sexta-feira, 30 de maio de 2014

O caçula dos hoteis de Foz se chama Viale Tower Hotel

Novo hotel muda a cara da Avenida Jorge Schimmelpfeng
O Grupo Viale, responsável pela administração do Viale Cataratas Hotel,  inaugurou na última segunda-feira (26) seu segundo empreendimento no município paranaense. Com investimento de R$ 20 milhões, o novo meio de hospedagem pretende ser uma alternativa de hospedagem para o público corporativo. 
Localizada na Avenida Jorge Schimmelpfeng, região central da cidade, a unidade dispõe de 150 apartamentos, todos com wi-fi gratuito, sala de eventos, piscina de borda infinita com deck bar na cobertura, fitness center, sauna, restaurante, e serviço de catering. Visando a economia de recursos, o hotel optou ainda por lâmpadas LED, aquecimento solar e chuveiros que favorecem o controle do gasto de água.  
"O Viale Tower Hotel traz conceitos inovadores de hospedagem, em especial para quem visita a cidade a negócios, no entanto, como nosso destino é essencialmente de lazer, também queremos ser uma boa opção para o turista", explica Paulo Baldan, dirigente do Grupo Viale.

sábado, 24 de maio de 2014

Deputado Assis do Couto divulga nota sobre relatório da Unesco e Parque Nacional do Iguaçu

O Blog de Foz retransmite aqui nota do Deputado Federal Assis do Couto na qual se manifesta sobre o Relatório da Unesco que prevê a possibilidade de colocar o Parque Nacional do Iguaçu na lista de bens do patrimônio ameaçado. O Blog parabeniza o deputado por ter sido um dos poucos a vir à público e falar alguma coisa e dizer, no item 7 da nota que apoia e incentiva a proposta da Unesco de enviar uma missão de alto nível para levantar os impactos ambientais prováveis das obras da Usina do Baixo Iguaçu e da reabertura da Estrada do Colono. Segue a nota  



Nota Pública: Relatório da Unesco sobre Patrimônios da Humanidade

O deputado federal Assis do Couto, autor do Projeto de Lei n. 7.123, de 2010, que cria a Estrada-Parque Caminho do Colono, vem a público para comentar o teor e as interpretações dadas ao relatório da Unesco sobre a situação de todos os patrimônios da humanidade:

1 – O documento do organismo internacional traz um conjunto de recomendações ao Parque Nacional do Iguaçu, entre as quais a indicação de problemas em relação a sua gestão. Essa problema, inclusive, constou em relatório de missão realizada pela Unesco em 1999, e que gerou a inclusão do sítio na lista do Patrimônio Mundial em Perigo. Ou seja, desde 1999 os órgãos ambientais e, em especial o ICMBio, desde 2007, ano de sua criação, não conseguem ser eficientes na administração do Parque Nacional do Iguaçu;

2 – De forma tendenciosa, as informações levadas a público destacam a questão do projeto de lei sobre a Estrada-Parque Caminho do Colono. Foi encoberta, também, a crítica feita pela Unesco quanto à falta de cooperação entre o Parque Nacional Iguazú (Argentina) e o Parque Nacional do Iguaçu (Brasil). As duas unidades, mesmo sendo contíguas, não conseguem se relacionar. Os gestores brasileiros fogem desta aproximação com a unidade argentina, pois sabem que o Parque Nacional Iguazú está em melhores condições de conservação, possui estradas, e não tem o título de Patrimônio da Humanidade ameaçado;

3 – Nas suas considerações, a Unesco deixa claro que é a abertura ILEGAL da antiga Estrada do Colono que cria condições para voltar a inscrever o Parque Nacional do Iguaçu na lista dos patrimônios mundiais em perigo;

4 – O Projeto de Lei 7.123/2010, já aprovado na Câmara, que tramita no Senado com o número PLC 061/2013, pretende legalizar e impor limites à criação de estradas ecológicas voltadas à educação e conscientização da população que tem acesso às unidades de conservação. A própria Unesco solicita no relatório às unidades de conservação a modernização dos planos de gestão abordando estes mesmos temas: educação, conscientização, e uso público dos parques;

5 – O mundo observa o Parque Nacional do Iguaçu com base em relatórios. Os paranaenses convivem com o parque e, mais uma vez, não foram ouvidos;

6 – O projeto tramita no Congresso Nacional. Não vamos desistir do debate neste espaço conquistado de forma democrática. Tentar impedir que deputados e senadores realizem suas funções legais e constitucionais é prática que atenta o estado democrático de direito;

7 – A Unesco sugere que uma missão seja realizada até a unidade de conservação para avaliar os possíveis impactos ambientais da criação da Estrada-Parque Caminho do Colono e da Usina Baixo Iguaçu, projeto construído com verba do governo federal, e que está inserido no conjunto de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Apoiamos e incentivamos a realização desta missão.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Correios lançam selo em homenagem à Umbanda

Zélio Fernandino de Moraes
Mais ou menos na semana em que o juiz federal Eugênio Rosa de Araújo, juiz da 17ª Vara de Fazenda Federal do Rio de Janeiro defendeu que Umbanda e Candomblé não são religiões, os Correios do Brasil laçaram no dia 15 deste mês um selo especial para homenagear a umbanda. O nome oficial do selo é Umbanda - Sincretismo Religioso Brasileiro. O selo traz a imagem do fundador da Umbanda, Zélio Fernandino de Moraes, e "destaca dois atabaques, instrumentos musicais utilizados na prática dos rituais de Umbanda e símbolos oficiais da religião", reza texto inicial dos Correios. 

O lançamento correu durante sessão solene em homenagem à Umbanda, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. A cerimônia contou com a presença do presidente dos Correios, Wagner Pinheiro de Oliveira, do deputado federal Vicentinho e dos deputados estaduais Gerson Bittencourt, Leci Brandão e Luis Claudio Marcolino, além de líderes religiosos. Segundo a comunicação oficial, a técnica utilizada foi desenho digital, pela artista Lidia M. H. Neiva. A tiragem é de 600 mil selos, com valor facial de R$ 1,20 cada. As peças filatélicas podem ser adquiridas nas agências dos Correios, na loja virtual  e na Central de Vendas a Distância (centralvendas@correios.com.br). Quanto àquela sentença contrária mencionada acima, a boa notícia é que o juiz Eugênio Rosa de Araújo, reavaliou os fundamentos dela e admitiu erro.  Caso você queira saber um pouco mais sobre a história da umbanda sugiro este Link em PDF

sábado, 17 de maio de 2014

Carro mata Irmão Benedito da Assembleia de Deus do Morumbi

Veículo arrastou ciclista  pela avenida ...
A comunidade evangélica do Morumbi, Vila Borges, Jardim Dona Leila e região está comovida pela morte de um de seus membros atropelado violentamente por uma camionete na Avenida República na altura do semáforo na esquina do antigo Maxxi Atacado. Segundo informações de testemunhas no local, o Sr até agora identificado como Irmão Benedito estava de bicicleta quando foi atingido e arrastado da esquina mencionada até à altura da Loja Cavallari. Pelo menos seis viaturas da Polícia Militar, Guarda Municipal, IML e Polícia Civil estavam no local. Benedito era membro da Assembleia de Deus do Morumbi I.

Como ficou a bicicleta 

Mais uma morte na Avenida: até quando?  
Não é o primeiro acidente que resulta na morte de ciclista nesta avenida e nesta redondeza. Ainda não se sabe até quando as autoridades vão esperar para tomar medidas que ajudem a diminuir a velocidade na região. Voltaremos ao assunto!     


Teletur de Foz completa 25 anos de informações ao turista

O Teletur – sistema de informações turísticas via telefone, está completando 25 anos de existência. Foi implantado no dia 03 de abril de 1989 e funciona na sede da Secretaria Municipal de Turismo (SMTU), sendo acessado em nível nacional pelo telefone 0800-45-1516. São 14 servidores concursados e 4 estagiários do curso de Turismo das faculdades locais, todos bilíngues, que dominam o idioma inglês. (Fonte Secretaria de Turismo de Foz do Iguaçu). Informação completa aqui.  
Arides Junior atendendo ao Teletur, hoje informatizado
(Foto Elaine Mota)

Casa do Ingresso na esquina da JK e Rio Branco.
Apagada da memória na última gestão municipal (Foto ADDT)
Modernos telefones e pastas: ferramentas do Teletur em 1999
(Foto do Acervo Departamento de Desenvolvimento de Turismo - ADDT)


sexta-feira, 16 de maio de 2014

É a vez do Ceará seguir o modelo do Parque Nacional do Iguaçu. Qual modelo?

É o modelo do PSDB e ex-PFL de revitalização de parques nacionais. O modelo foi testado em Foz do Iguaçu no Parque Nacional do Iguaçu! A revista VEJA, com a qual tenho minhas diferenças, escreveu uma ótima nota assinada por Leonel Kaz, com o título “A privatização de Parques Nacionais – um Alerta”. Recomendo a leitura até por que é a primeira vez que vejo um órgão de imprensa nacional questionar o que se chama de “modelo”. Nos últimos dias não faltaram  notícias de “privatização” de parques nacionais no Ceará. O CearáNews reproduziu informações da Câmara de Deputados: Comissão da Câmara de Deputados discute Privatização do Parque Nacional de Jericoacara.  Essa conversa já vem ocorrendo há tempo. Dei uma pequena nota sobre ela no meu blog Notas doTurismo  que antevia o que hoje é anunciado. Jericoacara está na lista mas não é a última Unidade de Conservação. O Parque Nacional de Ubajara também entrou na discussão como divulga o site A Voz de Santa Quitéria.  O interessante é que o modelo privatizatório de parques nacionais originado pela dupla PSDB-PFL agora é sacudido para o PT como mostra este artigo do Diário do Nordeste.  O site oficial do PSDB do Ceará aproveitou para classificar o anúncio da privatização do PN Jericoacara como sendo absurda e e a ligou ao descaso do PT. É tudo muito confuso. Aqui no Sul essa “mania” chamada modelo foi um ponta inicial de aliados do PSDB. Aqui o erro do PT foi não ter interrompido isso e ter transformado a ideia em modelo para o resto do Brasil. Preste atenção na fala final do presidente do PSDB do Ceará sobre o faturamento da  futura empresa vencedora e a arrecadação de Jijoca. Por fim, sugiro a leitura de um texto sobre o Monopólio do Ecoturismo no Brasil” publicada no blog Notas do Turismo. O Piauí aparece na lista de estados onde o Brasil deseja privatizar unidades de conservação segundo "el modelito" testado no Paraná. A divulgação é do Portal O Dia do Piauí. Relembro que nomomento, o Parque Nacional do Iguaçu está sob perigo de passar a integrar a lista dos Patrimônios da Humanidade em Perigo.    

terça-feira, 13 de maio de 2014

Multiplicidade religiosa de Foz do Iguaçu e a diversidade cultural da cidade

Este artigo apareceu originalmente na Gazeta do Iguaçu em edição especial 
Multiplicidade religiosa de Foz enriquece diversidade cultural
Cristãos, muçulmanos, budistas e outras religiões estão presentes na 
Terra das Cataratas 

Jackson Lima

Foz do Iguaçu se encontra no mapa mundial dos viajantes por vários motivos. O primeiro, as Cataratas do Iguaçu seguida por várias atrações de peso. É o caso da Itaipu Binacional, do Comércio de produtos estrangeiros em Ciudad del Este, do Parque das Aves, da Argentina, das possibilidades de conexões para capitais sul-americanas como Buenos Aires, Assunção, Santiago e Lima. Mas isso está pouco a pouco mudando e novas percepções estão sendo criadas. Uma delas é a multiplicidade religiosa representada pela presença de lugares de encontro para budistas, islâmicos e cristãos entre outros. Segue uma lista básica dos templos e instituições na cidade.

Católicos – A Diocese de Foz do Iguaçu é por formada por 26 paróquias em Foz do Iguaçu e municípios vizinhos. A Paróquia São João Batista, no centro, é a Igreja Matriz dedicada à São João Batista. A Catedral diocesana é a Nossa Senhora de Guadalupe. A Catedral N.S.de Guadalupe se prepara para receber uma nova igreja que já aparece no horizonte com uma obra muito bonita. A Igreja Matriz também se encontra em reformas.

Católica Brasileira - a Igreja Católica Apostólica Brasileira também está presente em Foz do Iguaçu com uma Igreja na Vila Yolanda. Católica Ucraniana - A Igreja Grego-Católica Ucraniana Nossa Senhora do Amparo foi inaugurada em 2010 e está localizada no Jardim Cristina na região da Vila A de Itaipu. A cúpula da Igreja já é visível a partir do Trevo do CTG Charrua. A igreja de rito bizantino teve início em Foz do Iguaçu, originalmente, em espaços cedidos pela Igreja Católica Romana. A comunidade ucraniana é pequena mas ativa com aulas de folclore, língua e cultura ucraniana. Há missa no primeiro domingo de cada mês. Antes da construção e inauguração 
da Igreja Nossa Senhora do Amparo, os encontros e missas no rito bizantino eram realizados em espaços cedidos pela Igreja Católica Romana no Parque Presidente e região do bairro Três Bandeiras em Foz do Iguaçu. 

Protestantes – Com algumas exceções, a maioria das 
denominações protestantes cristãs estão presentes em Foz do Iguaçu. Uma 
exceção é o Exército da Salvação. Estão representadas as principais denominações cristãs tradicionais, pentecostais, neopentecostais e as restauracionistas.

Entre as tradicionais, aquelas que se originaram próxima da época da reforma protestante, Foz congrega: batistas (1609), presbiterianos (1517), luteranos (1524), metodistas (1740),Episcopalianos-anglicanos (1558).

Entre as pentecostais – fundadas entre 1906 e 1910 nos Estados 
Unidos estão representadas em Foz a Assembleia de Deus (1911), Congregação Cristã no Brasil (1910), Igreja do Evangelho Quadrangular (1950), Brasil para Cristo (1955) e Deus é Amor (1955). A Assembleia de Deus está em Foz do Iguaçu desde 1956 e tem mais de 15 mil membros espalhados por toda a cidade. O templo central da Igreja fica na Rua Quintino Bocaiuva, Centro. 

Já entre as neopentescostais – as que começaram a ser fundadas 
aproximadamente 60 anos após os pentecostais, Foz do Iguaçu conta com a presença da Igreja Universal do Reino de Deus (1977), a Igreja Internacional da Graça de Deus (1980), a Igreja Renascer em Cristo (1986), a Igreja Mundial do Poder de Deus (1998 ), a Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra (1992 ), Comunidade Cristã Rhema (1984), Comunidade da Graça (1979) Igreja Cristã Maná (1984) entre outras.

As denominações cristãs que aparecem na lista como restauracionistas são representadas em Foz do Iguaçu pelas Testemunhas de Jeová, Adventistas e a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, conhecida também como Igreja Mórmon. As três partem da ideia de que sua fundação significou a restauração da doutrina cristã. Foz do Iguaçu conta com igrejas, capelas ou salões do reino em todas as regiões da cidade. 

Espíritas - O primeiro Centro Espírita de Foz do Iguaçu, o Centro Espírita Paz, Amor e Caridade (CEPAC) da Rua Quintino Bocaiuva, no Centro, foi fundado em 1922 e caminha para o seu primeiro centenário. Além do CEPAC, há pelo menos mais seis centros.

Anglicanos - Foz do Iguaçu também tem representantes da comunidade anglicana mundial. Foz do Iguaçu é sede da Paróquia Santo Agostinho de Cantuária da Igreja Episcopal Anglicana. A Comunidade anglicana em Foz do Iguaçu é pequena mas ativa. Também conhecida como a Igreja da Inglaterra, a Igreja Anglicana é a terceira maior comunhão cristã depois da Igreja Católica Romana e das Igrejas Ortodoxas Orientais. A missa acontece domingo pela manhã. Santo Agostinho de Cantuária viveu no século VI e 
foi enviado pelo papa Gregório Magno em 597 para evangelizar a Inglaterra. Em Foz do Iguaçu a Paróquia Anglicana fica na Rua Mauricio Resende Rodrigues, 143. Acesso pela Rua Rosa Cirilo de Castro. A Igreja fica atrás da TV Cataratas em sua uma rua sem saída. 

Religiões Afro-brasileiras - Não há números oficiais sobre a quantidade de seguidores de religiões afro-brasileiras em Foz do Iguaçu. A comunidade é atuante e se encontra espalhada por toda a cidade. A duas vertentes principais são o candomblé, a maioria e umbanda. Em Foz existem muitos centros de candomblé que "tocam umbanda" em dias especiais. Entre as principais casas ou templos Ile Asé Oju Ogun Funmilayo dirigido pela Mãe Marina Tunirê no Morumbi I; o Ilê Alakétu Ijobá Asé dirigido pela Mãe Edna de Baru no Jardim Canadá; O Ilé Asé Iga Odé supervisionado pela Mãe Amanda no Porto Meira e o Templo de Oxum da Mãe Jô no Jardim Panorama. 

Há um entendimento de que o candomblé é uma religião africana. O 
culto gira em torno dos Orixás africanos. As cerimônias acontecem com cantos em idioma iorubá. Já a Umbanda é considerada uma religião brasileira e incorpora elementos cristãos, africanos, espíritas, indígenas, e outras 
comunidades e grupos humanos no extra-físico (na outra dimensão) como crianças, mulheres, idosos, profissões, etnias ciganos, povos do oriente, malandros, etc. Os cantos (pontos) de umbanda, são cantados em português. Um lugar exclusivo de umbanda é a Tenda Luz de Oxalá no Beverly Falls Park. 

Religiões japonesas - A Terra das Cataratas conta com a presença de quatro representantes das religiões japonesas: Seicho no IeIgreja Messiânica Mundial, Sokka Gakai com origem no budismo Nitiren e Igreja Tenrikyo. Desde 1 de junho deste ano, a Tenrikyo Foz do Iguaçu deixa de ser centro de divulgação para se tornar uma Igreja.

Budistas - O templo Budista da ORBI (Ordem Budista Internacional de Foz do Iguaçu está localizado no Jardim Califórnia, região Norte de Foz do Iguaçu. O passeio pode ser feito na ida ou na volta da visita ao Complexo Turístico de Itaipu. O acesso ao templo é pela Rua Ângela Aparecida Andrade à esquerda da Avenida Tancredo Neves, sentido Centro-Itaipu. O templo da ORBI não está empenhado em arrebanhar novos seguidores. É um templo criado para atender as necessidades de budistas, a maioria chineses que moram nas Três 
Fronteiras. É um templo de língua chinesa por isso não tem nenhum programa de divulgação para as línguas locais ou seja português ou espanhol. A visita ao tempo permitirá ver inúmeras estatuas. Uma das principais é do Buda Mi la Pu-san. A maioria são estátuas de Bodhisattvas como duas que representam  Kwan Yin a Deus da Compaixão. Na estátua de Kwan Yin, o visitante verá e poderá recitar o mantra dela: Kwan Shih Yin Pusan em chinês ou Om Mani Padme Hum em tibetano mas de amplo conhecimento mundial.

Muçulmanos - A Mesquita Branca ou Mesquita Omar Ibn Al-Khattabna Rua Meca, Jardim Central Pode ser vista de vários pontos da cidade. Segundo divulgação feita pela Secretaria de Turismo de Foz do Iguaçu, o Jardim central será um dos primeiros bairros temáticos de Foz do Iguaçu baseado no tema “etnia”. A visitação à mesquita está organizada e um centro de recepção de visitantes está sendo construído. Os visitantes são bem-vindos. Para entrar na Mesquita é necessário tirar os sapatos. O recinto sagrado não pode ser visitado de bermudas ou calças curtas. As visitantes femininas recebem um 
véu para fazer a visita. Há monitores que explicam sobre a religião, o Livro  Sagrado e outros assuntos de interesse. É necessário agendar pelo telefone (45) 3025-1123. É possível também visitar a segunda mesquita de Foz do Iguaçu, a Mesquita Husseiniya (Xiita) na Avenida José Maria de Brito mas é necessário agendamento com muita anterioridade. 

CEAEC – O Centro de Saltos Estudos da Conscioenciologia é uma dos grandes atrativos de Foz do Iguaçu. O centro se dedica ao estuda da autopesquisa multidimensional a partir de um novo paradigma científico. Fundado por Waldo Viera que atuou no espiritismo por vários anos, o CEAEC reúne e ajudou a desenvolver mais de 100 novas ciências além de organizações baseadas no estudo conscienciológico ou centrado na consciência. Vale a pena ver a 
Holoteca e o Tertuliarium do CEAEC. 

Fotos / 写真 

(Buda Mi La Pu-san)

Igreja Ucraniana: cúpula dourada se destaca na paisagem do bairro 

Igreja da Inglaterra tem paróquia em Foz

(Anglicanos) Paróquia Santo Agostinho de Cantuária em Foz

Candomblé – Saída de Iaô em Foz: nascimento de um novo membro 

/ Festa de Obaluayê na 

Catedral Nossa Senhora de Guadalupe

São João Batista

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Parque Nacional do Iguaçu de novo na corda bamba da Unesco

A assessoria de imprensa da WWF-Brasil publicou a seguinte nota, que foi amplamente reproduzida em sites nacionais: 

A Unesco publicou na última semana um relatório sobre a situação de todos os patrimônios da humanidade. Nele, adverte que o Parque Nacional do Iguaçu, no oeste do Paraná, poderá voltar a ser listado como área em perigo, como aconteceu em 1999 com a abertura da chamada Estrada do Colono. 
As ameaças mais graves apontadas pelo relatório são o início da construção da Hidrelétrica de Baixo Iguaçu, a apenas 500 metros dos limites do parque, e a possibilidade de reabertura e asfaltamento da Estrada do Colono, cortando a porção mais conservada do parque. A obra da usina já está acontecendo e afeta diretamente o Rio Iguaçu acima das cataratas, que é o maior atrativo da região e a maior justificativa para seu tombamento mundial. É parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal” ... Veja a nota completa.

O relatório Estado de Conservação de 2014 do Comitê do Patrimônio da Unesco  referente ao Parque Nacional Iguaçu (Brasil) se encontra Aqui. O relatório SOC 2014 para o Parque Nacional Iguazú (Argentina) se encontra aqui, confira. O Blog de Foz falou sobre isso nesta postagem. Na postagem, o Blog de Foz destaca os motivos que poderão levar o Parque àquela lista negativa. Porém, é necessário dizer que a informação da WWF não está completa. A postagem anunciou que em janeiro de 2014 Brasil e Argentina deveriam apresentar um relatório conjunto explicando sobre o Estado de Conservação dos dois parques Iguaçu / Iguazú. Os dois países apresentaram relatórios separados. A Unesco não os considerou suficientes. O relatório da Unesco (links acima) confirma que os dois países apresentaram o relatório conjunto exigido mas informa que as informações não são suficientes. A noticia divulgada pela WWF é boa para dar um alerta mas se limita ao lado brasileiro unicamente e destaca a Usina e Estrada do Colono. Enfatizo que os dois parques / patrimônios estão em dívida.  Relembro a lista dos fatores que afetam o Parque Nacional do Iguaçu segundo o relatório do estado de Conservação de 2012:  

a) Projeto de Hidrelétrica;
b) Pressão para a reabertura de estrada ilegal;
c) Caça e extração ilegal de madeira;
d) Desenvolvimento não coordenado (Com o lado argentino
e) Falta de cooperação transfronteiriça;
f) Falta de financiamento sustentável;
g) Problemas ligados com o uso público;
h) Falta de um Plano de Uso Público Compreensivo

Voltaremos ao assunto!


Tenrikyo inaugura igreja oficial em Foz do Iguaçu

 Clique na foto para ampliar

Altar ficará pronto até o dia 31 de maio.



Igreja Tenrikyo terá templo oficial em Foz do Iguaçu


Diversidade cultural da Terra das Cataratas fica mais rica a partir de 1° de junho

Jackson Lima

Até agora comunidade tinha Casa de Divulgação.
Agora será Igreja
A Casa de Divulgação da Igreja Tenrikyo – uma organização religiosa de origem japonesa, será transformada em Igreja a partir de 1º de junho. A informação é do missionário e responsável pela Tenrikyo em Foz do Iguaçu, Lioji Kimura. Faltando menos de um mês para a fundação oficial da igreja, os membros da igreja trabalham voluntariamente para dar os últimos detalhes na construção localizada na Vila Yolanda.

Senhoras preparam as persianas do altar
Segundo Kimura, no dia 31 deste mês, haverá a consagração oficial do templo com a colocação do Símbolo Sagrado no altar principal. O palco onde se encontra o altar principal será uma das mais belas construções japonesas em Foz do Iguaçu. “Trouxemos um profissional em carpintaria no estilo japonês de Bauru onde se encontra a sede brasileira da Igreja Tenrikyo no Brasil”, explicou Kimura. No dia 1º de junho, haverá a fundação oficial do que contará com a presença do primaz da Igreja no Brasil, Yuji Murata. Esta semana, a reportagem da Gazeta acompanhou uma tarde de trabalho no templo. Mulheres da comunidade japonesa de Foz do Iguaçu trabalhavam na confecção das persianas que ocuparão a área do altar. “O material que bordeja as persianas foi trazido do Japão”, lembrou Kimura. Do Japão veio também o Símbolo Sagrado que transformará a casa de divulgação na mais nova igreja Tenrikyo entre as 88 existentes no Brasil. “Esta será a 89°”, disse o responsável.

Lioji Kimura
Historia – Lioji Kimura chegou em Foz do Iguaçu em 1986 onde começou a trabalhar como guia de turismo. Dois anos depois começou a construir a casa onde mora e manteve o local de divulgação e práticas da Igreja Tenrikyo. Durante todo esse tempo, no endereço ele manteve as atividades diárias que inclui uma missa matinal e outra à noite.    

A religião é tradição da família há muitos anos. O avô dele, Ichinosuki Kimura fundou a Igreja Tenrikyo em Jussara no Norte do Paraná. O pai, Shozo Kimura fundou a igreja de Cianorte. O neto acaba de realizar o sonho de fundar a Igreja em Foz do Iguaçu. O edifício que será consagrado no dia 1° de junho, 10 dias antes do centenário de Foz do Iguaçu, teve a construção iniciada em 2002. O novo templo fica na Rua Frederico Engel, 810, na Vila Yolanda. Além da mais nova igreja da colônia japonesa, Kimura e amigos também ajudam na preservação da cultura japonesa por meio de uma Escola de Japonês localizado no bairro e um grupo de Taiko (tambor japonês) na sede da Associação japonesa de Foz do Iguaçu    
  
* Este material foi publicado no caderno C, d'A Gazeta do Iguaçu, Foz do Iguaçu.  

terça-feira, 6 de maio de 2014

Estamos perdendo esta tradição - pinturas populares das Cataratas

Negócio fechado 
Estamos perdendo esta tradição. 
Seria muito brega?


Esta só uma notinha, para não deixar passar em branco. Não faz muito tempo era muito normal ver bares, restaurantes, discotecas terem quadros, painéis como este que aparece na foto destacando imagens das Cataratas. Havia por toda parte. Hoje está cada vez mais difícil ver uma imagem assim.  É como se as Cataratas estivessem ficando cada vez mais longe da cidade e que nós já sintamos esta distância. Se você souber de alguma dessas por aí, avisem ao blog que vamos registrá-la. Esta aqui ainda pode ser vista, Mas é necessário correr contra o tempo. Ela ficava em um imóvel que pertence ao Ministério da Defesa / Exército localizado na esquina da Rua Rio Branco com a Terceira Pista da JK. Ali funcionaram vários negócios. O último foi um restaurante chinês. Se você se lembra do nome daquele restaurante e quiser informar, ficaremos gratos. Não faz muito tempo passei pelo terreno e vi que havia uma plaquinha de "aluga-se". O Exército em Foz possui vários imóveis no centro que são alugados para a iniciativa privada. Recentemente passei lá e vi que o prédio havia sido demolido. Um pouco mais tarde que havia sido iniciado um trabalho de terraplanagem.  Foi quando vi na parede o quadro em questão. É muito bonito, para mim. É como se fosse uma visão das Cataratas sob a luz do luar uma premonição profética  do que um dia viraria uma das atrações na fronteira - a visita às Cataratas ao Luar onde se pode observar aquele arco-íris albino! Logo surgira uma parede aí e para ver esta pintura só daqui a 500 anos, mil anos, quando uma expedição de antropólogos voltem a descobri-la.  Até lá, feliz centenário!

Lei que Cria o Museu Histórico de Foz do Iguaçu é de 1969.

Prefeito de Foz do Iguaçu em 1969: Julio Werner Hackradt
A Lei Municipal 565 de 22 de dezembro de 1969, sancionada pelo então prefeito de Foz do Iguaçu, tenente-coronel Julio Werner Hackradt, criava o Museu Histórico de Foz do Iguaçu que deveria funcionar em estrutura a ser negociada com o Parque Nacional do Iguaçu. A lei que este ano completa 45 anos nunca foi cumprida e Foz do Iguaçu, 45 anos depois, ainda não tem o Museu Histórico que "guarde e preserve os bens que constituem o Patrimônio Histórico de Foz do Iguaçu e sua administração". Não pude evitar de rir. Ri muito. Teria sido, esse museu, um bom presente de aniversário para Centenário.  Confira a lei abaixo: 


A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, decretou e eu Prefeito Municipal sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º Fica criado o MUSEU HISTÓRICO DE FOZ DO IGUAÇU, destinado a prover a guarda e preservação dos bens que constituem o patrimônio histórico de Foz do Iguaçu e sua administração. 
Art. 2º O Museu Histórico de Foz do Iguaçu, será sediado preliminarmente em prédio pertencente ao Ministério da Agricultura, no Parque Nacional, até que possua o Município dependência apropriada à sua instalação. 
Parágrafo único. O Município fará convênio com o Ministério da Agricultura no sentido de obter autorização para a instalação do Museu em dependência do Parque Nacional, prevendo a forma de funcionamento. 
Art. 3º O Museu Histórico de Foz do Iguaçu, será administrado por um Conselho formado por cidadãos de reconhecidos conhecimentos históricos e reputação ilibada, num total de 7 (sete) dos quais, 6 (seis) serão escolhidos pelo Chefe do Executivo, e 1 (hum) por indicação do Legislativo Municipal. 
§ 1º A função de Conselheiro-Administrador, do Museu Histórico de Foz do Iguaçu, não será remunerada, considerando-se como serviços relevantes prestados ao Município. 
§ 2º O mandato de cada Conselheiro será de dois anos, permitida a recondução. 
Art. 4º O Conselheiro Administrativo do Museu Histórico de Foz do Iguaçu, fará indicação ao Prefeito dos funcionários necessários à manutenção de guarda, do Museu Histórico de Foz do Iguaçu, que proporá à Câmara a criação dos cargos respectivos e a abertura de créditos necessários. 
Art. 5º O Conselho Administrativo do Museu Histórico de Foz do Iguaçu elaborará no prazo de 90 dias, o seu regimento interno, bem como o regulamento do Museu Histórico de Foz do Iguaçu. 
Art. 6º Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas às disposições em contrário. 
Edifício da Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu, em 22 de dezembro de 1969.
JULIO WERNER HACKRADT
Prefeito Municipal

domingo, 4 de maio de 2014

O Destino Iguaçu com cedilha - Caiu a ficha?

Abaixo compartilho um editorial escrito para a Gazeta do Iguaçu 

Divulgação oficial da ESPN das cidades que receberam os X-Games: Iguaçu com cedilha

Parabéns aos integrantes da Gestão Integrada do Turismo de Foz do Iguaçu e empresários que se reuniram nesta quarta-feira, 26, no Conselho Municipal de Turismo (Comtur), para discutir o planejamento de marketing do Destino Iguaçu. Até aí, uma reunião de praxe centrada em assuntos técnicos de planejamento. O que vale destacar na reunião, segundo nota oficial divulgada, foi uma  discussão sobre a utilização da palavra “Iguaçu”, com cedilha, em todas as publicações que utilizem alfabetos derivados do latim: espanhol, inglês, alemão entre centenas de outros.  Segundo a nota, o grupo reunido decidiu “assumir a grafia –  com o uso de cedilha – e fortalecer o nome (oficial) da cidade como destino Foz do Iguaçu e não traduzi-la nos textos publicitários”. 
           
Uma das discussões foi sobre a utilização da palavra “Iguaçu” para “assumi-la com o uso de cedilha e fortalecer o nome da cidade como destino Foz do Iguaçu e não traduzi-la nos textos publicitários”. No encontro, o superintendente de comunicação social da Itaipu Binacional e presidente do Fundo Iguaçu, Gilmar Piolla reconheceu:

“Temos um problema de posicionamento no mercado internacional, e o entendimento é que temos que nos assumir como Foz do Iguaçu; Foz do Iguaçu Destino do Mundo permanece, e vamos evoluindo”, disse.

A publicação no jornal
Parabéns. Ainda está relativamente presente na memória iguaçuense a batalha sobre a proposta de mudar a grafia da cidade, de “Foz do Iguaçu” para “Foz do Iguassu” para facilitar a leitura para os estrangeiros. Não é necessário. Mais fresca ainda, é a memória do jogos X-Games realizados em Foz do Iguaçu divulgado globalmente pela ESPN e imprensa mundial com a grafia “com cedilha”: X-Games Foz do Iguaçu 2013.

A palavra Iguaçu é rica em grafias. Nas Três Fronteiras temos Iguaçu (Brasil) Yguazu (Paraguai), Iguazú (Argentina). No caso de Foz do Iguaçu temos outro agravante. É a palavra “Foz” que todos sabemos refere-se à “foz” de um rio. Devido à sua semelhança sonora com a palavra “Falls” (Cataratas em inglês), há uma tendência de achar que Foz signifique “Cataratas”. Foz do Iguaçu e Iguaçu Falls parecem ser sinônimos em inglês até porque nos Estados Unidos Niagara Falls é tanto o nome de uma cidade como o das Cataratas.

É mais difícil ainda criar um material de divulgação sobre “Foz do Iguaçu – onde estão as Cataratas do Iguaçu” em alguns idiomas que não usam o alfabeto latino. É o caso, por exemplo, do coreano. Nos jornais e publicações coreanas, a seleção daquele país estará treinando em Iguasu Po-Po (이과수 폭포) que significa Cataratas do Iguaçu. É como se o nome de Foz do Iguaçu fosse “Cataratas do Iguaçu City”. Isso não significa que não se possa trabalhar para a ajudar a divulgar a “transliteração” do nome da cidade que em coreano é Posu do Iguasu (포스 이구아). O mesmo já acontece em japonês onde se diferencia entre Iguasu no Taki (Cataratas do Iguaçu) e Fosu do Iguasu (フォス イグアス), a nossa cidade.

 

Saber diferenciar entre Cataratas do Iguaçu e Foz do Iguaçu significa permitir ao turista saber que as Cataratas do Iguaçu não estão no meio de uma selva tropical longe de cidade alguma, mas sim a minutos de uma cidade alegre, especial, com quase 300 mil habitantes que é também diversa e culta. Um convite a uma exploração mais detalhada. 

 

 

 

       

    

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