A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados e a Frente Parlamentar Mista de Combate ao Contrabando e à Falsificação realizaram na última quinta-feira, 26 de novembro, uma audiência pública conjunta para debater o Plano Estratégico de Fronteiras.
O evento foi requerido pelo deputado Efraim Filho (DEM/PB), presidente da Frente, que alertou para o aumento do contrabando que tem impactos diretos na criminalidade, expõe os consumidores a riscos, provoca perdas tributárias que podem chegar a R$ 100 bilhões e enfraquece a indústria nacional.
Participaram do evento representantes do governo federal, deputados e especialistas no tema. O deputado Efraim Filho explicou durante a audiência pública que “os dados mostram que é muito mais eficiente ampliar a base de contribuintes do que simplesmente aumentar indiscriminadamente os já altos impostos no país, como o governo federal vem fazendo”. Ele também lembrou que, mais difícil do que mudar as Leis, é mudar o comportamento das pessoas, “mas é isso que precisa ser feito no médio prazo para acabarmos com a chaga do contrabando no Brasil”.
O diretor do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), Fernando Bomfiglio, afirmou que o país registra prejuízos anuais de R$ 100 bilhões ao ano. “Isso ocorre pelo fato de não termos um plano de fronteiras estruturado no Brasil, com objetivos claros, metodologias testadas, alocação de recursos adequada e lideranças estabelecidas”, afirmou.
O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Antônio César Bochenek, afirmou que “o aparato estatal tem aprimorado seu trabalho de fiscalização, mais ainda de forma insuficiente para combater a ilegalidade de forma efetiva no país”.
O Movimento em Defesa do Mercado Legal Brasileiro – entidade que reúne mais de 70 associações afetadas diretamente pelo contrabando no país - entregou ao deputado Efraim Filho uma carta com os principais pontos da extensão da problemática do contrabando na indústria nacional e os reflexos para toda a sociedade.
Material divulgado por
Flávio Simonetti e Patrícia Coutinho
FSBcomunicação
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domingo, 29 de novembro de 2015
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Congresso de Educação Física (FIEP): Será que Foz está ficando mais triste?

Fiquei devendo uma participação maior no Congresso de Educação de Foz do Iguaçu 2010 encerrado hoje dia, 20. Os participantes vieram e enfrentaram aquelas longas horas de treinamento e cursos. Como o tempo passa, e para quem não está envolvido diretamente, como eu, parece-me que a quantidade de gente nas ruas foi menor. Não que o congresso tenha trazido menos gente. Mas que a cidade como que expulsou as atividades culturais públicas, os agitos que fizeram história. Alguns ícones passaram. O Restaurante do Papi – um lugar que durante, pelos menos, os 12 anos em que acompanhei o congresso, não é mais o Restaurante do Papi.
O Papi alugou o imóvel para a Cida e Zeca que hoje tocam lá o Restaurante Tirol (já falarei do Tirol com a Cida e o Zeca – uma bela história). Outra baixa para o agito no centro no que se refere ao Congresso foi a “baixa” o “falecimento” da sede urbana do Oeste Paraná Clube onde durante anos foram realizados cursos do congresso. Eu mesmo fiz Biodança lá com o professor Valdemar Talema de Porto Alegre. No lugar da Sede Urbana o edifício vai abrigar um supermercado que pertence a uma cadeia da cidade. Se chama Max! Espero que Max tenha sorte lá. Com o fim do Papi, acabou a Lavagem do Boteco, o banho de mangueira com água armazenada em um carro pipa.
Foram manifestações grandiosas e que durou um bom tempo e agora morreu- como é a tendência de Foz do Iguaçu. Posso estar enganado mas creio que o 25° Congresso da Féderation Internacional d’Education Physique (FIEP), pegou uma Fz do Iguaçu mais triste. Quanto as atividades espontâneas no Papi, eu via que nos últimos anos a coisa “degringolava” seja lá o que quer que este verbo signifique. A festa ficou popular demais e já atraia iguaçuenses carentes de lazer para a esquina da Marechal Deodoro com a Quintino Bocaiúva . Muitos deles, pobres, duros e membros daquela “classe perigosa” – no termo dos sociólogos. Em fim, repito, Foz me pareceu mais triste. Ou sou eu quem está mais triste. Tenho que descobrir isso. Estou achando que Foz está ficando mais triste. Tenho que descobrir tudo isso! A foto acima é de um curso de dança ligado à educação física nas instalações da UDC.
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