domingo, 29 de março de 2020

Aproveitemos a crise do coronavírus para avançar na direção da 5ª Dimensão

Experiência fantástica, esta do coronavirus. Ele parou o mundo. Nada será igual ao como era antes. A missão do momento é fazermos atuar em uma plataforma de quinta dimensão. Nós vivemos em um mundo de terceira dimensão. No mundo de terceira as coisas são sim ou não, direita-esquerda, bons-ruins. Esta é uma maneira velha e ultrapassada. A observação de quinta dimensão é aberta. Ao olhar vemos muitas possibilidades. 

Brasil, o verdadeiro Planeta dos Macacos e dos "marmosets"


Durante meu isolamento COVID19 assisti muitos filmes. Entre eles, Epidemia, As branquelas, o Zoológico de Varsóvia, o Fotógrafo de Mauthausen, a Família, A menina e o leão e Mucize. Este último é turco. Assisti um filme inteiro sem entender nada do idioma. O filme é legendado. Mas o meus óculos estão tão ruins que só enxerguei 20% da legenda.  Mas terminei chorando. 
Mas agora gostaria de comentar o Epidemia. É a história da luta para salvar uma cidade de um vírus mutante que chegou por meio de um macaco contrabandeado da África. Eu já tinha visto o filme antes. A diferença é que agora estamos vivendo a experiência. Recomendo! 

Uaçari ou macaco inglês
Hollywood não tem obrigação de ser exata quanto ao macaco que usa no filme. O macaco, em si é um ator, é uma espécie brasileira fazendo o papel de um macaco africano. O macaco ator é uma amazonensíssimo "Macaco Cairara". Aproveito para acrescentar algumas informações sobre o Universo Macaco no Brasil (neotrópicos). Lá vai. 

Macaco Aranha (Spider monkey) ou macaco Coatá (wikipedia)

O brasileiro fica muito louco se você chama ele de macaco ou ela de macaca (é pior ainda). O brasileiro não gosta de macaquice. Macaco, macaquice e macacada têm significados pejorativos. Mas mesmo que o brasileiro tenha cisma de macaco nada impediria que ele fosse informado que o Brasil é um país especializado em macacos. São mais de 110 espécies. São 92 espécies na Amazônia e 23 na Mata Atlântica. 
Macaco parauacu / Pithecia chrysocephala (Golden-faced Saki) Muitos morreram porque seus rabos eram usados como espanador (Eden Fontes / Flick)

Se você chama alguém de macaco porque ele é preto, a ignorância é sua. O Brasil tem macaco inglês (uakari)que tem cabeça vermelha e pelo claro;  tem dezenas de espécies do conhecido macaco prego, tem o cairara que trabalhou no filme Epidemia;  tem o macaco barrigudo, de olhos doces e camarada. Tem o macaco aranha ou coatá. Tem  o bugio ou guariba, encontrado em todo o País e de diversas cores. Tem ainda o macaco de cheiro. Tem o parauacu ou parauaçu, super graça de animal, que já teve sua vida ameaçada porque havia nas cidades amazonenses o costume da população usar o rabo dele como espanador. Tem ainda o macaco da noite e o muriqui só para ilustrar.  
 
Amplie a foto para ver a garrinha deste sagui-de-tufos-brancos (Callithrix jacchus)

No Planeta dos Macacos, há uma informação interessante. Todos os macacos são primatas. Incluindo nós. Mas há um ponto, em que os macacos são chamados de “marmosets”, para nós como saguis. E o que faz esta diferença? É a existência ou não de unha. Todo primata tem unha, um dedo de bom tamanho que permite a formação de uma unha, com direito a ter cutícula. A partir de certo tamanho, o dedo de alguns macacos é tão pequeninho  que não há espaço para uma unha, com sua cuticulazinha própria. Nesses casos, a unha tem a forma de uma mini garra que sai do dedo. Amplie a foto acima para ver.
Tití, o sagui-pigmeu, "pygmy marmoset" e o estão chamando de "finger monkey"

O Brasil, em uma área muito pequena da Amazônia compartilhada com a Clômbia e o Peru, abriga a menor espécie de "marmoset" (saguinzinho) do mundo: o pygmy marmoset. Menor que o dedo médio da mão de uma pessoa adulta.                        


Para depois do vírus:

Roteiros brasileiros para observar macacos
Meu encontro com os marmosets na selva


SUGESTÃO
Conheça a música Carimbó do Macaco do cantor Pinduca do Pará
É macaco caco macaco 
Macaco, macaco au 
O macaco ó do macaco  
O macaco do macacal 
Eu conheço um macaquinho Que é filho do macacão
Neto do macaco velho Que mora lá no sertão.


quarta-feira, 25 de março de 2020

Os grandes viajantes alemães no Brasil. Legados e laços deixados: conectando pelo turismo

Atenção! Texto longo. 
Não precisa ler tudo de uma vez!

A tartaruga matamatá coletada por Spix há 200 anos
O Dr Juan José Silva Haad, médico colombiano, clínico, cirurgião e diretor-geral do Hospital Regional de Letícia, Amazonas, Colômbia, atual Hospital San Rafael, entendia tudo sobre veneno de cobras. Na época em que eu passei uns dias com ele fotografando cobras e gente coletando veneno de cobras, para um livro seu, ele já tinha salvo mais de mil pessoas mordidas por diferentes espécies de cobras. “Se eu um dia for mordido por cobra, eu quero está perto do senhor”, eu disse uma vez a ele enquanto eu colocava uma coral anestesiada (não literalmente) de volta no abrigo dela.

terça-feira, 24 de março de 2020

Com a quarentena e os pescadores confinados, peixes voltam ao rio Paraná

Clique para ver o vídeo
O que aconteceria se de um momento para outro a humanidade desaparecesse da terra? Com o isolamento e paralisação de tudo por causa do Corona, golfinhos reaparecem nos canais de Veneza, animais estão caminhando mais e no rio Paraná na altura de Ayolas / Paso de la Patria (PY/AR), com os pescadores em quarentena os cardumes de espécies como surubim começaram a aparecer nas águas azuladas (estranho, rio Paaná com água azul). Confira nota da Radio Dos de Corrientes, Argentina. 
https://tinyurl.com/vxc97hz

quarta-feira, 18 de março de 2020

Turismo se abre à solidariedade. Não cancele, adie!

O mundo está no mesmo barco. Milhões de pessoas no mundo já compraram passagens aéreas, têm hotel reservado, pacotes terrestres comprados para meses ou anos à frente em todo o planeta. O que coincide com o território também global do coronavírus. O medo do vírus, faz todo mundo correr para cancelar. Há duas maneiras de cancelar. A primeira e mais cruel é aquela que casa cancelamento com pedido de reembolso. Em economia todos sabemos que se todo mundo corre a um determinado banco para sacar dinheiro na mesma hora, no mesmo dia  por causa de, geralmente, um boato, o banco quebra.

domingo, 15 de março de 2020

A Seca do rio Iguaçu de 2020: o efeito da seca nas Cataratas


Cenário de 14 de março de 2020. Braço Iguaçu, Prainha na área do Salto S.Martin

Fui às Cataratas do Iguaçu neste sábado,14. Não havia filas para comprar ingresso. Um movimento normal. Não se sentia ainda pressão de queda de visitação nem por conta do coronavírus e nem por conta da seca. O rio Iguaçu, na altura de Porto Amazonas está quase desaparecendo.  A vazão dele era de 14 metros cúbicos por segundo no sábado. Nada de chuva em Curitiba e RMC. 

sábado, 14 de março de 2020

Uma canalização do Coronavírus por Paola Borgini:por que o virus veio? Qual será seu legado?


 Coronavírus explica por que veio e o que quer


Uma introdução à canalização de "consciências"

Em tempos de grandes tribulações já me vi sentado no Bosque Guarani, por exemplo, em Foz do Iguaçu. Me sintonizava com o verde do Bosque Terapêutico em várias camadas dele. Eu podia ver árvore por árvore. Eu poda ver árvore com seus detalhes de folhas, flores cipós, galhos. Podia ver todas as árvores de uma só vêz - é uma esfera interessante mas complexa. Mas nela não se tenta individualizar as árvores. 

Há também a esfera na qual é bom  esquecer todas as árvores e ver só o verde. O verde passa a ser um lugar. Falando em canalização de mensagens, é possível sintonizar a consciência de cada uma das árvores em todas essas esferas. É possível canalizar ou receber informações de todas as árvores juntas. Seria uma canalização das árvores. E é possível também canalizar aquele verde, ou aquele nível de verde-lugar. 

domingo, 8 de março de 2020

Na trilha do Padre Germano Lauck:o nome do Padre Germano não era Germano

Padre Hermann Lauck, Steyler Missionar*
Ontem, 7 de março, postei a primeira nota sobre um projeto do Blog de Foz sobre o Padre Germano Lauck, o homem que deu nome ao Hospital Municipal e cidadão honorário de Foz do Iguaçu. Na descrição dele dada no site da Câmara de Foz do Iguaçu, afirma-se que ele nasceu na cidade de Hasborn na Alemanha. Há mais de um mês estou na busca de dados sobre ele nessa cidade que tem cerca de 460 habitantes. Já estou conhecendo gente de lá, atrações da cidade e  coisas que deixam o povo da pequena cidade cheio de orgulho.

sábado, 7 de março de 2020

Memorial: Quem foi o padre Germano Lauck, que dá nome ao Hospital Municipal de Foz do Iguaçu?


Padre Germano Lauck
O Hospital Municipal de Foz do Iguaçu (HMFI) se chama oficialmente Hospital Municipal Padre Germano Lauck. Germano Lauck é o nome de uma padre católico membro da Congregação Verbo Divino enviado para Foz do Iguaçu nos anos 1960 (?). Em 12 de dezembro de 2006, a Câmara de Vereadores de Foz do Iguaçu concedeu ao padre o título de Cidadão Honorário de Foz do Iguaçu. Ele morreu aos 74 anos em 2009.
Detalhe da coleção
Dentro do hospital há uma Capela que também leva o nome dele. Antes da entrada da capela, à esquerda dela, há um armário, com portas de vidro, dividido em quatro partes horizontais, com um total de oito divisões  que servem, na prática,como um pequeno museu dedicado à Memória do Padre que nasceu em 1934 em uma pequena cidade alemã chamada Hasborn. De Hasborn para Foz do Iguaçu.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

As coisas conseguem progredir para trás. O caso da Santa Casa (SCMG) de Foz

Santa Casa Monsenhor Guilherme 1938. Etapa I

Monsenhor Guilherme é o nome de um padre da Congregação do Verbo Divino que veio para Foz do Iguaçu com a ordem do bispo de Curitiba para fortalecer a comunidade católica na cidade que na época era sinônimo de toda a região Oeste do Paraná. A congregação do Verbo Divino é alemã. Mas foi fundada na Holanda devido a problema de perseguição do estado. Este blog ainda está pesquisando a vida do Monsenhor. O nome dele em alemão era Wilhelm Maria Thiletzek .