terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Paraquedismo Turístico em Foz- Saltando na fronteira

Olhe o Pilatus PC-6 lá no fundo

Dois países, duas represas, dois rios, dois lagos
A Estância Hercules - a Drop Zone de Foz

Esperar é parte da festa


Uma siesta na área de dobragem de paraquedas

Kelly Cristina Maciel se preparando para primeiro salto (duplo)

Contagem regressiva para o próximo voo

Embarque no Pilatus PC-6


Love is in the air - O amor está no ar
愛は空気中です

Se não foi filmado, não existe: conferindo imagens

Os paraquedistas de Foz do Iguaçu ganharam um avião  Pilatus PC-6 de fabricação suíça que promete revolucionar a arte, o hobby e a profissão do paraquedismo.  A ideia é que o avião comprado por um grupo empresários e paraquedistas profissionais seja o ponta pé inicial na formação de uma Drop Zone que ofereça saltos para atletas, profissionais, estudantes e  turistas. O turista que vem a Foz já pode incluir o salto na lista de aventuras a fazer aqui na região onde tudo é duplo ou triplo:  três países, três rios, duas usinas, dois lagos, três idiomas, três bandeiras, três moedas e tudo pode ser vivido de uma só vez. 

Estive no aeródromo da Hércules Taxi Aéreo do grande "Seu" Ari. As atividades foram encabeçadas por Paulo Sonaglio, de Foz do Iguaçu que iria completar 700 saltos naquele domingo e Thiago Peretti, um dos sócios do avião  trazido para o Brasil especificamente para trabalhar na área dos esportes do ar. Peretti tem 17 anos como paraquedista e 3.200 saltos registrados na caderneta de Saltos. No dia, Kelly Cristina Machado Maciel, esposa de paraquedista foi “batizada” além de inaugurar a disponibilidade de saltos duplos em Foz do Iguaçu. Agora não é mais necessário ir para a Flórida (EUA) ou Boituva (SP) para curtir o ambiente de uma "área de paraquedismo". É uma experiência e tanto. 


Conversei muito com Willyam Vichoski um dos entusiastas do esporte e defensor do paraquedismo como uma atração a mais na cidade e ele explica que o “tandem" (carona,duplo) é uma experiência que permite ao paraquedista iniciante "sentir a emoção e o prazer da queda livre”. Ele diz ainda que um diferencial é que na queda livre e no vôo a pessoa curte um visual que inclui ver o rio Paraná, o Lago de Itaipu e a Usina de Itaipu além de ver toda Foz do Iguaçu e Ciudad del Este e até Puerto Iguazú desde as alturas.   


O aluno Tiago Valentin, fez o primeiro salto na variedade ASL (Advanced Static Line). Colocarei a foto dele logo, logo.  “É a maneira de se entrar no esporte. O aluno é preso ao avião por meio de uma fita. Quando ele salta, a linha faz com que o paraquedas se abra imediatamente logo após o aluno deixar o avião”, explicou Paulo Sonaglio. Tiago que gostou do primeiro salto já está sonhando em fazer os próximos cinco para subir de categoria e poder tentar o salto solo com a assistência dos profissionais  experientes. Eu já passei pelo salto ASL (recomendo) e passei também pelo vício do salto igual ao Tiago. Por muito tempo eu só pensava em salto, salto, paraquedas.  O Blog de Foz registra mais esta possibilidade em Foz do Iguaçu: o paraquedismo em todas as suas variedades

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