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quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Nada de complexo de vira-lata em Foz do Iguaçu: casos em que Foz está na frente - transporte coletivo (Parte I)

O primeiro passo: assentos preferenciais amarelos 
O segundo passo: todos os assentos são preferenciais
Esta postagem tem como meta desencorajar o espírito de vira-lata ou complexo de inferioridade de moradores de Foz do Iguaçu que são levados a crer que em outros lugares tudo é melhor e tudo funciona bem justificando o uso da famosa expressão: "isso é uma vergonha".  Destaque hoje para o transporte coletivo. Um alvo fácil para xingamentos especialmente por não terem os ônibus ar condicionado. É uma falha, especialmente em um dia como hoje (20/12). Às 10h59, temos 29 graus, umidade do ar 69% e pressão atmosférica a 1011 milibares. 
Esta postagem quer destacar o que temos no que se refere a algumas leis municipais interessantes e que chamam a atenção de quem nos visita. Antes de qualquer lei que disciplinasse a conduta de passageiros dentro dos ônibus, já predominava a lei do bom senso que incentivava a pessoas mais jovens a cederem, como cortesia, seus lugares para grávidas, deficientes, mulheres com crianças de colo entre outros. Mas com a chegada de novos modelos de ônibus foi introduzido o conceito de "assento amarelo" como "assento preferencial". Geralmente eram selecionados alguns assentos. Em grandes centros brasileiros, eram dois assentos por ônibus. Em algumas cidades, idosos e pessoas com necessidades eram deixados no ponto por que não havia mais assento preferencial. Foi quando em Foz do Iguaçu, entrou em vigor uma lei que criava o "assento preferencial" lembrada na pioneira e heroica plaquinha mostrada no início da postagem como o "primeiro passo". Ela deu início a tudo.