quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Revelações bombásticas de um livro de Foz do Iguaçu: Filha de Hitler morou em Foz até 2005*



(Série Foz Escreve)

O livro terá dois volumes e foi escrito por uma dupla de escritores de Foz do Iguaçu


O livro está terminado. Está em fase de registro e busca de uma editora. É um livro grande, pelo menos 1200 páginas. O tema do livro é a Segunda Guerra Mundial e os bastidores da cúpula do Führer, Adolfo Hitler ou Tio Adolfo. Conheça um pouco da trama:

Desde o início dos anos 70 viveu em Foz do Iguaçu uma mãe com sua filha. A mãe se chamava Nora Berthé Auguste Maria Friz. A filha, Nora Daisy Friz Kirschner von Kirschberg. O pai da Nora filha, se chamava Kurt Bruno von Kirschberg ou pelas iniciais KBK que empresta o nome ao livro cuja gestação em Foz está ternminando. Mãe e filha viveram em Foz do Iguaçu até a morte. A mãe, dizem, morreu em um incêndio em 1978 e a filha de morte natural em 2005*.

As duas se chamavam "condessas", eram de sangue real alemão, diziam, e haviam fugido da Alemanha logo após a guerra. O pai KBK nunca teria vindo a estas paragens. As duas vagabundavam em Foz do Iguaçu e eram conhecidas por serem mendigas, morarem acampadas e sobreviverem em extrema miséria.

Nos anos 70 e começo dos 80, jornalistas de Foz do Iguaçu como Chico de Alencar, Juvêncio Mazzarollo e Adelino de Souza entrevistaram e escreveram sobre ela. As duas eram conhecidas também por certos golpes a ponto da imprensa iguaçuense, de então, ter criado o 'Troféu Condessa Nora Daisy' para homenagear as maiores trapaças da cidade. Porém as duas mendigas de Foz do Iguaçu também foram entrevistadas por Pedro Bial e foram ao Programa Silvio Santos para serem entrevistadas. As duas foram recebidas até por Jaime Lerner quando era prefeito de Curitiba. Por quê? Por que tanto interesse nas duas?

Resposta: havia saído um boato de que as duas, de condessas, não tinham nada. A verdade é que as duas seriam Eva Braun, mulher de Adolf Hitler e sua filha que haviam chegado em Foz do Iguaçu. Por isso, elas foram tão entrevistadas. E negaram, todas a vezes que foram. Por isso e pouco a pouco a imprensa perdeu o interesse. Mas não algumas agências internacionais de investigação. Um americano chamado Payne que de vez enquando virava israelense - segundo o autor do livro que está no final da gestação, perseguia as duas há tempo. "Ele chegou a acampar próximo ao acampamento das duas" disse. Payne enviava relatórios constantes para o exterior afirmando que Eva Braun estava em Foz.

No final, a dupla de escritores iguaçuenses L.M.Franco e C.Lopes Pereira,ambos médicos, descobriu duas coisas: 1ª) todo mundo estava certo. 2ª) Todos erraram. Acertaram sobre Hitler. Erraram sobre Eva Braun.

A mulher que se chamava Nora Berthé era, conclui o livro, Magda Goebbels - mulher de Joseph Goebbels, guru da Propaganda de Hitler. A menina Dora, seria filha de um lance romântico com o führer em pessoa durante as olimpíadas de 1937. A menina Norinha era, oficialmente, uma das filhas do casal Goebbels. Seria Holdine Kathrin? A narração inclui o processo de busca e pesquisa do livro. Boa parte das informações vem de Nora Filha, baseado em anotações, desenhos dela e entrevistas durane dois anos. Os autores viajaram para o Paraguai e outras cidades do Paraná em busca de material e para checar informações da Nora filha. KBK, segundo o livro era Hitler. Ninguém desse grupo morreu na Alemanha depois da guerra. Como fugiram da Alemanha? Qual foi a trama? Qual das filhas de Magda Goebble estava com ela em Foz? Tudo isso está no livro. Como disse antes, a dupla busca editores e parceiros. Deixo aqui o meu e-mail (limajac@gmail.com) para quem desejar mais informações ou queiram se comunicar com os autores. Repassarei as correspondências aos escritores.

(Nota: até 2006, para ser exato)

3 comentários:

Cristina Maria disse...

Eu a conheci pessoalmente, quando contavam, muitos riam descréditos...

koike disse...

onde posso comprar o livro?

Teatro Tiberíades disse...

Eu tb a conheci, fiz várias traduções pra ela. Ela estava requerendo a herança de uma mansão à beira do Rio Danúbio no sul da Alemanha. Quando veio a resposta dizia que essa propriedade pertencia a nazistas e foi confiscada depois da guerra pra pagar indenizações às famílias de judeus mortos na guerra.
Meu nome é Édio Royer, sou professor de Inglës, Alemão e Francês em Foz do Iguaçu.

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