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quinta-feira, 15 de maio de 2025

Dia 14 de maio - Me senti como nos velhos tempos (jornalismo de caçada)

Caçambada histórica


Fotografando as obras da Perimetral. A foto tirada pelas senhoras do Primeiro de Maio. Obrigado a elas!    

'bairronauta'

Ontem dia 14 de maio (2025) peguei meu Trike Mobile 24 - um triciclo reclinado e parti para registrar parte das grandes obras de Foz do Iguaçu. Desta vez o trecho da Perimetral Norte - a estrada que vai desviar todo o trânsito pesado do centro da cidade. São os caminhões que trazem toda a carga do Chile e Argentina via Ponte Tancredo Neves ou Ponte da Fraternidade e, logo mais, todo o trânsito que virá do Paraguai via Ponte da Integração, a nova ponte Brasil-Paraguai ou Paraguai-Brasil que une Foz do Iguaçu e Ciudad Presidente Franco. Gosto de pensar que une os bairros Tres Fronteras - Porto Meira.

Gostei de me ver aí, tirando fotos meio escondido, atrás de uma barreira, na encruzilhada de duas ruas-desvios, sentado confortavelmente em um meio de transporte ainda não classificado oficialmente pelas autoridades de trânsito. Vi muita gente rir ou sorrir ao ver-me aí camuflado achando que haviam descoberto meu esconderijo. 

O veículo é 100% à propulsão humana ou seja movido a pernas. Como na estrada, o veículo é o mais baixo que possa transitar, mais baixo do que ele só carrinho de bebê, é praxe em todo o mundo, que os usuários de trikes usem bandeiras coloridas para serem vistos. Daí é livre o uso de bandeiras, banners e flâmulas de todos as cores. É uma bela vista. Fiquei contente de ver meu circo no ar no esforço de continuar com minha vocação de divulgar coisas boas - porque as ruins já tem gente demais fazendo.

Quando digo "me sentindo como nos velhos tempos" me refiro à epoca em que na minha prática eu não pedia permissão a ninguém. Hoje, se confia muito na assessoria de imprensa e nos "releases" inclusive sem saber o significado e o conceito de "release" que é de material "liberado". Em inglês, os releases se chamam também de "handouts" que significa "esmola". Coloco aqui todas as fotos sem permissão tiradas na quarta-feira à tarde. Não fiz todo o trecho devido ao grande movimento de carros, caminhões e até ônibus de turismo.

Quando saí da região, voltei à Avenida República Argentina e entrei no bairro Primeiro de Maio em direção à Avenida Mario Filho. Antes de sair do 1º de maio, vi duas jovens senhoras conversando. De longe vi que elas tinham interceptado visualmente minha nave de longe e estavam com curiosidade. Mantive o curso na direção de onde elas estavam, parei ao lado delas. Dei boa tarde e disse: "Estou fazendo fotos das obras mas tenho um problema. Eu e minha "bicicleta" não aparecemos nas fotos. Se eu não apareço como posso provar que saí para fazer fotos?". Automaticamente, elas se prontificaram a fazer umas fotos. Só então elas elogiaram o triciclo: "Muito legal a sua bicicleta, Nunca tinha visto uma igual".    

As fotos:

Direção ao Trevo do Carimã

Direção a BR-277



Dá para ver a ponta de meu tênis pedalando 


Brincando com fogo

Quero-quero aproveitando os últimos dias de campo antes da ordem de "despejo" 

Área de desvio

Por baixo do viaduto se vê a direção da nova UNIMED


O espaço do CAMARGO resiste aos incômodos das obras

UNIMED e Balneários 


 Vi um brechó no Morumbi e parei nele. Vi uma calça laranja. Me pareceu ser interessante comprar a calça que é tão visível. Mas, no final era um moleton de criança. Expliquei sobre a minha necessidade de coisas coloridas para andar no trike. A dona Eva Aparecida de Oliveira, a proprietária, uma empreendedora, me disse que tinha duas blusas que ela estava terminando. Era uma blusa estilo casaco de frio e uniforme. Ela me mostrou uma. Nas costas ela tinha costurado uma daquelas fitas brancas que brilham no escuro. Era pequena. Daí ela me mostrou a segunda. mesma cor, com uma fita laranja e branca que já é um grande sinalizador. Comprei e já estou usando.   
A blusa corta-vento sinalizada. Gostou?




"Está cansado, faz balé",diz a blusa do manequim 

Descobri este brechó do Morumbi.Dou valor à garra de mulheres como a Dona Eva. O endereço é: Rua José Carlos Pace 489 esquina com Eunápio de Queiróz
 

quarta-feira, 14 de agosto de 2024

Avenida Paraná em Foz está oficialmente desabitada (não tem nada nela)

 

Avenida Paraná entre a Nelson da Cunha Jr e a Padre Bernardo Plate. Click nas fotos para ampilar

A Avenida Paraná uma das mais bonitas de Foz do Iguaçu começa no Trevo do Boici (como se escreve Boici mesmo?) e prossegue até um pedaço da Vila A. 

Mas entre o shopping Cataratas JL e o viaduto que dá acesso à Vila A, a avenida não tem oficialmente nenhuma casa, nenhuma habitação, nenhuma instituição ou negócio. 

A sede da 6ª SDP, do IML, da Receita Federal, do Hospital Municipal, do INSS,  a sede do CESUFOZ se encontram na rua Nelson da Cunha Júnior que é uma marginal da Avenida Paraná. Isto significa que a sede da 6ª SDP e todas os órgãos mencionados não estão na Avenida Paraná. 

Já no outro lado, começando no Shopping JL e indo até e passando da Polícia Federal, o nome da rua onde estão o DETRAN, o MAPA (Ministério da Agricultura), o Colégio Barão do Rio Branco e a APAE é Padre Bernardo Plate.


Não é o unico caso 

 6ª SDP
A mesma coisa acontece no Parque Imperatriz. O Rafain Palace Hotel & Convention que antigamente a gente chamava de Rafain BR não fica oficialmente na BR-277. Fica na Avenida Olímpio Rafagnin. Ora, é preciso cacife histórico para ter um hotel Rafain na rua Olímpio Rafagnin (Parabéns).

No lado contrário da BR-277 está a rua Sérgio Gaspareto. Tanto a Avenida Olímpio Rafagnin como a Rua Sérgio Gaspareto hospedam muitas empresas como hotéis, pousadas e empresas do ramos de logística de caminhões, carga e assistência técnica, que podem dar seus endereços como se estivessem na BR-277.    

O problema também existe na Avenida Costa e Silva. Em um dos lados e parte do trecho a rua marginal se chama Edgard Schimmelpfeng. Entre os endereços famosos da Rua Edgard Schimmelpfeng, estão a sede da Secretaria Municipal de Segurança Pública, a Retimaq, Visk Palace Hotel e a Náutica Neri. 
No outro lado, a rua se chama Elfrida Engel. Haja trabalho para carteiros, taxistas, entregadores e qualquer pessoa que procure um endereço. E isso sem falar que após descobrir a rua, descobre-se também que as casas não têm número.    

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Batalhão de Fronteira em Marechal Cândido Rondon: Gostei!

O governador Beto Richa tem razão ao escolher Marechal Cândido Rondon para ser a sede do Batalhão de Fronteira. Claro que Foz do Iguaçu não gostou. Esperneou mas não fez nada. Cascavel, detestou a escolha e promete brigar. O problema pode estar na falta de entendimento do que é fronteira. É natural que nós em Foz do Iguaçu pensemos em nós mesmos como “a fronteira”. O Governo Federal, ao falar de fronteira, fala de duas coisas diferentes: 1) a linha de fronteira e 2) a faixa de fronteira. A linha é mais fina do que a faixa. Coloco nesta postagem aqui uma lista das cidades paranaenses que estão em diferentes categorias de fronteira: 1) linha de fronteira, 2) faixa de fronteira e 3)cidades gêmeas. Mas a priori – Foz e os municípios do Lago são ou estão na linha de fronteira e nessa situação, como destacou o governador, estão 29 municípios. Já a faixa de fronteira entra Brasil adentro por pelo menos 150 quilômetros. Cascavel está dentro dessa faixa e lembrando as palavras do governador, a faixa de fronteira do Paraná inclui 139 municípios. Sendo assim, eu vejo como acertada a medida. O batalhão terá sede em Marechal Cândido Rondon, onde ficará o comandante e terá companhias em Guaíra (cidade gêmea)no extremo norte e Barracão (cidade gêmea) no sul. Marechal está posicionado estrategicamente para exercer o controle do Lago. Melhor do que ele só Santa Helena –a Terra das Águas que está quase na metade na linha de fronteira Foz-Guaíra. Aí é uma boa pergunta: por que não Santa Helena? Cascavel, como maior centro irradiador de tudo no Oeste especialmente de entroncamentos de rodovias recebeu o Comando Geral da PM no Oeste – o que fará com que a região tenha uma movimentação boa de homens da PM e outras forças. Em Foz chegamos a afirmar que Foz tem melhor infraestrutura para o Batalhão. Rebato dizendo que não em relação ao lago para o qual nós estamos de costas até segunda ordem. Nós não temos nem como embarcar no Lago - falo dos cidadãos comuns! Mas, acertadamente, o governador deu para Foz do Iguaçu a sede do Grupamento de Apoio Aéreo – isso sim, Foz do Iguaçu tem estrutura de aviação, aeronavegação, pistas, torres, Força Aérea que permitem um tráfego pesado e seguro de aeronaves de quase todos os tipos. Gostei!

Este assunto tem três postagens:
1) Batalhão de Fronteira do Paraná
2) Faixa de Fronteiras do Brasil
3) Lista de cidades paranaenses da fronteira


* Governador Beto Richa e Ministro da Defesa Celso Amorim sobrevoam a (linha de) fronteira. Lá embaixo se vê a Ilha Acaray no rio Paraná (Foto - clique para ampliar - Arnaldo Alves AEN)

domingo, 4 de setembro de 2011

Academia ao Ar Livre da Avenida PParaná começa a ser destruída

Alerta! Já começaram a quebrar o equipamento da Academia ao Ar Livre do passeio ao longo da Avenida Paraná. Neste equipamento, nota-se danos causados ao metal que parece ter sido causado por uma marretada ou martelada. É uma pena que uma proposta como esta termine no ferro velho. Creio que do jeito que está não vai demorar muito! Cudemos é uma conquista da sociedade!
Neste segundo equipamento, um parafuso está solto. Ou melhor levaram embora a porca especial que susutenta o parafuso. O próximo passo é o parafuso sair. Atenção galera da manutenção. É da Prefeitur? É fábrica do equipamento? stá na hora de entrar em ação antes que as feraentas importantes para a manutenção da saúde da população vá pelos ares. Afial cada acadeia custou muito dinheiro que saiu de outras áreas onde era necessário! Aqui além de faltar um parafuso, se vê que parte de um pequeno pedaço de metal que contem alguma esopécie de aviso ao usuário está sendo levado. Este parece ter sido cortado. Não sei co andarão as outras academias nos bairros. Mas me parece que esta aqui do centro é a que está em "terra de ninguém". Será que o centro é terra de ninguém? Isso me faz lembrar um parafuso que havia no TTU e um dia gfoi levado. Passaram três anos até que alguém o susbstituiu. Aqui na Acadeia ao Ar Livre da Avenida Paraná, já substituíram um parafuso. Bem fica aí a nota! ('bairronauta')