sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

"De olho no Trump" vigilância ambiental cidadã nos Estados Unidos


 Trump Watch - algo como "De Olho no Trump" é um site especial criado pelo portal EcoWatch com a intenção de ser um movimento para "ficar de olho" nas posições e atitudes  do presidente eleito Donald Trump que possam ameaçar o Meio Ambiente "terrestre". O site que inclui um espaço para que as pessoas deixem seus nomes busca apoio de lideranças para políticas sérias nas áreas das mudanças climáticas, políticas ambientais, energias renováveis e agricultura regenerativa. Eu não só coloquei o meu nome como engajo nessa luta. Pouco a pouco o presidente eleito anuncia membros para o seu governo. A maioria aliada aos interesses dos combustíveis fósseis. 


Não deixa de ser um exemplo para que tivéssemos um "De olho no Temer". Falo exclusivamente das questões ambientais brasileiras onde predomina um silêncio preocupante.  Aqui não se discute o pré-sal, a exploração do petróleo pela indústria dos combustíveis fósseis e os perigos para o meio ambiente lembrando sempre que não existe meio ambiente brasileiro, meio ambiental paraguaio ou meio ambiente argentino. 
O "meio" onde a vida se ambienta em questão é o Planeta. Uma visita ao Eco Watch permitirá ver que uma das grandes questões nos EUA hoje é o protesto que cresce contra um oleoduto de 3.8 bilhões dólares chamado Dakota Access Pipeline (DAPL - Oleoduto de Acesso Dakota).  
Cidadãos contrários à DAPL incluindo os fazendeiros e proprietários das terras requisitadas à força e várias tribos (Nações) Indígenas estão protestando na redondeza sob a ameaça constante de grupos táticos da Polícia de Dakota do Norte o que vem sendo considerado uma covardia por um crescente número de artistas, cantores, ambientalistas, os povos originários (índios) e ultimamente pelo menos 2 mil veteranos das Forças Armadas dos Estados Unidos (Exército, Marinha, Marines, Força Aérea) que estão chegando à região de Standing Rock em território Sioux. 
A mensagem dos veteranos às forças estaduais é que eles não brigaram no Iraque, Afeganistão entre outros palcos para defender as ideias de um país que baixa o cacete em cidadãos que rezam, oram e fazem cerimônias para evitar a destruição da Mãe Terra e proteger lugares sagrados como cemitérios e sítios de adoração e fontes de água. Os veteranos se juntarão ao protesto pacificamente. A CNN e outras redes de Televisão não falam disso. Mas já há exceção. O NY Times é uma.            
   

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