagoa Vermelha, LOteamento Jardim Madre Tereza, Loteamento Jardim Madre Tereza II, Loteamento Menger, Vila Miranda, Jardim Mônaco, Conjunto Habitacional Novo Mundo, Loteamento Novo Mundo, Loteamento Pilarzinho, Jardim Porto Dourado, Jardim Santa Rita, Loteamento São João, Conjunto Habitacional Sol de Maio, Vila Tibagi, Chácaras Três Fronteiras, Loteamento Tres Lagoas, Conjunto Residencial Tucuruí, Jardim Vale do Sol, Jardim Vasco da Gama, Loteamento Witt.

Indice das regiões

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Bairros da Região 02 de Foz ou Região da Vila "C": mais pobre ou mais rico da cidade?


Como se vê na foto, basta ligar para o 3575 4933, para reservar um churrasco, que é servido aos domingos neste estabelecimento da Vila C, uma das Vilas de Itaipu. A marca da Vila "C", para mim, são os galpões, até onde se pode crer, prefabricados (?), divididos em quatro e assim projetados para alojar a quatro famílias de trabalhadores na construção da maior hidrelétrica do mundo. Hoje, as casas já não são mais da Itaipu Binacional, o que está acontecendo também com as outras vilas. São propriedade de cada morador e cada morador começa a adaptar as casas às suas necessidades. Como na casa mnostrada na foto, o proprietário puxou uma varanda, cobriu, organizou o espaço e abriu um negócio. Voltarei aqui nos próximos dias para dar continuação a esta postagem. A mercearia-restaurante fica nas proximidades do Refúgio Biológico de Bela Vista.

Bairros da região da Vila C

Jardim veneza, Jardim Almada, Cidade Nova, Vila Rural, Loteamento Bela Vista de Itaipu (I), Loteamento Bela Viosta, Loteamento Budel, Vila Residencial C 7, 7A,7B,7C,7D, Jardim California, Cidade Nova II, Jardim Evangélico, Jardim Florença, Jardim Irma, Jardim Itá, Jardim Itaipu, Jardim Marisa, Jardim Nova California, Jardim Olivia, Parque Linear, Porto Belo, Jardim Princesa Diana, Jardim Rosi Magalhães, Parqe Industrial e Comercial São Paulo, Loteamento São Roque, Vila Sâo sebastião, Loteamento Universitário das Américas I e Uiversitário das Américas II.

A Vila C, bairro construido especialmente para alojar os trabalhadores da Itaipu Binacional, ou melhor da UNICON que construiu a usina, é o bairro que dá o nome à Região 02 de Foz do Iguaçu. A R-02 é formada por 27 bairros. Hoje as vilas C são chamadas de Conjunto C pelo menos é o que aparece nos mostradores ônibus e aparacem ainda como Vila C Nova, Vila C Norte, Vila C Sul.

O perfil sócio econômico da população da região é, segundo Darcilo Webber, basicamente de ex-trabalhadores da cnstrução civil da Itaipu e trabalhadores do comércio informal do Paraguai. De modo geral, a Vila C e junto com ela a R-02 é vista com certo desdém pelo restante dos iguaçuenses. A região tem tido fama de ser violenta e baixa renda e por isso discriminada. Para mim, a maior parte dessa discriminação vem da ignorância intramunicipal. Quem mora lá não vê a região assim. Eu vejo na Região da Vila C, a reprodução do modelo econômico perverso, discriminador, imperialista e colonizador, que utiliza amplamente o truque de desempoderar as populações locais. Eu não estou dizendo isso de graça. O que eu quero é fazer a seguinte reflexão:

Como a Região 02 de Foz do Iguaçu pode ser tão pobre, tão beixa renda, tão discriminada quando, na verdade, a região é mais rica de Foz do Iguaçu. A Itaipu Binacional, pelo lado brasileiro, está na Vila C ou na R-02 de Foz; Furnas e toda a estrutura de transmissão de energia elétrica está na R-02; o Ecomuseu, o Canal da Piracema, a Uniamérica, a Unioeste, o Templo Budista, o Refúgio Biológico Bela Vista, tudo está na Região da Vila C. Colocando isso tudo no papel poder-se-ia chegar ao valor total do que está no bairro? De quantos bilhões estamos falando? E ainda assim contiunaumos falando de bairro pobre. É ou não é o modelo errado?

Agauradem mais informações sobre a Região da Vila C
Pedimos aos moradores, internautas da Vila C e região que enviem in formações, textos, opiniões, vídeos, o que desejarem!

sábado, 10 de janeiro de 2009

Poema Visual meu na revista da Guatá

A Revista ESCRITA de Foz do Iguaçu já está circulando. É o sexto número. Uma surpresa é que a revista publica um Poema Visual de Jackson Lima. Fiquei admirado. Poema meu? Há algum tempo publiquei aqui no Blog de Foz a frase Cataratas do Iguaçu em vários idiomas. Até agora são 33 idiomas. O que me surpreendeu foi um telefonema do jornalista e editor da revista, Sílvio Campana da Associação Cultural Guatá - Cultura em Movimento. Sílvio pedia permissão para publicar a minha postagem como um Poema Visual. Claro que pode! O resultado é o que aparece neste link. A beleza do trabalho gráfico e jornalísitco de Sílvio foi destacad por foto de Áurea Cunha. Obrigado, Sílvio, ficou bonito!

Nota: a versão em árabe, hebraico e outros idiomas que escrevem da direita para a esquerda, sofrem um desorganização quando trazida para ambientes que escrevem da esquerda para a direita. Mas isso é coisa de cursor, computador etc.

domingo, 17 de agosto de 2008

Foz do Iguaçu e a Terra das Coisas das Águas




Volte a este espaço. Logo acrescentarei mais fotos de coisas das águas.

Em 1998 escrevi meu primeiro livro. O primeiro de dois. Se chamava Na Terra das Muitas Águas. O título se originou pela observação de que a região de Foz do Iguaçu é muito rica em águas. Temos águas nas Cataratas do Iguaçu, nos rios Paranaá e Iguaçu, no Lago de Itaipu mas também inúmeros pequenos rios, riachos, olhos d´água, nascentes e muitas cachoeiras. Na Terra que tem as Cataratas do Iguaçu onde falamos de tantos saltos - dizem que são 175 - e de alturas na faixa dos 80 metros, Foz do Iguaçu tem centenas de cachoeiras de meio metro, um metro, no fundo dos terrenos, em chácaras. Infelizmente, nossas águas não estão sadias. Estamos matando ou já matamos nossas águas, nossas muitas águas. Os rios do tipo Mboicy e Monjolo estão em estado deplorável de conservação. Não sei se isso é bom ou ruim para o nosso currículo coletivo. Daí, o nome do livro dedicado às muitas águas.

Eu havia escutado o termo ligado à Guiana, quer dizer a República Cooperativa da Guiana. Guiana significa "Terra das Muitas Águas". Na verdade, Guiana não se refere somente à Guiana, país. O Brasil também tem Guiana - o Planalto  Guiana é uma espécie de realidade com uma topografia específica. É um modo de ver a vida.

A Bíblia faz uma menção ao barulho de "Muitas Águas". É no Apocalipse onde o barulho das muitas águas é o que o se usou para representar o som da voz de Deus. Mas não foi daí que saiu a minha idéia. Foi mais da "Guiana" e da nossa riqueza de água o que inclui também as águas abundantes em nosso lençol freático (hoje poluído) e na parte do aqüífero que passa por baixo de nossa terra.

Contudo o que eu gostaria de dizer aqui é que depois do lançamento do livro - que hoje é raro - vi aparecer empresas que incluíram a palavra "água" (no plural) em seus nomes de fantasia. São nomes como "Cidade das Águas", "Mundo das Águas", "Brasil das Águas". Há até um edifício com o nome de "Muitas Águas". Mas e daí? Eu estou dizendo que esses nomes saíram depois de mim? Eu sou o bom? Não! Longe disso, Só quero dizer que um começa, daí a coisa vai infectando, no bom sentido e de repente, todos estão fazendo alguma coisa. Existe ate uma teoria que explica isso. Se chama a teoria ou mito do centésimo macaco. Será que antes a gente não se lembrava de nossas águas? De qualquer modo quero felicitar aos donos das empresas que entraram assim na "Família das Muitas Águas"