quarta-feira, 3 de junho de 2009

O perigo das bolas da Avenida Brasil



Fotos by 'bairronauta'

As bolas que aparecem nas fotos foram pensadas para embelezar e enfeitar a cidade. Talvez até para delimitar espaços e dar mais segurança aos pedestres. Contudo, recentemente as bolas começaram a dar sinais de alerta à população. Em uma das fotos, você vê uma bola quebrada entre algumas que estão completas. Dá para entender? Bem, o que você vê é um pedaço de bola. O outro pedaço, ficou no outro lado da rua próximo a Frontur um pouco antes da Rua Jorge Samways. O pedaço que aparece, se soltou da bola, atrevessou a Avenida Nrasil e A Jorge Samways e bateu no Ponte de Taxi na J. Samways.

A segunda foto, mostra de onde a bola se soltou após o carro ter se chocado com ela e provocado a reação física comhecida com o nome de Lei da Inércia que afirma que um objeto parado vai querer continuar parado até que uma força externa a force a se mover. Daí uma vez se movendo, só vai parar quando encontrar uma outra força que atue sobre ela fazendo-a parar. Nesse caso a primeira força foi o carro. A segunda força foi a base do Ponto de Taxi ou a árvore entre a Frontur e Boutique Diva.


Bem voltando às fotos, vemos a esquina da Avenida Brasil com a Rua Bartolomeu de Gusmão onde há esquina tem quatro cantos e em cada canto há nove bolas - há quem as chame de Bola do Paulo, Bola do Samis e outros ainda Bola do Requião. Na foto você vê que faltam três bolas. Agora são seis.

E o que aconteceu com elas? Fácil! Todas foram atingidas por carros e saíram rolando avenida abaixo pondo à prova a existência de Deus. "Só Deus pôde garantir que na hora que a bola rolou não tinha um carro na avenida", comentou Walter Negrão, que de sua barraca, acompnahou a trajetória do ovo. Uma das três bolas também rolou avenida abaixo e quase acabou com a vidraçaria da antiga loja da Brasil Telecom hoje loja da Oi. Um sehor segurou a bola com o pé e quebrou a intenção gravitacional da trajetória balistica da bola-ovo. Das nove bolas, já rolaram três.

Os iguaçuenses podem fazer uma das três coias: melhorar a ligação das bolas com a terra, chumbando-as; proibir por lei os carros de bater bola nas ruas. Fechar a rua para que novo esporte cresça e, por fim, instituir um seguro para pedestres. Digo isso porque estou prevendo que a qualquer hora uma daquelas bolas, que pesam no mínio 80 quilos, vai pegar alguém pelas pernas e vai moê-las. Se a vítima for uma ciança ela vai ser esmagada. Se for adulta, vai se quebrar toda. Está na hora de prevenir esse acidente anunciado. Caso isso aconteça, quem é o responsável?

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