Nome: Teca Naturalidade: Amapá Idade: menos de 3 anos Estado civil: não interessada nisso Residência: Bosque Guarani, Foz |
Bem-vindo (a), bienvenido (a) |
Bem-vindo e bem-vinda ao Zoológico Bosque Guarani de
Foz do Iguaçu. Este é um espaço inaugurado pelo então prefeito Dobrandino
Gustavo da Silva na véspera do aniversário de Foz do Iguaçu em 1996. Até então havia no espaço de 4,5 hectares um bosque sem
grades de proteção. Não era muito usado
pela população. Pelo contrário, havia reclamações de que a área oferecia
perigos à segurança.
A entrada
do Zoológico está logo à frente da marca que no mapa (acima) lembra um tabuleiro de dama.
Banheiros femininos e masculinos se encontram na edificação redonda no
extremo limite à esquerda da Administração (CEAI) e Casa Verde.
Identifique a Trilha 1 (T1), por onde se sugere que o passeio comece e volte pela T2. A morada da Teca está na parte superior à direta entre os quatro lagos e a construção redonda que eu chamo de "Morada da Ema".
Há uma pequena cabana com estatuas de um casal índio. Podem ser Naipi e Tarobá. Muita gente tira foto ao lado do casal. Ainda falando em foto, outra boa lembrança a levar para casa é uma foto de seu rosto em uma figura do casal Naipi e Tarobá.
Na época, como hoje, o bosque ficava ao lado do ponto final de ônibus que também era aberto e abrigava uma série de barracas populares onde se vendia de tudo. Hoje o ponto final de ônibus virou Terminal de Transporte Urbano (TTU) e também ganhou grades. A entrada do Zoológico é gratuita. Ele é mantido pela Prefeitura e funciona de terça a domingo das 9 às 17h. Na entrada há uma catraca para contagem dos visitantes por motivos estatísticos. É muito importante isso,pois prova às autoridades que o local é muito visitado pela população e por turistas de várias nacionalidades.
Folder disponível na Sala Verde um espaço de exposição, recepção e educação ambiental. A sala fica logo à esquerda de quem entra |
Há uma pequena cabana com estatuas de um casal índio. Podem ser Naipi e Tarobá. Muita gente tira foto ao lado do casal. Ainda falando em foto, outra boa lembrança a levar para casa é uma foto de seu rosto em uma figura do casal Naipi e Tarobá.
Na época, como hoje, o bosque ficava ao lado do ponto final de ônibus que também era aberto e abrigava uma série de barracas populares onde se vendia de tudo. Hoje o ponto final de ônibus virou Terminal de Transporte Urbano (TTU) e também ganhou grades. A entrada do Zoológico é gratuita. Ele é mantido pela Prefeitura e funciona de terça a domingo das 9 às 17h. Na entrada há uma catraca para contagem dos visitantes por motivos estatísticos. É muito importante isso,pois prova às autoridades que o local é muito visitado pela população e por turistas de várias nacionalidades.
Para entender o projeto do Bosque Guarani, adianto que há duas trilhas principais. A idéia é que você comece a visita pela trilha I. A trilha faz uma curva cruza a trilha 2 e prossegue acompanhando pelo menos 19 “viveiros”. O ponto alto da vista é a jaula da Teca – uma onça pintada de dois anos e meios de idade aproximadamente vinda do Amapá. Teca chegou a Foz do Iguaçu primeiro para o Refúgio Biológico Bela Vista da Itaipu Binacional. Ela foi enviada por órgãos de proteção ambiental visto que ela era vítima do tráfico de animais ou pelo menos da posse ilegal. Uma das expectativas dos biólogos do Zoológico Bosque Guarani é fazê-la reproduzir no cativeiro o que não é fácil. O biólogo e chefe do espaço iguaçuense explicou que as onças não cruzam com animais de fora de sua área de origem. Uma onça amapaense não vai se interessar por um macho paranaense, por exemplo. A partir daqui é só aguardar a notícia do que vai acontecer.
Uma mãe sagui protege o filhote ... |
O filhote de sagui (fotos Marcela Oliveira) |
Depois da visita à morada da Teca (a onça), recomendo
que você se dirija à área onde estão três pequenos lagos artificiais. Lá há
jacarés- de papo amarelo, patos, cisnes, marrecos (de vida livre) e tartarugas,
entre elas a “tigre da água”. A tigre d’água é uma espécie de tartaruga que os
americanos chamam de “sliders” que significa “deslizadoras”. O motivo é que quando
elas estão em um barranco, ou tomando sol em uma pedra e percebem algum perigo
elas não saltam para a água, ou pulam n’água, elas deslizam de lado, às vezes da garndes alturas – uma manobra
quase suicida, e se deixam cair. Não tente fazer isso, não importa sua idade,
viu?
Quando fiz as fotos para esta postagem-guia, o dia
estava chuvoso. Fiz as fotos debaixo de um guarda-chuva. Gosto muito de mato em
dia de chuva. Os animais estavam preguiçosos. Vi algumas mães sagüis carregando
filhotes nas costas. Com o tempo fechado e os bichinhos agarrados nas mães, não
houve como fazer que eles aparecessem em foto nenhuma. A situação foi salva pela bióloga do Rio de Janeiro, Marcela Oliveira.
No dia em que fiz as fotos e a visita para escrever esta postagem o lugar estava vazio com a exceção de Marcela Oliveira
e Jader França um casal do Rio de Janeiro. Marcela é bióloga e estava encantada
com os animais especialmente com a Teca. Jader que é soldador, também curtia a visita. Recentemente enviei fotos que tirei do casal e Marcela me enviou várias fotos tiradas por ela que voltou ao Bosque Guaranio quando o tempo estava melhor. As fotos dos saguias são um "vitória". Não é fácil fotografar os bichinhos.
Finalmente
Uma mensagem na sala de educação do Zoológico Bosque Guarani
diz o seguinte: “Os zoológicos atuais estão deixando de ser apenas um espaço de
lazer. São cada vez mais vistos como uma “Arca de Noé do Futuro” conservando
espécies ameaçadas de extinção e que necessitam de grandes áreas para sua
existência”.
São também peças chaves na conservação e pesquisa além do entretenimento.
Digo mais, a existência de um espaço público como o Bosque Guarani é importante para a saúde mental, psicológica e ecoespiritual da população. Muitas vezes, entro no Bosque Guarani, nem tanto para ver os animais mas para estar no verde. Às vezes abraço uma árvore ou duas e faço exercícios de visualização do verde. Não necessariamente desta ou daquela árvore ou planta. Mas do verde como se fosse “um lugar”. Há bancos para sentar, descansar e ficar quieto. Você vai sair revigorado ou revigorada.
Finalmente
Cantinhos gostosos para sentar |
São também peças chaves na conservação e pesquisa além do entretenimento.
Digo mais, a existência de um espaço público como o Bosque Guarani é importante para a saúde mental, psicológica e ecoespiritual da população. Muitas vezes, entro no Bosque Guarani, nem tanto para ver os animais mas para estar no verde. Às vezes abraço uma árvore ou duas e faço exercícios de visualização do verde. Não necessariamente desta ou daquela árvore ou planta. Mas do verde como se fosse “um lugar”. Há bancos para sentar, descansar e ficar quieto. Você vai sair revigorado ou revigorada.
A partir daqui a postagem está sendo atualizada:
Mensagem do Zoo: Uma árvore transpira até 60 litros de água e pode absorver até 250 litros de água do solo por dia. Uma vacina contra enchentes. |
Um socó de vida livre |
A Morada da Ema (MO) |
Jibóia |
o
Jacaré de papo amarelo |
A chuva não assustou a Marcela e Jader |
Sessão encantamento com a Teca |
Marcela Oliveira e o ninho da jibóia com direito a temperatura ambiente em época de muita umidade e chuva |
Onde fica o zoo? |
Preste atenção no verde |
Conteúdo e fotos Jackson Lima, Marcela Oliveira, 2015
Material em atualisação. Volte sempre!
Material em atualisação. Volte sempre!
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