quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Frutos do IFPr - Lições de alternatividade


Na efervescente Praça da Bíblia em Foz do Iguaçu aconteceu ha alguns dias a mostra Ciência na Praça. Destaco nesta nota o curso Técnico de Edificações do Instituto Federal do Paraná - Campus de Foz do Iguaçu. O curso está no primeiro ano e os frutos dele já são bons. O curso trouxe para a praça, três grupos de alunos com suas nvenções. UM grupo apresentou ao público o resultado da pesquisa deles na busca de um substituto para o granito e até o mármore. O resultado foi uma pedra com textura de granito que utilizou o vidro. A professora Marcia Helena Beck lembrou que Foz do Iguaçu tem um problema grande com o vidro - especialmente os de garrafas não retornáveis e, entre eles, as garrafas de cerveja Long Neck. Na foto ao lado está o grupo do Bloco Ecológico com Vidro: Bruna Simi, Gustavo Martini, Manuel Trovisoni, Vinicius Arantes, Kelly de Lima, Pedro Guilherme. Nota dez para o curso, a equipe e a escola.



Outro grupo do mesmo curso está quebrando a cabeça para descobrir tintas ecológicas ou de base orgânica. Na pesquisa eles já testaram o urucum, o hibiscus e açafrão. A tinta já pode ser usads em ambientes fechados ou seja interior. O grupo que veio à praça é formado por Larissa Matioli, Crislaine Bruni, Brunna Machado, Isamyn Mikaela e Guilherme Mazini. Os aluos me explicaram que as tintas que temos hoje no mercado são: verniz, emborrachadas, acrílicas, latex, esmaltes e a óleo. "Até as tintas a base de água não podem ser chamadas de ecológicas. Fiquem de olho nesse grupo!



O Curso "Técnico em Edificações" do Instituto Federal do Paraná trouxe também alunos do primeiro ano que mostraram suas pesauisas na área da brita e do concreto. O grupo do concreto é formado por Amanda Nicole Junqueira, Camila Juliana de Castilha, Elisiane Cristina Rosa Paulino, Jedson Correa e Taís Neto Pereira da Rosa . Os alunos moeram resíduos da construção para transformá-los em blocos de concreto. Segundo os membros da equipe o agregado produzido por eles mediu 17 mega pascal em sete quando o agregado industrial é de 13 ou 14 mega pascal entre 13 e 14 dias.


Para mim o que é digno de celebração é esta oportunidade dos jovens terem acesso à novas informações e poderem desenvolver habilidades. Confesso aqui que nunca fui ao IFPR, nunca fui ao PTI para realmente ver o que rola assim como nunca fui à Unila. Vou incluir eses luagres na lista do "Bairronauta"




Um comentário:

Gesiane Noirette disse...

Muito bacana o trabalho deles, sem contar que a proposta deles ajuda e muito o meio ambiente. Parabéns :D

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