quinta-feira, 26 de maio de 2022

A mistura de ervas no Tereré no Paraguai é Patrimônio Imaterial Mundial pela Unesco

A Dona (Ña) Paola Sosa de Ciudad de Este é uma "yuyera" do Paraguai. Há pelo menos 30 anos ela vende "yuyo" em um ponto próximo ao Lago da República na capital do Departamento do Alto Paraná. O português não tem uma palavra que traduza e faça justiça à palavra "yuyo", em espanhol. O dicionário vai dizer que "yuyo" se chama "erva daninha". 

A Ña Paola nunca vai aceitar esta tradução de mau gosto. São ervas comuns que nascem facilmente em qualquer lugar. Em guarani língua oficial do Paraguai e também falada no Brasil por comunidades guranis espalhadas de Angra dos Reis ao Rio Grande do Sul, a palavra "yuyo" é "Ñaná" e se trata dessas ervas de fácil acesso usadas como plantas medicinais.  No caso do Paraguai e em guarani em vez de dizer planta medicinal se diz "Pohã ñaná" ou "yuyos que curam". É isso que a Dona Paola vende.

Eu não deveria ter saído da cama: desencontro de outono em Foz do Iguaçu

Tem dia que a gente levanta e tem vontade de voltar para a cama para levantar de novo. Hoje foi um. Fui à Caixa Econômica para conseguir aquele extrato que a Receita Federal pede para declarações anuais. Fui informado que a operação não poderia ser realizada porque meu cartão poupança estava vencido e além, disso o saldo era de 48 centavos. 

Mas era isso o que eu precisava para mostrar a Receita que não tive renda, não movimentei essa conta e não tenho dinheiro escondido. Eu cria que o extrato era obrigatório. E agora? Está registrado! Daí me dirigi ao ponto de ônibus para pegar um ônibus que me levasse à Rodoviária de Foz do Iguaçu. Eu  preciso muito chegar à Rodoviária para atualizar esta postagem do Blog de Foz. Tudo mudou e felizmente muito para para melhor. Mesmo assim preciso atualizar. Um hora depois desisti de esperar o ônibus da Avenida República Argentina até o TTU. O ônibus que deve chegar ao TTU às 14 passou 14h15 e em dupla. São quatro ônibus para o trajeto, uma hora cada um e eu estaria de volta lá pelas 19H? ou 20H? 

terça-feira, 24 de maio de 2022

Foz do Iguaçu, qual é a sua encruzilhada? Cascavel conhece a dela

Cascavel se dá bem na vida porque descobriu logo cedo qual era sua encruzilhada. O primeiro nome do futuro Marco Zero da futura cidade se chamou Encruzilhada dos Gomes. Logo ela se viu na encruzilhada de BRs. A BR-277  e BR-163. A primeira liga Paranaguá a Foz do Iguaçu e Assunção e a segunda Tenente Portela (RS) a Santarém no Pará. Norte - Sul, Leste-Oeste se cruzam em Cascavel. A cidade aproveitou. Assis Gurgasz criou a EUCATUR - Empresa União Cascavel e abriu o caminho para Mato Grosso, Rondônia, Acre. Ajudou a fortalecer a encruzilhada. 

A encruzilhada BR-277 e BR-163 liga Cascavel a todo o Oeste e Sudoeste do Paraná com o Rio Grande do Sul e o Pará. Pelas BRs, tudo desemboca em Cascavel desde a Saúde, Educação, até a Delegacia da Receita Federal de Foz foi embora para Cascavel (ficou em Foz a Alfândega). Cascavel soube aproveitar a sua encruzilhada. O negócio de Cascavel é a indústria, o comércio, agricultura, agronegócio, logística e governo. Como dona da encruzilhada, Cascavel afirma sua força nessa área.

E Foz do Iguaçu, qual é a sua encruzilhada? Qual é sua especialidade? Foz é boa em logística e apoio à logística. Eu continuo impressionado com os postos como o Gasparin e outros em Três Lagoas. A cidade está começando a se dar bem na área da educação. Temos um certo movimento de pessoas de uma área do Oeste do Paraná que se dirigem a Foz em busca dos serviços das regionais da Saúde, da Educação e até da Diocese de Foz do Iguaçu.

Mas o bom mesmo de Foz do Iguaçu é o turismo. Foz é especialista em turismo. Ninguém bate ela no Paraná. Não adianta Foz querer trazer a fábrica da Mascarello para a cidade. A Mascarello  Cascavel está na encruzilhada. E então, qual é a encruzilhada de Foz? E qual é sua especialização de encruzilhada, de intermediação, de compartilhamento, de liderança? É o turismo? 

Sim. Mas está fazendo isso? Ainda não. Foz está nas Três Fronteiras. Turisticamente falando Foz é potência na 3F em número de hotéis, em número de voos, de agências, de guias, de guias bilíngues, trilíngues, tetralíngues, em número de empresas de turismo com frota própria de ônibus alguns comprados da Mascarello. Foz já tem um papel importante com as cidades vizinhas do Paraguai e Argentina. Há diálogo e triálogo tranquilos. Mas isso é tudo?

Não deve ser. Assim como Cascavel assumiu seu papel de encruzilhada e criou sua área de influência de Porto Alegre a Alta Floresta e de Porto velho a Santa Maria, Foz poderia reconhecer sua encruzilhada e ampliar sua área de influência até a Terra do Fogo, em uma direção, e até Assunção do outro. Para isso a educação do profissional de turismo e outras áreas tem que ser diferenciada da que é oferecida em Cascavel, Curitiba e São Paulo além de Aracaju e Caruaru.    

Pergunta prática: o que sabemos a mais do Paraguai ou Argentina quando comparado com um paulista? Os antigos empreendedores do turismo de Foz vendiam excursões para Assunção como "opcional" para os turistas hospedados em Foz. Eram excursões extras pagas a vista ou cheque para hóspedes que quisessem ir além da fronteira. Isso era papel de dona de encruzilhada. Mas isso acabou. Foz abriu mão.

Como destino Foz é, mesmo contra a sua vontade, uma "puxadora" de outros destinos. É como uma locomotiva. Até o governo na época do presidente Lula quando criou o Ministério do Turismo idealizou  um negócio chamado Destino Indutor. Foz era Destino Indutor da região Cataratas e Caminhos ao lago de Itaipu. Mas parece que a locomotiva-Foz, não aceita puxar ninguém além de que a continuidade do programa caiu já que cada ministro-deputado de turismo quer inventar uma roda nova. Agora mesmo no Festival das Cataratas, alguém me chamou para ver uma roda nova. Você não conhece a nova roda? Não, eu disse. Venha vou te mostrar. Fui. Quando cheguei lá a roda não era nova nada. Era coisa ainda ligada à "governança" das regiões turísticas ligadas aos "destinos indutores" que o Lula criou e deram início às Regiões Turísticas de todos os estados brasileiros - só o Paraná tem 16 dessas Regiões Turísticas.   

Para assumir qualquer liderança como locomotiva indutora precisamos aprender mais sobre os paraguaios, os argentinos e como eles vêem seu país. Vamos criar produtos por meio de pesquisas para saber o que eles querem.  Vamos vender Foz e Brasil mais para eles. Ao mesmo tempo, vamos ajudá-los a vender seus produtos para o Brasil desde seus destinos até produtos de fabricação deles, assim como fazemos com o vinho. Tudo começa pelo esforço para parar de acreditar que o Paraguai termina em Ciudad del Este ou que a Argentina é Puerto Iguazu. O Iguaçuense tem condições de criar um mercado de produtos turísticos paraguaios para vender aos brasileiros. Porque deixar que São Paulo faça isso?

É imperdoável a falta de conhecimento de encruzilhadenses-iguaçuenses sobre como funciona a Argentina, por exemplo. Esses dias ouvi na TV dizer que o Exército Argentino estava ajudando a Imigração cobrar exame de Covid. Não é exército. É Gendarmeria. O Exército Argentino não sai do quartel a não ser que seja operação de apoio autorizada pelo presidente do país. É igual ao Brasil. A Gendarmeria é uma força de presença em fronteiras. São militares de fronteira. Outra notícia disse  que a Polícia Argentina estava extorquindo. É bom lembrar que não existe polícia argentina assim como não existe polícia brasileira. Cada província tem a sua. No nosso caso é a Polícia de Misiones. 

As encruzilhadas conhecidas por Foz do Iguaçu ligadas à logística, ao turismo, à exportação e à importação poderiam ser melhoradas e em alguns casos "resgatadas". Lembra da época em que existia um setor em Foz chamado de "Exportação"? Lembra da potência da Vila Portes e parte do Jardim Jupira na época da exportação intermediada por negócios que duraram até o início dos 90 após a chegada do Mercosul e a concessão da BR-277?  Desde então Foz perdeu o controle de suas iniciativas para induzir alguém a alguma coisa e de exercer influência aproveitando sua posição estratégica. 

Continuará como: Foz acha que tudo que reluz é ouro      

 

domingo, 1 de maio de 2022

Até o último hectare

Vamos desmatar até o último hectare

Estive hoje no Bosque dos macacos, e fiz estas imagens. A primeira é desoladora. Este era o lar destes animais. Quando penso o que era esta cidade há uns setenta anos e quanto já devastamos em nome do progresso. Havia uma família de Russos, que estão passeando. Perguntei a eles como souberam e me disseram que foi pelo Google. Isto era um atrativo turístico até. Alimentavam os macacos com bananas. Mas havia outras pessoas que estavam dando biscoitos e doces. Ciente do problema, disse a eles que isso causa mal, ao que me responderam: -mas eles gostam. Além da destruição do seu habitat, agora também vamos destruí-los com alimentação errada? Não tem jeito, a humanidade. É mais fácil ensinar aos macacos que depois de comerem- com moderação; usem fio dental e escovem os dentes! Socorro! Que humanidade estúpida!

Uma família de russos veio visitar






Esta é uma publicação do amigo Alberto Federico Wild Mendoza em sua conta no Facebook que reflete sobre a destruição de uma pequena área em Foz do Iguaçu conhecida como Bosque dos Macacos. A cidade inteira protestou. Sinal de progresso.  Leonardo da Vinci profetizou que um dia um crime contra um animal seria um crime contra a humanidade. Esse dia está chegando, aos poucos, mas pode ser tarde demais. A destruição do Bosque dos Macacos é um símbolo da nossa. Até lá vamos destruir até o último metro quadrado.  

sábado, 30 de abril de 2022

 Que a Paz Prevaleça na Terra

Que la Paz Prevalezca en la Tierra

Toiko Py'aguapy Tenondete Ko Arapy Rehe 

السلام للعالم أجمع 

May Peace Prevail on Earth 

Möge Friden auf Erden sein 

Да будет мир человечеству во всём мире 

Хай буде мир людству у всьому світі 

Niech ludzkość świata żyje w pokoju 

שהשלום ישרור ברחבי העולם 

世界人類が平和でありますように

Kusi Kausay Kachun Kay Pachapi


Nota:

Os idiomas são: português, espanhol, guarani (línguas da "linguaesfera" das Três Fronteiras), árabe, inglês, alemão, russo, ucraniano, polonês, hebraico, japonês e quéchua. 

quinta-feira, 24 de março de 2022

O turismo não pode voar com uma asa só. É preciso normalizar as relações internacionais

Tuiuiu - um grande voador. Duas asas em harmonia (Foto SOS Pantanal) 

 O Turismo é como um pássaro. Precisa de duas asas para voar. Uma asa se chama "turismo nacional" que está ligado ao turismo interno, que promove negócios, viagens, entretenimento, integração nacional e acontece a grosso modo em moeda nacional.

A outra asa é conhecida como "turismo internacional". A asa internacional traz divisas estrangeiras e é classificada como uma espécie de exportação. É analisada pelos ministérios de economia e entra na balança comercial.

A retomada do turismo só acontecerá de verdade quando as duas asas estiverem voando juntas. No caso de Foz do Iguaçu, quando o voo da LATAM procedente do Aeroporto Jorge Chávez de Lima, finalmente volte a aterrissar no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu-Cataratas.

O voo de Lima é simbólico. Lima é como um ponto de concentração de voos (HUB), ponto de chegada, partida e conexões que vem sendo trabalhado há muito tempo. 

À beira do Pacífico, o Peru está de peito aberto para o além mar. Há até suspeita (segundo Thor Heyerdahl) de que os polinésios emigraram do Peru para as ilhas polinésias. Os voos para Lima chegam de Los Angeles, de Sydnei via Tahiti, Ilha de Pascoa diretamente ou via Santiago. Os passageiros chegam dos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Japão, Coreia além de  capitais latino americanas como Rio, Buenos Aires, Panamá, Bogotá, San José, Asunción e outras. 

E de Lima se espalham para destinos internos como Iquitos na Amazônia, Cuzco, Arequipa, Nazca e também para o Chile, para a Colômbia, para o Equador com Galápagos puxando a fila. Para o Brasil os voos partem para o Rio de Janeiro, São Paulo e  imaginem, Foz do Iguaçu. É Foz do Iguaçu entre as grandes.

Por isso o turismo necessita de um planeta em paz em todos os sentidos: na saúde, nas relações internacionais, na sinceridade do relacionamento entre as nações e de muita confiança. Assim continuemos torcendo pelo fim da pandemia e pela Paz. Sem paz, triunfa a indústria da guerra e aumenta a miséria dos povos. 

Depois de dois anos de pandemia, o turismo desabou. O turismo como setor altamente impactado deve ter aprendido que a saúde é o bem mais importante e  que todo esforço deve ser feito pela manutenção da saúde física e mental. Isso leva à necessidade de prestar atenção também às questões ambientais especialmente o respeito à terra e todos os seus habitantes, inclusive os vírus provocados pelo desmatamento, crescimento urbano desordenado e outros tipos de invasões humanas. 

Que cada trabalhador do turismo, quer  seja o dono da empresa, o operador, o guia, o garçom, a garçonete, o porteiro ou as camareiras, seja embaixador ou embaixadora da Paz, considere-se um embaixador do Brasil e que todos colhamos juntos os frutos do turismo. 

Livro da Pastoral do Turismo que a CNBB quer divulgar em 2022

PS.: O turista viajando é um ser exposto e vulnerável a desastres naturais, sociais e climáticos. Está no mesmo barco que os habitantes locais. Prova de que isso é verdade foi o chamado do Papa João Paulo II ao encorajar que a igreja em cidades turísticas criassem pastorais do turismo. Foz do Iguaçu já tem? No Brasil a CNBB já está apostando na retomada do turismo e na preparação de agentes de ações das pastorais do turismo.       


quinta-feira, 17 de março de 2022

Guerra do Paquisha - o conflito Peru -Equador na Cordilheira do Condor 1981


Ponte sobre o rio Zaumilla entre Aguas Verdes, Peru e Huaquillas, Equador: aqui aconteceu o intercâmbio de estrangeiros (Foto wipedia, ilustrativa): deve estar havendo alguma cerimônia) 

Esta é a historia de um dia em que me senti importante

Em janeiro de 1981 Peru e Equador se enfrentaram. Na região ate hoje de difícil acesso na Cordillera del Condor, vários postos de fronteira ficavam um na frente do outro. Uma vida difícil servir ao Exército e montar guarda em um lugar onde o inimigo mora em frete mesmo em tempo de paz. A cabeça dos rapazes fica bagunçada. Uma expedição militar de um dos lados descobriu que o outro tinha avançado e estava na margem do outro. 

Foram apresentados protestos nas capitais dos dois países. Os rapazes na linha de fronteira viram o sangue subir para a cabeça. De repente, houve um tiro. Uma resposta, mais tiros e os países se declararam em guerra. As fronteiras fecharam. E tropas de verdade foram mobilizadas. Reservistas chamados, propaganda nas TVs jogaram um povo contra o outro. Péssimo momento para turistas na região. Eu estava chegando na cidade de Tumbes fronteira Peru-Equador. Eu nem sabia que Tumbes existia antes. A fronteira estava fechada. Fui acolhido por uns rapazes que participavam de uma "invasão" de uma área pública no deserto. Era deserto mas era perto do mar e por incrível que pareça havia um mangue com muito caranguejo (Esse mangue hoje é área protegida nos dois lados da fronteira.  

quarta-feira, 16 de março de 2022

Infraero realiza serviços de manutenção na pista do Aeroporto de Cascavel

Prefeitura de Cascavel / AEROIN

A Infraero firmou contrato com a Autarquia Municipal de Mobilidade, Trânsito e Cidadania (Transitar) para a execução de serviços de medição de atrito e macrotextura na pista de pousos e decolagens do Aeroporto Municipal de Cascavel/Coronel Adalberto Mendes da Silva, no Paraná.   

terça-feira, 15 de março de 2022

Blog de Foz vai recomeçar a editoria "bairronauta": Linhas ônibus de Foz do Iguaçu por número com descrição de roteiros

O Blog de Foz se prepara para recomeçar a postar sobre o transporte público de Foz do Iguaçu. Esta foi uma das duas  missões originais do blog quando começou em 2007. Ao longo do tempo, centenas de publicações foram feitas dando dicas das linhas de ônibus para turistas e para iguaçuenses que usam ou não o transporte público. Muitas histórias foram contadas sobre curiosidades, coisas raras mas ótimas tudo ara enriquecer a a experiência em utilizar os ônibus na Terra das Cataratas. 

Então neste recomeço, publicamos aqui as linhas de ônibus de Foz do Iguaçu com o nome do bairro e o número da linha. O número da linha é muio importante. É provável que nem todo mundo possa dizer de cor os números de cada linha. Mas o suário de cada um saberá o seu e algumas outras mais ligadas a ele. Algumas são  de interesse internacional como a 120 - Parque Nacional, a 103 que serve ao Templo Budista e a 110 SOHAB que vai ao Marco das Três Fronteiras. Confira:

Lista do Foztrans com descrição do Blog de Foz

35 TERRAS ALFA

A Linha 35 Terras Alpha foi criada para servir como meio de transporte de pessoas que trabalham no condomínio. Só tem dois horários por dia. Às 07h55, saída do TTU pela manhã com retorno às 17h10, partindo de ponto próximo ao condomínio. Não serve aos bairros vizinhos como o Jardim Aporã.   

10 CIDADE NOVA

TTU Vila Portes, uma região próxima à Ponte da Amizade identificada no mostrador do ônibus como  Ponte. A Vila Portes é uma região de muito comércio onde se encontra tudo que se procura, pelo menos é o que todo morador da fronteira acredita.   nos ônibus, viaduto Tancredo segue direto em direção aos campi da Unioeste e Unila. Prossegue para o bairro

100 ALIMENTADOR – REMANSO GRANDE

Para quem mora ou está hospedado no Remanso Grande. O ônibus na esquina da BR-469 com a rua Astorga. É uma regição de pousadas como Paudimar, Ipelândia. Atende o trecho entre a BR-469 e o Pesque-Pague Wandscheer. Não se paga passagem. O serviço é dirigido a quem usa a Linha 120 TTU-Aeroporto-Centro de Visitantes do Parque Nacional via Shopping Catuai, grandes hotéis, Museu de Cera / Parque Dinossauros (Dreams Park Shows).

domingo, 13 de março de 2022

Samskrit

Esta postagem sobre o Samskrit (Sânscrito) foi criada para dar links de aprendizado desta língua tão importante. Mas era para ter sido "reservada". Muita gente acessou! 

O primeiro que coloquei foi este em inglês indiano. Uma boa introdução

Segundo link é este em inglês e alemão. Livre escolha, muito bom 

Para escrever as letras na direção correta