quinta-feira, 18 de junho de 2015

Miss Turismo Foz do Iguaçu concorre a Miss Turismo Três Fronteiras


Atenção agenets de viagens, operadores, imprensa e convidados do Festival do Turismo das Cataratas. O Festival foi aberto nesta quarta-feira, 17. Daqui a pouco abre a Feira do Turismo, um dois sete eventos do conglomerado de eventos do Festival. A Miss Turismo Foz do Iguaçu, Heloisa Bechlin Wainatuk estará lá, num corpo a corpo pedindo voto para sua campanha. Ela concorre com a Miss Turismo Puerto Iguazú Gisele Benítez e a Miss Turismo Ciudad del Este Deyse Espínola pelo título Miss Turismo Destino Iguaçu (Iguazu, Iguassu) quer dizer a Miss Turismo TriFron. Apareço com ela na foto o que me faz estar engajado na campanha  pela Miss Foz. É com vocês. Leia mais

Vamos resgatar o Polo Turístico Internacional do Iguaçu? Está parado desde 2002!


A XXIII RET realizada em Salto, Uruguai deliberou sobre o Polo Iguaçu / Iguazú (fotos JL)


Sílvia Thomazi e Miguel Sória da FozTur acompanham RET como observadores

Em conversa não oficial com um membro da RET - Reunião Especializada em Turismo realizda em, Foz do Iguaçu na segunda e terça feiras desta semana descobri que as autoridades atuais desconhecem a existência da Resolução Mercosul 41/97 que define a área geográfica do Polo Internacional Turístico do Iguaçu. "Se soubéssemos da existência de uma Resolução deste nível estaríamos trabalhando por ela pois é isso que .queremos fazer, facilitar ao máximo a chegada de turistas"  me disse um dos participantes sem me autorizar a identificá-lo. Fui à pesquisa para descobrir mais sobre o assunto e o por que da inobservância de uma Resolução de nível tão alto no  bloco.   Daí descobri uma nota da antiga Comissão Parlamentar Conjunta (CPC) que "recomenda" a retomada imediata das discussões sobre o Polo Turístico Internacional  com "total prioridade para sua consolidação". A Nora da Recomendação total informa que o Polo Turístico Internacional foi tirada da lista de discussões da RET em abril de 2000 e mais especificamente durante a XXXI Reunião Especializada em Turismo (RET) realizada em  abril de 2002. 
Resolução Mercosul 41/97 define área geográfica do Polo

Nota da Comissão Parlamentar Conjunta (CPC) que lamenta fim das discussões do Polo

As primeiras duas fotos desta postagem mostram a XXI RET em Salto, Uruguai, capital uruguaia do turismo termal. Era agosto de 1997 e a defesa do Polo Iguaçu no nível local foi feita pela Foz do Iguaçu Turismo S.A. (FOZTUR) empresa mista ainda em processo de extinção. Com o fim da Foztur, Foz do Iguaçu deixou de lado a discussão e o Polo Iguaçu criado pela Resolução 41/97 (terceira imagem acima) ficou à deriva. Não escrevo isso para lamentar. Meu propósito é que com esta pista possamos resgatar as discussões e colocar o Polo de volta na agenda.  Está chegando a hora do Polo!          

Por que pegamos a fama de terra da evasão?

Sacoleiros unidos ...
Foi na época dos grandes comboios de ônibus que partiam de Foz do Iguaçu todos juntos, compactados como se formassem uma gigantesca lagarta. Com a estratégia o que se tentava era impedir que a Receita Federal pudesse parar os ônibus para fiscalizá-los de um por um e assim pudessem fazer o que mais os "compristas" temiam: aprender as mercadorias. Durante certo tempo a tática deu certo, a taturana funcionou. Mas daí aconteceu o que se podia prever, o Governo reagiu. Os comboios foram derrotados por máquinas muito modernas chamadas filmadoras. Ainda não eram GO PRO ou mini câmaras.  As máquinas filmaram as placas e serviam de prova caso a queixa chegasse à justiça. Foi assim, que mandados de busca e apreensão foram expedidos em massa e os ônibus começaram a cair. Os ônibus estavam fazendo transporte ilegal de carga - o que violava preceitos estabelecidos pela ANTT e DNIT entre outros e violavam interesses das entidades protetoras dos caminhões além de fazer descaminho e contrabando. Assim começaram a sumir das estradas as cenas mostradas nas fotos publicadas pelo fotógrafo Roger Meireles em seu espaço no Facebook .
Jamais ....

No mesmo ano, o Ministério Público Federal e a Receita Federal atacaram as contas bancárias chamadas CC5 que permitiram que empresários  residentes no exterior pudessem movimentar dinheiro por meio de contas no Brasil. Nas palavras do Banco Central, as contas CC5 "eram contas previstas na Carta Circular nº 5, editada pelo Banco Central em 1969, que regulamentava as contas em moeda nacional mantidas no País, por residentes no exterior. Referida Carta circular foi revogada em 1996 e, portanto, a expressão “contas CC5” não mais se aplica às atuais contas em moeda nacional tituladas por pessoas físicas e jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no exterior. Hoje, as disposições sobre essas contas constam do Título VI da Circular nº 3.691, de 16 de dezembro de 2013. Mais sobre as CC5 e o espírito da época pode ser vista nesta reportagem da Assessoria de Imprensa da Câmara dos Deputados que associam as contas à lavagem de dinheiro e lembra da famosa CPI do Banestado - Banco do Estado do Paraná vendido para o Banco Itaú. 

Serão vencidos.
A lavagem de dinheiro foi criminalizada  em 1988 pela Convenção das Nações Unidas contra o Tráfico Ilícito de Narcóticos, Drogas e Substâncias Psicotrópicas. A luta foi endurecida em 203 e 2005 com a Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional e Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção. As duas convenções introduziram a obrigação dos países membros criarem Unidades de Inteligência Financeira (FIU, em inglês) e que vem desalojando corruptos em todos os níveis e transformando a vida dos corruptos em um inferno. Na época, havia quem se gabasse de que a fronteira vendia US$ 10, US$ 12 bilhões por ano. Um erro pois esse dinheiro não ficava na região e não aparecia rastro de para onde ia, a região conseguiu a atrair a atenção das autoridades mundiais. As autoridades dos Estados Unidos da América não demoraram para associar essa desmaterialização de dinheiro ao terrorismo.    
Carros fortes eram escoltados ao Aeroporto 

Como mostra a imagem desta edição d'A Gazeta do Iguaçu, Foz do Iguaçu, cidade que na época tinha mais bancos que Lichtenstein ou Mônaco já entrou na lista. Havia bancos de tudo quanto era estado só faltando ter tido uma Agência do Banco do Estado de Roraima. Os carros fortes como mostra a foto da segunda metade da década de (19)90, trafegavam  em comboio com escolta policial entre o Centro de Foz e o Aeroporto. Enquanto isso, registre-se que Foz vivia uma época de muita miséria sendo mostrada pela quantidade de "crianças de rua", invasões, favelas e grande parte da população fazendo papel e trabalhando como laranja. O benefício dessa grande lavagem não ficou em Foz do Iguaçu, Ciudad del Este e nem para o povo do Paraná. O Banco do Estado do Paraná foi um dos grandes agentes desta bandalheira. Entre 1996 e 2002 foram desviados cerca de R$ 30 bilhões para contas CC5 em paraísos fiscais.  Lembre um pouco da história da privatização - Fonte CUT) 

terça-feira, 16 de junho de 2015

E a Fundação ICVB era inocente: processo arquivado





O processo contra a antiga Fundação de Divulgação Turística do Iguaçu - antigo nome fantasia do Iguassu Convention and Visitors Buireau foi arquivado. A Fundação foi desativada em 2009 sob a batuta de um conselho criado parta isso dirigido pelo empresário Enio Eidt e levado a cabo pelo contador Derseu de Paula do escritório de Paula Associados. A extinta fundação deu lugar à atual instituição que passou a ser Instituto em vez de  Instituto de Fundação. É importante divulgar este fato porque na semana em que a entidade foi lacrada em 2002 aconteceu o Congresso Nacional da Associação Brasileira de Jornalistas do Turismo - Abrajet. Com isso fica declarada a inocência do ICVB e livra-se assim a comunidade de uma lembrança triste. 







Decolou a Reunião de Turismo do Mercosul

Lembrança para meu arquivo: antes do início do trabalho
Duas reuniões de máxima importância no nível ou na instância do Mercosul. acontecem em Foz do Iguaçu. Desde ontem, estão reunidos os técnicos do setor governamental do turismo da Argentina, Brasil, Chile, Paraguai, Uruguai e Venezuela. Os técnicos têm a difícil missão de harmonizar as diferentes e às vezes conflitantes normas relativas ao turismo nos países sentados à mesa. O Chile que não é membro do Mercosul ainda, participa como país associado. Quer dizer o Chile não quer ficar fora desta cosia harmonizada. 
Já sei de antemão que uma as das coisas que deverá ser anunciada é sobre a efetivação do Fundo de Promoção Turística do Mercosul. A criação do Fundo foi aprovada pelo CMC  ( o grupo que reúne os presidentes do bloco) em 2009. O Congresso Nacional do Brasil aprovou a contribuição do fundo em 2013 com previsão de arrancada já em 2015 - tudo de acordo com política brasiliera da responsabilidade fiscal.  Como o Brasil é presidente pró-tempore do Mercosul até julho, resolver este assunto deve ser um dos compromissos da administração brasileira neste semestre. Com o fundo, O Mercosul participará em feiras internacionais de forma conjunta. 
Atenção, ninguém está inventando o ovo. Isso já tem acontecido em feiras no Japão onde o Mercosul tem um escritório e o Mercosul já participou de forma conjunta em anos anteriores. Mas como? Graças ao Japão que por meio de sua Agência Japonesa Internacional de Cooperação  (JICA - Japan International Cooperation Agency)  bancou a participação e deu a arrancada nesse modelo de participação comunitária dos países do Mercosul no Japão. Se ligue na palavra comunitária! Comunidade é o Mercosul - Comunidade Mercosulina assim como existiu a Comunidade  Europeia que deu lugar à União (UE). 
A participação conjunta na venda do Mercosul lá fora exige que os países façam seus deveres de casa. Além de harmonizar o processo de venda e divulgação lá fora é necessário harmonizar a recepção aqui dentro do Mercosul. Isso evitará a diferença ou assimetria nas regras do atendimento. Hoje todos os países tratam os visitantes de maneira diferenciada. Há países dos quais se exigem vistos. De outros países não se exige vistos. 
A política de vistos é muito séria.  O brasileiro comum conhece a palavra "reciprocidade"  especialmente na área do bateu levou. Hoje o Ministério do Turismo defende a suspensão da necessidade do visto para facilitar a vinda de turistas. Como o visto é uma questão de reciprocidade, o Brasil só suspende a necessidade de visto de quem faz a mesma coisa com ele e isso está na lista dos afazeres do Itamaraty. Outra coisa mais imediata que pode sair da RET_ REM em Foz são os roteiros integrados. 
O Mercosul vem trabalhando nisso há tempo. Na velha guarda das propostas criou-se dois roteiros que aparentemente são simples de materializar. UM é o Roteiro das Missões ou Roteiro Jesuíta que acompanha tanto o trajeto dos jesuítas no que hoje são Argentina, Brasil e Paraguai como a declaração de Patrimônio Cultural conjunta - algo que é raro acontecer - para as missões que estão hoje no Rio Grande do Sul, Misiones, Argentina e Itapúa no Paraguai. Polrém, há muitas assimetrias (diferenças), divergências, problemas de estrutura e até de corrupção no trajeto do viajante da Rota das Missões. Mas, a Rota das Missões tem progredido em cada país. Falta harmonizar. 
O segundo roteiro teve menos sorte. Chama-se ou chamava-se Rota Gaúcha, Mundo Gaúcho ou Mundo Gaucho. Na harmonização dessa rota, um dos problemas mais sérios começa com a pergunta: o que é gaúcho ou gaucho? Há ligeiras mas sérias diferenças sobre o mundo gaúcho e todas são ricas. A harmonização começa daí.          

domingo, 14 de junho de 2015

Bem-vindos RET e RMT em Foz 2015


Oficialmente na Agenda

A imagem acima mostra a Resolução do Grupo Mercado Comum ( GMC) número 41/97 que criou o Polo Turístico Internacional Iguaçu. Atualmente a maioria das pessoas incluindo as autoridades da região do Polo Turístico Internacional não sabe que ele existe; não sabe o que é e não sabe para que veio. Em Foz do Iguaçu quando se fala em Polo Turístico Internacional Iguaçu ( não é com dos SS) pensam no Instituto Polo Iguassu. O Instituto Polo Iguassu é uma Organização Não Governamental (NGO). 

Note que o artigo 1 da RESOLUÇÃO  define a área "geográfica operativa" do Polo Turístico. Foz do Iguaçu é a cidade brasileiura da Fronteira que participa nela. O limite do Polo Turístico pelo Brasil coincide com o limite de Santa Terezinha de Itaipu. E oq que significa isso na prática? Na prática seria a solução para o problema do visto.  

Por exemplo: a Argentina não exige visto de cidadãos russos. Assim um russo que tenha visitado Buenos Aires, Bariloche, Patagônia, Salta entre outros maravilhosos destinos e venha a  Puerto Iguazu, verá as Cataratas do lado argentino e se divertirá. Ele não fez planos de vir ao Brasil, Rio de Janeiro, Brasília. Mas o guia de Puerto Iguazu vai dizer a ele que as Cataratas tem que sert vista dos dois lados. Ou menlhor ele vai descobrir que as Cataratas tem lado argentino e brasileiro. É possível que ele queira vir e ainda passar numa churrascaria. Daí o guia pede para ver o passaporte dele e descobre que ele não tem visto para o Brasil. Ele teria tentar consgeuir o visto no Consulado Brasileiro em Puerto Iguazú mas poderá ter que esperar mais tempó do que ele tem disponível. Este russo imaginário tampouco poderá ir a Ciudad del Este pelo mesmo motivo. Há um grande número de nacionalidades com este problema.    

Quando a Resolução entrar em vigor após passar pelos lentos e demorados passos processuais da diplomacia e pela aprovação dos congressos nacionais, o visitante russo com visto válido para a Argentina poderá se mover como turista, dentro do território do Polo sem ser incomodado desde que não viole os prazos concedidos e nem tente adentrar no território do para o qual ele não tem visto. Agora se ele descobriri aqui que o Ballet Boishoi vai se apresebntar em Casacavel e ele decidir ver ele ou ela não poderá. Ele ou ela deverá cair na mão da PRF à serviço na BR-277 e ser trazido para a PF em Foz. 

No lado argentino, e de maneira pioneira, o procedimento já existe. Deixar Puerto Iguazu pela Ruta 12 com destino a Wanda, por exemplo, só com os papéis legalmente exigidos. Quem tentar dar uma de joão-sem-braço, será detido antes do quilômetro 50, próximo a barragem da Usina de  Urugua'í. O Paraguai fará o mesmo logo após a entrada para o Aeroporto em Mingá Guazú.  O Brasil começou a construir uma base graças à intervenção do Estado do Paraná. O prédio é conhecido hoje como Elefante Branco na BR-277 antes do Posto da PRF. A qualquer momento a discussão do Polo continuará. Arrisco a dizer que assim que o Paraguai resolver a construção de seu complexo de controle no Km 16 ou 19, o Brasil vai se mexer. O que não sei é se o Brasil vai usar o "elefante branco" da BR-277, ou se partirá para uma nova iniciativa.   






terça-feira, 2 de junho de 2015

Preços dos Serviços da Natureza: preço, valor ou ilusão? (Parte II)


Jackson Lima


Esta é a uma continuação do que postei antes sobre o preço das coisas para a natureza. Preço, valor ou ilusão. A França, me deu uma boa notícia. No dia 21, de maio a França aprovou a Lei Contra o Desperdício (Gaspillage) Alimentar dirigida aos supermercados. Os estabelecimentos deverão doar comida a entidades sociais. Estão proibidos de jogar produtos (como água sanitária) para que se tornem inutilizáveis. Segundo números publicados pelo jornal La Nouvelle Republique, os franceses jogam no lixo 38 quilos de alimento em condições de ser comido a cada segundo. Cada pessoa joga 260 quilos de comida / ano. Mesmo antes de chegar ao consumidor, 150 quilos de alimento é jogado fora; 21% dos alimentos comprados são jogados fora dos quais 31% antes de ser desempacotado.  A farra custa 430 euros por pessoa por ano.  

Um relatório da UNEP e World Resources Institute (WRI) mostra que cerca de um terço de todo o alimento produzido no mundo é perdido a um custo de US 1 trilhão por ano. Quando esses números são traduzidos em calorias, podemos dizer que uma em quatro calorias produzidas não será consumida. 

Mais de 1 bilhão de pessoas passam fome em um mundo que manda 1,3 bilhões de toneladas de alimento para o lixo. Os países ricos jogam fora 222 milhões de toneladas de alimento. O Brasil já é um desperdiçador. Está entre os 10 maiores desperdiçadores de comida do mundo. Segundo a FAO cerca de 30% da produção brasileira é praticamente jogada fora na fase pós-colheita no caso dos frutos e 35% no caso das hortaliças. O preço em dólar ou euro ou reais do alimento vai além do que é gasto para a produção. Envolve o trabalho e a energia da natureza. Tome por exemplo a relação do uso da água para produzir um quilo de alimento – de todos os tipos de alimento. Segundo a ONU, a irrigação utiliza aproximadamente 70% de toda a água existente no mundo. Este índice é maior no Brasil – 72%. Os números da água fica assim: 70% da água doce é usada na irrigação; 22% na indústria e 8% no uso doméstico.   

Para produzir um quilo de arroz se necessita entre mil e três mil litros de água. Um arroz que se vendido a R$ 10 o saco de cinco quilos você vai achar caro. Quanto custou esses cinco quilos de arroz em termos de água segundo o que a Sanepar - empresa mista responsável pela água no Paraná - cobra dos consumidores domésticos? A agricultura irrigada contribui para a produção de 40% dos produtos agrícolas o restante vindo dos sistemas naturais alimentados pela chuva. Basta ver como se produz arroz em bacias de rios como o Miranda. Água do rio é bombeada para área de produção com o tempo o rio desenvolve extensas áreas assoreadas. Os rios do Pantanal estão ficando assoreados também por causa de usos agrícolas das terras no cerrado cujos rios virão para a Bacia do Rio Paraguai.  

São necessários 13 litros de água para produzir um tomate, 25 litros de água para prpduzir uma batata, 35 litros para produzir um xícara de chá, 70 litros de água para produzir uma maçã, 75 litrsos para produzir um copo de cerveja, 10 litros de água para produzir um copo de vinho, 140 litros de água para produzir um copo de café, 170 litros para produzir um copo de suco de laranja, 184 litros de água para produzir um saco de batata frita (crisp), 200 litros de leite estão por trás de copo de leite, 2,400 litros de água para produzir um hambúrger, 16 mil litros de água para produzir um quilo de carne.    


Há quem discorde no caso da pecuária no Brasil na questão da água necessária para produzir um quilo de carne pois no Brasil os boias são criados livres, bebem água no rio por sua vez alimentada pelas chuvas. Os números pensam mais na pecuária de gado em confinamento onde a água não é só para beber e serve também para a limpeza e higienização do espaço. O desperdício de água existe também em outras áreas.

Dois milhões de toneladas de dejetos humanos são jogados em cursos de água do mundo; 70% do dejeto industrial de países em desenvolvimento são jogados em cursos de água que poluem as fontes de água para consumo humano; desde 1900 mais da metade das terras úmidas do mundo (pântanos e banhados) foram destruídas; entre 1991 e 2000 mais de 665 mil pessoas morreram em 2.557 desastres naturais dos 90% são oficialmente considerados eventos relacionados com a água.  Todos os números são do IFAD / Fundo Internacional para o Desenvolvimento da Agricultura - uma organização especializada das Nações Unidas.   Veja este filme sobre desperdício do alimento feito para a EXPO de Milão.





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