quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Cidades paranaenses e catarinenses que teriam ficado na Argentina caso o Brasil não tivesse ganho a "questão de Palmas / Misiones"

Área do tamanho da Bélgica medindo 30.621 km² reivindicada pela Argentina, hoje ocupada por 83 municípios paranaenses e catarinenses 

As seguintes 30 cidades do Sudoeste do Paraná não existiriam no Paraná, caso a Argentina tivesse ganho a disputa da "Questão de Palmas"  ou "Cuestión de Misiones". Ou seja Cidades brasileiras que hoje ocupam a área de 30.621 km² quilômetros quadrados, quase o tamanho da Bélgica, reivindicada pelos dois países.

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Catástrofe à vista - a Serra do Mar pode arder em chamas? Atenção Mata Atlântica!

 As queimadas na Amazônia e no Pantanal saíram completamente de qualquer controle. As imagens de animais como onças-pintadas com as patas queimadas representam o ápice da degradação da natureza imposta por uma histórica gestão inconsequente e criminosa do território nacional.
A responsabilidade por uma situação assim é tanto daqueles elementos que usam do fogo como uma forma de "manejo" de suas propriedades ou posses, em ações encadeadas propositalmente, com o aval de governos que assumem uma posição omissa e até favorável a processos que promovem situações fora de controle, como a que estamos vivendo.

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Onde estão os Marcos das Três Fronteiras na fronteira Brasil-Argentina? Mergulhe no universo dos marcos

Marco das Três Fronteiras - Foz do Iguaçu

Quantos Marcos das Três Fronteiras você conhece? Eu conheço dois. O mais conhecido, mais famoso, mais visitado e mais acessível entre os mais de 6 mil marcos de fronteira do Brasil é o Marco das Três Fronteiras em Foz do Iguaçu. Ele  marca a fronteira Brasil, Argentina e Paraguai na foz (boca) do rio Iguaçu.

O segundo é o Marco das Três Fronteiras em Itapiranga, Santa Catarina. O marco localizado na foz do rio Peperi-guaçu, ou seja no local onde o rio Peperi-guaçu desemboca no rio Uruguai marcando a divisa entre Brasil e Argentina e entre os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. 

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Monumento a Santos Dumont no Parque Nacional do Iguaçu. Ainda está faltando uma placa nele

Jovem visitante diante do monumento (Clique nas fotos para ampliar)




O monumento dedicado a Santos Dumont, localizado no final da trilha das Cataratas do Iguaçu, é identificado por três placas. Mas falta uma. A primeira tem uma frase: “As alturas não me intimidam” A frase foi dita por Santos Dumont no dia 24 de abril de 1916 nas Cataratas. O motivo da frase é que Santos Dumont, adentrou o mato pela trilha improvisada, subiu no tronco de uma árvore que a enxurrada havia trazido e avançou se equilibrando.

 



A primeira placa: não tenho medo de altura

terça-feira, 8 de setembro de 2020

É proibido jogar moedas nas Cataratas, diz nova placa na entrada da passarela do Salto Floriano

Jogar moedas, aqui não!

Uma das novidades do Parque Nacional do Iguaçu em Foz do Iguaçu  e mais especificamente nas Cataratas do Iguaçu é a placa que avisa: Proibido jogar moedas  nas Cataratas do Iguaçu. A mensagem prossegue com uma dica para incentivar o "semancol" dos visitantes: realize seus desejos sem agredir a natureza. A mensagem é repetida em inglês e espanhol. O problema das moedas jogadas nas Cataratas do Iguaçu é conhecido. As pessoas jogam moedas acompanhadas de algum pedido importante. A prática é conhecida em todo o mundo. A Fonte de Trevi em Roma parece ter sido o berço desse costume popularizado pelo cinema. O filme "A Fonte dos Desejos" (Three Coins in the Fountain)  de 1954 (EUA) foi a inspiração mas depois vieram mais. 

domingo, 6 de setembro de 2020

O iguaçuense José Schlogl comemora 96 anos neste domingo, 6 de setembro


O senhor José Schlogl, autor do livro “O Europeu Brasileiro ─ Reminiscências e Contrastes”, completa 96 anos hoje, dia 6 de setembro de 2020. O livro de 2018 foi escrito quando ele completava 94 anos de vida e 70 de casamento com dona Edviges Ilse Hester Schlogl, uma catarinense de origem alemã. 

O autor, José Schlogl é filho de Hans (João) Schlogl e Hermine Hacker Schlogl que vieram da Áustria em 1912. José nasceu em 1924 em Foz do Iguaçu. Segundo a filha do casal Gerda Schlogl Martins, os dois estão bem de saúde e vão comemorar a festa, com o distanciamento necessário para a alegria de centenas de descendentes de Hans e Hermine Schlogl. 

Consegui uma cópia do livro do Sr. José Schlogl na livraria Sebo Cultural na Rua George Samways 623 , era assim que a dona Josephina Schimmelpfeng escrevia o nome de Jorge Samways, o inglês.

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Documentos de Cartório sobre a venda das Terras de Jesús Val para o Governo do Paraná

O Blog de Foz compartilha a história desses documentos tão importantes para a história do Parque Nacional do Iguaçu, de Foz do Iguaçu , do Paraná e do Brasil. Clique nas fotos para ampliar.

Jesús Val designa o Doutor solicitador* Antonio Joaquim Alves como seu procurador




Em 2003 viajei a Curitiba em uma  jornada de pesquisa e levantamento de documentos sobre Jesus Val, um ser que sumiu da história de Foz do Iguaçu e das Três Fronteiras. Em Foz ainda é lembrado pejorativamente. Em Puerto Iguazú nem isso. Um personagem influente nos primeiros passos do turismo. Nas Três Fronteiras, Jesus Val foi ativo tanto no lado argentino como no lado brasileiro. Ele é citado em diversos registros de expedições como sendo o homem que organizava as incursões até as Cataratas por terra e por rio.

Ele foi trazido para a fronteira por Leandro Arrechea parte de um dos grupos empresariais que controlavam a navegação fluvial no trecho Posadas, Argentina e Porto Mendes, Brasil. As empresas transportavam cargas e passageiros na direção Posadas-Porto Mendes e no retorno embarcavam erva-mate até Posadas onde a carga era transbordada para seguir viagem a Buenos Aires. Arrechea, que além de agente de navegação, empresário, representante da Lei, construiu o primeiro estabelecimento hoteleiro.

quinta-feira, 30 de julho de 2020

Algumas cidades paranaenses com nomes guarani ou de origem guarani


Amaporã (Chuva boa) Ama (chuva), Ame ().  

Arapoti (Arapoty) Ara - tempo, universo. Primavera, Tempo das flores,

Itapejara (Itapejára) Dono da Lage de pedra

Tapejara (Tapejára), dono do caminho

Ibiporã (Yvyporã) Terra boa

Ivaiporã (Ivaí = feio,  porã = bonito), Feio bonito

Peabiru (Tape avirú) Tape - Caminho; aviru - áspero, seco, murcho (que perdeu a frescura, o viço, a beleza, a cor; apagado). De tanto ser pisado e percorrido

segunda-feira, 27 de julho de 2020

Primeira Aula de Guarani do Blog de Foz. O som do "Y" e outras considerações

 

Esta postagem acompanha a primeira lição de guarani neste esforço de divulgação do guarani e do que eu chamo de coisas guaranis o que inclui cidades, frutas, árvores.

A lição se dedica ao som do “Y” em guarani. O “Y” como palavra significa "água".  É o som original da palavra Iguaçu. Na lição o “Y” aparece imutável na palavra Yguaçu e as diferentes grafias adotadas nos idiomas oficiais dos países que usam o guarani para dar nomes a lugares como Brasil e Argentina.

domingo, 26 de julho de 2020

Blog de Foz inaugura fase de divulgação do Guarani

 
Uhuu! Estou apresentando aqui a mais nova iniciativa deste blogueiro: aulas de guarani via facebook, o blog e pelo canal de Youtube que deverá ser aperfeiçoado pouco a pouco. Por enquanto é tudo feito na hora e jogado no ar da melhor maneira possível. Por isso ele não tem edição, toque artístico, nada especial até porque não tenho habilidade para isso e nem dinheiro para contratar a ajuda urgentemente necessária. Mas, como diz o ditado, o pior é não fazer nada. A força para fazer a decisão veio do Neo-Coronavírus 19 também chamado SARS-Cov ou ainda Covid19.