terça-feira, 22 de julho de 2008

Pueblos indigenas en Foz



Uma das boas lembranças que tenho nesta caminhada em Foz do Iguaçu foi a Conferência de Povos Indígenas do Cone Sul que aconteceu em Foz do Iguaçu (Paraná) e mais especificamente no Teatro Barracão, no Jardim São Paulo na Terra das Cataratas. Vieram tribos de todo Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia. Os "indígenas" do Cone Sul trouxeram para o evento suas preocupações com grandes assuntos do cenário "regional" como a Hidrovia Paraná-Paraguai, gasodutos, oleodutos, agricultura, a construção de grandes hidrelétricas e outros problemas que ainda persistem e outros que ficaram pior.

Nesse evento chegamos a escutar palestras com tradução português-espanhol-guarani-xokleng-kaingang-inglês-maká e vice-versa.

Nesse evento, vi um dos poucos cerimoniais indígemas dirigidos por indios guaranis nas Cataratas do Iguaçu. O nome da cerimônia era "Mandu'a porã guaçu" que significa "boa lembrança" - lembrança de quê? Que lembrariam os guarani? Foi muito bonita. Na época eu já trabalhava com aspectos ecológicos e espirituais das culturas nativas das Américas. Foi muito bonito. Gostaria muito de desenterrar uma foto da cerimônia que - infelizmente, não consigo achar. Um dia acharei!

Copa América, TriFron 1999


Futebol - não é o meu forte. Assim se eu cometer erros não me matem. Mas coloco aqui mais uma dessas logomarcas que eu guardo e que para valer a pena o meu esofrço de guardar, eu tenho que mostrar a alguém. Assim, coloco aqui para mostrar a logomarca da Copa América 1999, que aconteceu em Ciudad del Este, Paraguai e que mobilizou as Três Fronteiras, Tríplice Fronteitra ou a Tri-Fron, como chamo. Foi aqui, no Estádio Tres de Febrero em CDE que o Ronaldinho Gaúcho brilhou e se destacou na Seleção Brasileira. Não foi? A logo que mostro é a da sub-sede da copa que foi Hernandarias, antiga Tapuru Puku (ou cupinzeiro fundo). É só para lembrar!

Matreial oficial sobre os JMN da época

Jogos Mundiais da Natureza

Autor: Alfredo Jorge Reimann Filho - GAC

NASCEM OS JOGOS MUNDIAIS DA NATUREZA. BEM-VINDOS.

• tempo: Setembro de 1997.

• espaço: Iguaçu, Costa Oeste do Paraná, Brasil.

Neste cenário, na convergência do Brasil com o Paraguai e a Argentina, despontam duas maravilhas do mundo: as Cataratas do Iguaçu - obra da natureza - e o Lago de Itaipu - obra do homem.

E aqui, com a parceria da Itaipu Binacional, da iniciativa privada e dos municípios da região, o Governo do Paraná está promovendo um grande processo de transformação. Para coroar este processo de desenvolvimento sustentado, está nascendo um evento que vai mamar definitivamente a parceria do homem com o meio ambiente e apresentar ao mundo todas as belezas e potencialidades desta deslumbrante região.

Senhoras e senhores, bem-vindos à Costa Oeste. Os primeiros jogos Mundiais da natureza vão começar.

Esporte Natural. A única regra é o respeito ao meio ambiente.

Na força dos rios, no desenho das trilhas e praias, na liberdade dos eventos. a energia criadora da natureza se manifesta em suas múltiplas riquezas e possibilidades.

Diante dela, o homem responde, aproveitando estas forças ou desafiando-as.

Desse encontro nasce o esporte natural. Mais que uma modalidade esportiva, uma verdadeira lição de equilíbrio, determinação e respeito ao meio ambiente. Esporte natural se pratica em meios naturais, utilizando a energia dinâmica dos mesmos, com a condição principal de preservação da natureza. Seja nos esportes da Água, da Terra ou do Ar, o desafio é sempre o mesmo: ensinar ao homem a necessidade de preservar o mundo que o cerca.

Costa Oeste. Mais espetacular que o cenário só o desafio.

Os jogos Mundiais da Natureza vão acontecer num local universal: a Costa Oeste do Paraná, Brasil. Um cenário de maravilhosos rios, lagos, corredeiras, parques e paisagens, localizado no coração de um dos mais importantes mercados econômicos do mundo: o Mercosul.

São 1.400 Km de orla formada pelo Lago de Itaipu, geograficamente adequados para receber a mais completa estrutura residencial, hoteleira e turística. A Costa Oeste tem todos os potenciais imagináveis para se tornar um grande pólo turístico e o principal alavancador do desenvolvimento desta região do Paraná. Como sede dos Jogos Mundiais da Natureza, a Costa Oeste coloca toda a diversidade dos seus cenários a serviço dos mais espetaculares desafios o esporte natural.

O importante não é vencer. É superar os limites.

Nos Jogos Mundiais da Natureza, a competição e disputa entre atletas deixa de ler importância quando se considera um outro aspecto: a capacidade e a determinação de cada um em superar os seus próprios limites, no confronto do homem-natureza. E é isto que vai dar a este evento o seu caráter de aventura.

Vivendo a Natureza: Os Jogos em movimento

O contato direto com o meio ambiente é a característica principal deste evento. Como não existirão espaços fechados ou cenários estáticos, tanto atletas quanto espectadores irão viver de perto as belezas naturais da região.

Nos rios, montanhas, trilhas e ventos, os melhores esportistas dos cinco continentes, petiscados de forma individual ou através de convite do Comitê Organizador. Com eles, gente de todo o mundo compartilhando os desafios e a natureza.

Nove dias de provas. Um espetáculo do Paraná para o mundo.

Os Jogos Mundiais da Natureza se renovam a cada quatro anos. Sua primeira edição já tem data mamada para o período entre os dias 27 de setembro e 5 de outubro de 1997. A promoção destes primeiros jogos Mundiais da Natureza fica a cargo do Governo do Paraná, através da Secretaria de Turismo do Estado.

Mais do que um evento esportivo de caráter inédito, excelente aceitação e proporções internacionais, os jogos nascem como o principal alavancador da promissora indústria de turismo da Costa Oeste.

Antes do inicio do evento, o homem e a natureza já estão ganhando. Mais de 440 mil habitantes de 16 municípios situados à margem do Lago de Itaipu serão beneficiados diretamente com a criação de oportunidades de trabalho durante todo o ano.

Planeta Ar, Planeta Terra, Planeta Água: Unidos por Esporte.

Os Jogos Mundiais da Natureza serão desenvolvidos através de 13 modalidades esportivas, na água, na terra e no ar.

Esportes da água:

1 Travessia: 6 dias em canoa contra

a correnteza e a favor da natureza.

1 Slalom: 300 m de obstáculos tias

águas bravas,

Rafting: Balsas descendo águas

turbulentas.

Pesca: Águas aplaudindo com alegria a volta dos seus peixes.

Vela: 250 milhas de emoção nas águas do Lago de Itaipu.

Esportes da terra:

Triatlon: Atletas completos programam sua

resistência num triplo

desafio.

1 Escalada: Ida e volta nas paredes

mais ocultas do Iguaçu.

1 Orientação com Amo e Flexa:

Correndo 30 km na direção da

flexa e da perfeição.

1 Ciclismo: 7 dias e 640 km mos-

trando habilidade em Mountain

Bike.

1 Golf: Tacos, bolas e buracos in-

gleses nos campos brasileiros.

Hipismo: 50 km por dia no convívio entre

os homens e os animais.

Esportes do ar:

1 Balonismo: 7 dias de balões levando seu colorido aos céus.

1 Paraquedismo: Heróis voadores pousando nas belas Cataratas.

A CELEPAR E OS JOGOS MUNDIAIS DA NATUREZA

A CELEPAR estará presente nos Jogos Mundiais da Natureza.

Este primeiro artigo visa apresentar a utilização do texto oficial de divulgação, a todos os celeparianos, este grande projeto em que já estamos envolvidos. Fecha a estrutura de informática para a preparação, administração e acompanhamento dos jogos deverá ser suprida pela CELEPAR, quer diretamente, quer através de parcerias.

Muito trabalho teremos pela frente. Todos os celeparianos certamente estarão envolvidos.

Nos próximos números traremos mais informações.

História de uma Canal de peixes e caiaques







Era uma vez no Paraná, o Lago de Itaipu que banhava vários municípios do extremo Oeste do Paraná. Daí um dia, o Paraná elegeu, Jaime Lerner, ex-prefeito de Curitiba para Governador. Da sacolinha de idéias Jaime Lerner tirou uma idéia e disse que a idéia seria feita na Costa Oeste. Onde? Na Costa Oeste do Paraná. O Paraná tem duas costas, uma no Leste também chamada de "litoral" e outra no Oeste chamada de Costa Oeste ou ainda Lago de Itaipu para uns e Reservatório de Itaipu para outros.

Da sacolinha de idéias Jaime tirou mais idéias. Um evento esportivo para tirar a Costa Oeste da inexistência e as comunidades do Lago do marasmo: Jogos Mundiais da Natureza para acontecer entre setembro e outubro de 1997.

Para isso, o governador fez aparecer Bases Náuticas em todos os municípios da Costa Lacustre Oeste. Mas a principal obra seria o Canal da Barragem onde aconteceriam em 1997 as competições de kayak de águas rápidas. A primeira foto acima mostra o lindo trabalho de arte que foi o logotipo dos Jogos. As outras fotos mostram três momentos da construção do Canal da Barragem - entre elas mostra-se a área de tomada de água, e em uma das fotos se vê o futuro canal recebendo gramas verdes, verdes.

O Canal da Barragem não ficou pronto para os jogos em 1997. Nem o governo terminou. O governo se atrapalhou nas obras. Em certa altura, o Exército Brasileiro participou da obra através do Batalhão Ferroviário - um dos poucos lugares do Brasil sem ferrovia que recebeu o batalhão ferroviário. Depois, entraram em cena outros agentes e empresas privadas.

E aconteceu, que só no século seguinte, o Canal foi terminado desta vez pela Itaipu Binacional. E o canal passou a receber o nome de Canal de Piracema. Aquele local que aparece na foto e que serviu de entrada para os trabalhadores e máquinas do canal, hoje está fora de uso, da vista e dos corações. Houve até um estacionamento, parte da estrutura, que custou RS 5 milhões. O estacionamento foi construído onde deveria ser a entrada dos torcedores e esportistas. Hoje, o estacionamento pode ser usado como "prática" para estudantes de arqueologia e que necessitem praticar a arte de escavar. O estacionamento está debaixo de toneladas de sedimentos, plantas etc.

Finalmente, o Canal da Barragem Piracemático hoje já recebe competições de kayaks (caiques), canoas e rafting e está sob a orientação da Itaipu Binacional. Isso só mostra duas coisas: primeira, Deus escreve torto e termina certo; segundo, ninguém nunca sabe onde vai terminar. Mas, tudo terminou bem e todos foram felizes para sempre.

Se você quiser sentir um gostinho do "discurso" dos Jogos Mundiais da Natureza na época em que foi anunciado clique aqui AGORA!

segunda-feira, 14 de julho de 2008

A Foz que se vai - velhas edificações





Foz do Iguaçu passou por muitas etapas e isso se pode ver nas casas e edificações. Neste blog no qual conto coisas que vou vendo enquanto vago pelas ruas da cidade, comecei a colocar fotos de algumas casas ou edifícios locais que de alguma maneira falam comigo, trazem lembranças ou que foram importantes para a cidade em épocas passadas mas não muito "passada". As fotos acima mostram a esquina da Rua Oscar Muxfeldt e a JK, próximo à Caixa Econômica Federal e a (não tão nova) sede da Câmara Municipal. Os edifícios em questão ainda estão sendo usados. Há bares, restaurantes, chaveiros e outros negócios menores. Destaco o prédio do Hotel Espanhol - que funcionou até não faz muito tempo. Sem dúvida o Hotel Espanhol, cuja placa ainda se vê no andar superior do complexo foi iportante para Foz do Iguaçu e quem sabe qunata gente passou por ele? Quem o construiu? Quem trabalhou nele? O sonho de quem ele realizou?

Tchau casinha!




Passando pela Rua Almirante Barroso, centro de Foz do Iguaçu, não pude deixar de ser atraído pela casinha acima. E antes de que a casa seja derrubada e no terreno apareça uma nova estrutura, aproeitei para registrar o fato de esta casa existiu. Essa região da avenida sempre foi sede de pequenas empresas ligadas à serigrafia, criatividade, publicidade. Pouco a pouco a paisagem está mudando. Há uma nova arquitetura na cidade. A casa ainda pode ser vista. Vai lá e fotografe também. a

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