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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Remanso Grande: bairros dos hosteis de Foz do Iguaçu


Foto by "bairronauta": o Ponto de ônibus colorido do Remanso Grande. Fica em frente à Praça da Paz do bairro.

Há um bairro em Foz do Iguaçu chamado Remanso Grande. Por que Remanso Grande? Porque o rio Iguaçu aqui faz um "remanso", ou uma curva meio parada, sem correnteza. O Remanso Grande é oficialmente parte da Região Rural 12 Sul, e está entre a Rodovia 469 e o Rio Iguaçu. Não precisa dizer que é um bairro fronteiriço. No outro lado do rio já é Argentina. Até o começo dos anos 80, a região foi alvo de disputa jurídica entre pequneos agricultores que ocupavam a área e herdeiros de fortunas imobiliárias da cidade.

O "bairro" ainda guarda muito de seu sabor rural. Nos últimnos anos, entretanto, o bairro vem se transformando ou tem tendência se tornar o "bairro dos albergues" ou hostéis, como são chamados recentemente. O primneiro hostel a se instalar na região foi o Hostel Paudimar Campestre (há outro na cidade) um amplo hostel com quadras de esporte, piscina, bosque, camping, chalés e os quartos comunitários típicos de albergues. O Paudimar pertence a Miguel Allou, argentino, residente em Foz do Iguaçu há muito tempo.

Na região, há também o Hostel Natura, o proprietário é palestino (logo digo o nome - ainda vou voltar lá). E para selar a vocação hosteleira do Remanso Grande, Nobuo Saito, um japonês que conheço há muito tempo, guia de turismo e dono da agência Iguaçu Ryokou, está pronto para abrir o teceiro hostel do bairro. Vai se chamar Ipelândia Park Golf Hostel. O Saito, que entre outras coisas é bom em cultivar bonsai, até me mostrou um bonsai de jaboticabeira, só está esperando que o Corpo dos Bombeiros vá lá fazer a vistoria. A partir daí, o Ipêlandia receberá o alvará da Prefeitura. O tema do hostel é o Ipê. Há fotos do Ipê por toda parte. E há muitos Ipês plantados. Há também muitas frutas. A idéia do Saito é que o turista possa andar pelo terreno e pegar frutas no pé.
Golf Park é o nome de uma espécie de golf jogado em "gramados" (parques) de dimensões menores.

Um amigo meu de longa data, Valmor Sparrenberger, me levou ao Ipelândia Golf Park e fomos juntos também ao Paudimar. "Descobri que posso jantar aqui sem precisar sair do bairro", disse. Ele mora nas proxinmidades dos hostéis. O ambiente é ótimno. Um ponto de ônibus colorido na frente do Paudimnar vê passageiros de todos os países concebíveis. O ônibus que vem aqui é o "alimentador" que faz o trajeto
entre os hostéis, o bairro e a Avenida das Cataratas, ou BR 469.

Não é necessário pagar a passagem no alimentador. Uma vez na BR o turista ou o residente do bairro pode pegar o Ônibus da Empresa Transbalan e ir para o Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu - Cataratas, ao Centro de Visitantes do Parque Nacional do Iguaçu ou ir para o Centro da cidade. O final da linha é no TTU - Terminal de Transportes Urbanos. De lá saem ônibus para toda parte da cidade.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Na Feira de Negócios da Economia Solidária em Foz (1)

Este é Chico do Mel ou Francisco Spor do bairro Remanso Grande aqui em Foz do Iguaçu. O "Remanso" concentra propriedades agrícolas familiares e pousadas turísticas campestres. O Chico do Mel estava na Iª Feira de Negócio da Economia Solidária que aconteceu em Foz do Iguaçu entre 23 e 26 promovida pela Secretaria de Estado do Trabalho. Se você pesquisar um pouco, você vai encontrar material sobre "ecnomia solidária" neste blog e em outros blogs meus. O Chico do Mel diz sem precisar estar com nhen-nhen-nhen que o mel dele é bom. Ele faz, ele vende sem intermediário e pode até custar mais caro do que outros produtos e você paga (porque segundo a solidariedade econômica,não é o que acontece na economia formal e não solidária, a economia do come quem pode, quem não pode, não come), se valoriza o trabalho do outro. Também no Remanso Grande, membro da Approfoz, expondo produtos orgânicos, verduras sadias e belas está Bladimir da Associação Madre Terra. Convido a todos a conhecer esse projeto. Comece pela visita ao site do empreendimento financiado pela Associação Ore Undeci (Horas Onze) da Itália e aberto também a solidariedade de quem desejar ajudar. Já esta senhora se chama Margarete Cordeiro e é de Curitiba. Ela pode ser encontrada todos os finais de semana no Largo da Ordem em Curitiba. Ela está ao lado de suas criações: vestidos, saias e conjuntos feitos de lacres de latas de cerveja, refrigerante e outros produtos industrializados. Falar em R$ 5 mil, R$ 3 mil por uma roupa dessas é normal. Afinal são 10 mil lacres de cerveja para fazer o vestido com capô ou elmo medieval por exemplo. Visite o Blog Margarete Artes para descobrir mais sobre o trabalho e ver alguns vídeos. Recomendo o link abaixo para vê-la no Programa da Eliana na TV em São Paulo. Além de fazer os vestidos, ela promove eventos, desfiles, cursos de aproveitamento de material e muito mais.

Atualizando em 2015
Viste o Canal de Margarete Cordeiro no YOUTUBE 

terça-feira, 15 de março de 2022

Blog de Foz vai recomeçar a editoria "bairronauta": Linhas ônibus de Foz do Iguaçu por número com descrição de roteiros

O Blog de Foz se prepara para recomeçar a postar sobre o transporte público de Foz do Iguaçu. Esta foi uma das duas  missões originais do blog quando começou em 2007. Ao longo do tempo, centenas de publicações foram feitas dando dicas das linhas de ônibus para turistas e para iguaçuenses que usam ou não o transporte público. Muitas histórias foram contadas sobre curiosidades, coisas raras mas ótimas tudo ara enriquecer a a experiência em utilizar os ônibus na Terra das Cataratas. 

Então neste recomeço, publicamos aqui as linhas de ônibus de Foz do Iguaçu com o nome do bairro e o número da linha. O número da linha é muio importante. É provável que nem todo mundo possa dizer de cor os números de cada linha. Mas o suário de cada um saberá o seu e algumas outras mais ligadas a ele. Algumas são  de interesse internacional como a 120 - Parque Nacional, a 103 que serve ao Templo Budista e a 110 SOHAB que vai ao Marco das Três Fronteiras. Confira:

Lista do Foztrans com descrição do Blog de Foz

35 TERRAS ALFA

A Linha 35 Terras Alpha foi criada para servir como meio de transporte de pessoas que trabalham no condomínio. Só tem dois horários por dia. Às 07h55, saída do TTU pela manhã com retorno às 17h10, partindo de ponto próximo ao condomínio. Não serve aos bairros vizinhos como o Jardim Aporã.   

10 CIDADE NOVA

TTU Vila Portes, uma região próxima à Ponte da Amizade identificada no mostrador do ônibus como  Ponte. A Vila Portes é uma região de muito comércio onde se encontra tudo que se procura, pelo menos é o que todo morador da fronteira acredita.   nos ônibus, viaduto Tancredo segue direto em direção aos campi da Unioeste e Unila. Prossegue para o bairro

100 ALIMENTADOR – REMANSO GRANDE

Para quem mora ou está hospedado no Remanso Grande. O ônibus na esquina da BR-469 com a rua Astorga. É uma regição de pousadas como Paudimar, Ipelândia. Atende o trecho entre a BR-469 e o Pesque-Pague Wandscheer. Não se paga passagem. O serviço é dirigido a quem usa a Linha 120 TTU-Aeroporto-Centro de Visitantes do Parque Nacional via Shopping Catuai, grandes hotéis, Museu de Cera / Parque Dinossauros (Dreams Park Shows).

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Revolução na TRIFRON: Os viadutos da fronteira Argentina-Brasil-Paraguai

Os moradores da Área 1 não querem

Os viadutos parecem não ser o maior orgulho do povo de Foz do Iguaçu. Até pouco trempo contávamos nos dedos de uma mão os viadutos locais: Viaduto da Avenida Tancredo Neves, depois Viaduto da Avenida Paraná, Viaduto de Três Lagoas, Viaduto da Avenida Costa e Silva. Esqueci algum? Depois das obras da Segunda Ponte,  Perimetral Norte e Mltiplicação da BR-469 antiga Rodovia das Cataratas, a gente se perdeu. Quantos mesmo? Todos os viadutos estão ligados às BRs e assim sendo causam dor de cabeça para as comunidades em várias áreas: comunicação, transporte local, trauma nos investimentos naqueles casos em que o viaduto se impõe à passagem; Exemplo os viadutos na vizinhança de grandes hotéis.  Mas logo virão um viaduto unndo a Beira Foz com o Jardim Jupira e algo no acesso ao CTG Charrúa.

No lado paraguaio, a família dos viadutos está crescendo. Há o viaduto do KM4 que se eleva por cima da Supercarretera Hernanadárias-Franco. Há o do KM 7 e liga importates bairros como o Ciudad Nueva (Cidade Nova) à esquerda e a acesso à Universidad Nacional del Este. Um cruzamento prinicipal liga a Avenida Júlio César Riquelme  e a Avenida Perú. Elogio especial para a passagem de pedestres e bicicletas, peqenas motos no nível do viaduto. Nota 10 ao projeto. Fico devendo fotos do Viaduto no KM 10. Abaixo vão imagens com legendas de viadutos na fronteira (Foz, CDE). Podem aparecer fotos de outros temas com ligação à infraestrutura humano-urbana. O que é humano-urbana? Ver nota lá em baixo!

Viaduto na altura do Remanso Grande ligando as duas vias marginais na BR-469. Na minhão "opinião" daqueles lugares em qe os investidores foram prejudicados. Incentivo à claustrofobia  

Na minha opinião e opinião não científica, este trecho foi uma ordem de despejo da Natureza com deportação do horizonte   

A placa diz que está havendo uma "refuncionalización" vial e urbana
. DEtalhe na próxima foto

Refuncionalización - aí esta uma palavra a aprender: refuncionalização. É mais que reforma. É atualizar a função da obra. A obra é financiada pela Itaipu Binacional / Ministério de Obras Públicas y Comunicación . Note que há uma Fundación Acacia responsável pelo toque da humanização na estrutura urbano-humana.    



Movimento pesado às 07h30

Fila no viaduto e não engarrafamento

De baixo do viaduto: obras
Há pelo menos três anos atravesso por baixo do viaduto todas as semanas. Era precária a travessia. Muita gente se arriscando. Mas tudo está mudando. Estão sendo colocadas muretas para aumentar a segurança de pedestres e passageitros de mototáxis
Detalhe 
Mais proteção chegando

KM 4 CDE

Foz: Viaduto para acessar nova estrutura de fronteira. Não habilitado ainda. Funcionamento tumultuado no dia 6 de setembro (2026)

Avenida Marginal da Ruta 2 no KM 7

A passagem sobre a Ruta 2 conectando a Avenida Perú com a área da Avenida Júlio César Riquelme 

Banheiros em CDE
Na Ruta 2 - trecho entre o trevo da Monalisa em direção ao Shopping Oasis há vários banheiros públicos femininos e masculinos com placas que dizem "Baño habilitado". Pode acreditar: estão em funcionamento e são gratuitos. Há uma pessoa na entrada  que atende bem, e avisa que o uso é gratuito. É bancado pela Prefeitura - Governo Municipal.   


A Cidade Nova de CDE (Foz oguereko peteĩ Cidade Nova avei)

Os moradores têm orgulho do bairro: Yo❤️Ciudad Nueva


Um chipa com café espumoso (Não sei o nome) na lanchonete de um posto ainda na Avenida Perú

Na praça principal do bairro Ciudad Nueva encontrei um empreendedor por trás desta placa que oferece conserto de calçados em geral. Conversei com ele e vi suas ferramentas. Me admirei em rever um "pé de ferro".   



terça-feira, 26 de agosto de 2025

Pílulas de história: quando Foz teve um Porto Francês no Rio Iguaçu


O nome da foto acima é Plano Gráfico del Gran Salto del Iguazú. Ela foi trazida à minha atenção pelo colega fã de história e cultura, Paulo Rigotti. O  plano gráfico é rico em informações. O ano é 1899. Misiones ainda era Território Federal. Além de mostrar o Gran Salto del Iguazu, o desenho mostra a desembocadura do Rio Iguaçu no Paraná que no mapa é  chamado de Alto Rio Paraná e mostra a Colônia Militar do Iguaçu. Agradeço ao Rigotti por ter trazido a foto à atenção da comunidade. Porém o motivo desta publicação é destacar a "obraje" que aparece no mapa entre a desembocadura (foz) do rio Iguaçu e o rio São João. Note que a distância está fora de proporção. Confira a próxima imagem-detalhe, logo abaixo.


No dia em que comentei sobre a postagem do Rigotti, o amigo Andrés Candia, perguntou se essa obraje teria sido a do temido Julio Allica. Eu não sei. Mas me inclino a pensar que não já que o Allica era o dono do Porto Artaza e região, rio Paraná acima, na região de Porto Mendes. A maioria dos textos sobre Allica diz que ele era hispano-argentino. Eu digo, basco-argentino como muita gente era  naquela época com muita presença em Misiones. 
A família de  Allica pode ter vindo de um de três povoados chamados Artaza em espanhol e Artatza na língua basca (euskera).  Um na província de Álava, outro em Navarra e o terceiro  não lembro onde ouvi falar dele. O maior desses povos não tem 200 habitantes hoje. Merece estudo o Senhor Júlio Tomás Allica e identificação da Artatza que o inspirou a dar nome a sua fazenda à beira do rio Paraná. 
Porto Francês (Histarmar)

De volta à obraje 
Prefiro acreditar que a obraje do mapa pertencia aos irmãos franceses Jules-Joseph e Raymond Robert de Blosset (José y Ramón Robert de Blosset). O nome de família era Robert de Blosset!  O local dos irmãos Blosset era conhecido como Porto Francês no Porto Meira ou talvez mais para cima no rio Iguaçu entre o Remanso Grande e o rio São João. Os Blosset tinham status de comerciantes residentes e estabelecidos na Colônia Militar já que possuíam negócios físicos como uma Casa de farinha e um alambique, plantavam cana e madioca. 

O chefe da Mesa de Renda (receita estadual) na Colônia Militar elogiou os empreendimentos Blosset quando comparados com outros "colonos" mais especulativos. Os irmãos Blosset, fato não muito conhecido, também tinham um comércio na sua obraje e entre os clientes estava a Colônia Militar. Digo isso porque há um decreto de 1905 pelo qual o Governo autoriza um crédito especial para que a Colônia Militar pague aos irmãos Blosset por produtos fornecidos. 

O decreto que autoriza pagamento aos irmãos Blosset

Mas tem ainda três tópicos nesta pequena nota sobre os irmãos Blosset que ainda quero trazer à tona.  Primeiro, na mesma área ou próximo à ela, onde estavam os negócios Blosset aparece um outro nome ligado à obraje.  É alguém chamado Ivan Poujade. Poujade trabalharia com os Blosset ou os Blosset trabalhariam com Poujade em alguma parceria? Poujade é um sobrenome francês o que parece assentar bem com o nome do Porto Francês que começa a parecer com uma  uma mini colônia francesa na região do Porto Meira.  

O autor do Plano Gráfico dos Grandes Saltos do Iguaçu, um suíço, diz que foi ajudado por Poujade para encontrar a picada que levaria às Cataratas. Uma picada para peões da erva mate e da madeira. Isso é interessante. Será esta a mesma picada ervaterira que Edmundo de Barros franqueou aos componentes da expedição que trouxe entre outros a Senhora Victória Aguirre Anchorena?

O segundo tópico é Joseph Blosset como cônsul da França em Posadas  além disso foi prefeito comissionado da minúscula Posadas entre entre 1900 e 1904. Foi responsável por trazer eletricidade para a cidade. Quando Joseph Blosset era prefeito em Posadas ele já tinha negócios no Porto Francês, Foz Colônia Militar. A dica para a afirmação é aquele Decreto 1.359 do presidente Francisco de Paula Rodrigues Alves foi assinado em julho de 1905.  

Na história de Posadas o nome de Joseph Blosset foi eternizado em um bairro  chamado Villa Blosset cujo aniversário de 120 anos foi celebrado com o laçamento de um livro. . Cheguei a perambular nele quando ninguém sonhava que um dia haveria Yacyretá, a hidrelétrica.  No princípio um bairro de baixa renda que sobreviveu até ser transferido para áreas mais altas da cidade antes da inundação da parte baixa pelas águas da Usina. Hoje, Villa Blosset continua lá só que já não tão baixa renda. 

O terceiro tópico é quem desenhou o mapa / Plano dos Grandes Saltos do Iguaçu? Resposta: Louis de Broccard, um suíço de fala francesa nascido em 8 de maio de 1866 em Friburg (Fribourg), Suíça. Chegou em Buenos Aires em 1889 trabalhou em uma fábrica e foi taxidermista para o Museu Nacional, já que eleera bom nisso.  Mais tarde realizou várias viagens e expedições já deciado à fotografia. Em uma dessas expedições ele passou pelas Três Fronteiras histórica. Graças a esta expedição temos hoje um grande legado fotográfico. 

O material se encontra no livro "Louis de Boccard: Um fotógrafo suíço na Tríplice Fronteira 1889-1956” de autoria de André Heráclio do Rêgo e Rubén Capdevila com o apoio da Embaixada Brasileira em Assunção, Itaipu Binacional, Museo del Barro, Museo Hrisuk e Biblioteca Nacional Paraguai. Louis de Broccard morreu ma cidade de Areguá, Departamento Central Paraguai, em 30 de abril de 1956.

Consulte seu livreiro ou seja a Livraria Kunda em para quem é de Foz. Uma versão bilingue em pdf está AQUI 

 
     


Jules-Joseph (José) Robert de Blosset

José y Ramón Robert de Blosset

terça-feira, 7 de abril de 2009

Região 12 ou Região Rural de Foz do Iguaçu (RRFI): Vamos conhecer a Foz do Iguaçu Rural

Sim Foz do Iguaçu tem uma Região Rural e ela é dividida em duas: a Região Norte e a Região Sul. Nós, da cidade, temos tendência a conhecer melhor a Região Sul.

Região Rural de Foz do Iguaçu Norte: Alto da Boa Vista, Imóvel Foz do Iguaçu II, Gleba Passo Cuê e a Vila Bananal.



Região Rural Sul: Lote Grande (Imóvel Alwin), Remanso Grande, Arroio Dourado, São João – Linha Keller, Sanga Funda - Aeroporto ( Imóvel Cataratas Glebas I, II, III), Área Conscienciológica / (Cognóplis), Aparecidinha (Imóvel Foz do Iguaçu I), Chácaras Natureza, Parque Nacional do Iguaçu, Imóvel Tamanduá e Imóvel Tamanduazinho

Já volto para ajeitar a postagem!

domingo, 9 de janeiro de 2011

A lista abaixo mostra as atuais linhas de ônibus de Foz do Iguaçu. São 44. Como foi anunciado que as linhas serão cortadas pela metade, penso que essa lista já começa a ser histórica. Ontem já vi um ônibus, dos novos, aqueles que tem o mostrador eletrônico que pisca, letras amarelas sobre fundo negro que dizia: Ponte - Vila Borges, onde Vila Borges aparece como destino final. Será uma mudança?

1º 1º de Maio-315
2. Alim. Remanso Grande-100
3. Alto da Boa Vista
4. Aparecidinha\L.Grande(Alim.)-300
5. Av.Morenitas (Linha 400)
6. Campos do Iguaçu-305
7. Cidade Nova-10
8. Cidade Nova Vila C Inss-5
9. Conjunto "C" Norte-15
10. Conjunto "C" Rodov.-40
11. Conjunto "C" Sul-20
12. Conjunto Libra-310
13. Gleba Guarani-200
14. Guarapuava-325
15. Interbairros-320
16. Itaipu Binacional-75
17. Jardim América-150
18. Linha 35 (Jardim Aporã)-155-L.35
19. Jd das Flores Ponte-110
20. Jd das Flores Rodov.-115
21. Jardim Itaipu-160
22. Jardim Paraná-60
23. Jardim São Paulo-375
24. Jardim São Roque-380
25. Linha 210:
26. Linha 350:
27. Madrugadão-25/135/235/340
28. Morumbi Centro-335
29. Morumbi Ponte-355
30. Parque Nacional-120
31. Portal da Foz-360
32. Porto Belo-30
33. Porto Meira-125
34. Praia-245
35. Profilurb 2-130
36. Santa Rita-205
37. Santa Terezinha
38. Três Bandeiras Centro-250
39. Três Bandeiras Ponte-215
40. Três Lagoas Ponte-220
41. Três Lagoas Centro-225
42. Universitária-65
43. Vila "A" av. JK-55
44. Vila "A" av. Paraná-50:

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Vale dos Dinossauros é o novo atrativo e ferramenta de educação em Foz



 
O Vale dos Dinossauros, a mais nova atração de Foz do Iguaçu para visitantes e moradores já está aberto.  O Vale dos Dinossauros está localizado ao lado do Museu de Cera na Rodovia  das Cataratas no agradável bairro Remanso Grande. O Museu de Cera e o Vale dos Dinossauros e Museu de Cera são os dos primeiros "atrativos" que farão parte de um complexo de atrações que quando prontos ocuparão 60 mil metros quadrados.  Eu gostei do Vale dos Dinossauros e digo que vejo nele uma grande ferramenta de educação sobre os dinossauros que existiram no planeta entre 200 e 65 milhões de anos atrás.  As Cataratas - quer dizer o cenário físico das Cataratas, as rochas basálticas são resultado de atividades geológicas "porretas" que ocorreram há pelo menos 120 milhões de anos. Quer dizer que na época, os dinossauros andavam correndo e soltos por aí. A exceção deveria ser a região da Bacia do Paraná que, caso você a  pudesse ver, seria "boca quente" mais quente e perigosa do que o inferno divulgado por Dante Alighieri.  Fui informado de que em breve cada uma das réplicas de dinossauros expostos ganharão nomes que ajudarão a identificar cada animal. Agorinha há cerca de 20 animais expostos. Serão muitos mais. 
Vejo no futuro próximo,  o Vale dos Dinossauros sendo colocados  na lista de cada escola entre Guaira e Foz do Iguaçu, de Santa Terezinha  a Barracão. O estudo dos dinossauros  não é algo do passado.  Nos últimos 30 dias, cientistas na Sibéria anunciaram novas descobertas uma delas um Psittacosaurus sibiricus adulto bem preservado e inteiro além de fósseis de filhotes. A última inclui um filhote que lançou a discussão de que filhotes de dinossauros poderiam ter penas. Aposto no Vale dos Dinossauros como  uma grande ajuda audiovisual de educação ambiental.Graças a evidências fósseis, os paleontólogos  identificaram mais de quinhentos diferentes gêneros e mais de mil diferentes espécies de dinossauros, alguns sendo herbívoros,   outros carnívoros,  assim como havia também espécies bípedes e quadrúpedes. Muitas espécies possuíam estruturas como  chifres e cristas. Alguns grupos desenvolveram  esqueléticas, como armaduras ósseas e espinhas. Estes animais variavam muito em tamanho e peso com dinossauros terópodas adultos medindo menos de cinquenta centímetros, enquanto os maiores saurópodes podiam chegar a cerca de vinte metros  de altura como o  argentinossauro.
   


sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Relembrando: O Turismo nos bairros ou bairrização do turismo

Nota: Esta Postagem é de 2005. É só para provocar. O que mudou?Não desabilitei os links seguidos de asteriscos. Sites tirados do ar - o tempo cobra! 

NT 15
Morabeza!

Que maravilha e beleza. As Notas de Turismo estão recebendo um apoio que eu não esperava. Agradeço ao empresário, amigo e ex-vereador em Foz do Iguaçu Mohamad Barakat pelos seus comentários dando forças a minha tentativa. O professor Antonio Rolim de Moura também elogiou o trabalho e sugeriu temas. O colega Jean Jefferson da Cataratas do Iguaçu SA também deu encorajamento. Os grandes sites TudoFoz.com e H2Foz.com entraram a fazer o que o jornalismo americano chama de “syndication” quer dizer, republicam as notas. O colega Douglas Dias deu um toque na coluna dele, n’A Gazeta do Iguaçu. Obrigado. E a todos aqueles que estão lendo, acompanhando, obrigado e participem. A proposta é fazer um bom trabalho, aproveitar as novas mídias. Não se omitam. Foz sofre muito por causa de nossas omissões.

Bairrização - Sugeri nas Notas do Turismo # 06 a idéia de “bairrização” do turismo em Foz e para o Brasil inteiro. Na proposta Foz seria dividida em quatro regiões mais o centro. Modelo 4+1. Região 1: Cataratas, BR 264, Remanso, área rural. Região 2 Grande Porto Meira. Região 3 Grande Três Lagoas e São Francisco. Região 4 Vilas de Itaipu com Jardim Jupira e o lado de lá da BR. O que cada região tem? Conheça os sites de alguns bairros famosos: Vila Madalena, Bixiga, La Boca*, Copacabana .*O nosso Santa Felicidade infelizmente não tem site. Tipo: santafelicidade.com.br. Se algúem souber me ilumine.

Região Cataratas

Esta região tem: o portão de entrada do PNI, Área de Desenvolvimento (Ad) Centro de Visitantes, Administração do PNI, o Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu / Cataratas, o Centro Internacional de Convenções de Foz do Iguaçu, a BR 469, boa parte de nossa hotelaria com a Termas Iguaçu, Aquamania, área rural, Parque das Aves, Lojas de Souvenir, restaurantes. Quanto isso representa do PIB de Foz? É bom colocar no papel. É possível que esta informação não exista. Por incompetência? Não! Por falta de uma contabilidade específica. E a contabilidade específica para isso se chama "Contas Satélites" de Turismo. É sobre isso que a Conferência Mundial da OMT vai tratar em outubro na Terra das Muitas Águas.

Região Porto Grande Porto Meira

O que é que esta região tem? Além de muitos eleitores a grande Porto Meira – que inclui os bairros Profilurb, Jardim das Flores, Avenida Morenitas tem: o Marco das Três Fronteiras. O Espaço das Américas (que custou R$ 4 milhões quando o câmbio estava quase a um por um); a Ponte Argentina-Brasil (O Mercosul manda escrever os nomes dos países em ordem alfabética), o encontro dos rios. A costa dos rios (embora estejamos de costas para ela), os dois rios. Quanto vale isso? Como está sendo utilizado? A gente já fez tudo o que pôde na exploração consciente destes “atrativos”? Me parece que estes atrativos estão abandonados. Vixe! - Além dos atrativos explícitos há muito que poderia ser explorado (no bom sentido) para gerar rendas, aumentar o PIB com bem-estar e diminuir a pobreza. Alguns dados: o Porto Meira é o único bairro do Brasil que aparece em mapas internacionais – pelo menos os mapas rodoviários da América do Sul feito na Argentina, Chile, Uruguai (ordem alfabética). GPM - O Grande Porto Meira (GPM) tem bairros temáticos. Bairros temáticos são importantes. Se não me falha a memória, encontramos no GPM os temas Pedras Preciosas, Peixes e Flores. Lembra? Rua Topázio, Rua Jade, Rua Esmeraldas. Depois há o tema peixes com Rua Dourado, Rua Pacu, Avenida Morenita... E logo em seguida as flores: Rua Orquídea, Rua Petúnias e muitas outras.

Grande Três Lagoas (G3L) e Grande São Francisco (GSF)

Senhoras e senhores, catadupos e catadupas, é fácil demais vender a região da Grande Três Lagoas-São Francisco com Portal da Foz, Avenidas República Argentina e Costa e Silva. Três Lagoas é um bairro charmoso. Quando você chega lá, você sente que não está mais em Foz (Isso é um elogio ou um insulto? Não vou entrar na discussão, hoje, sobre se isso se deve a descaso ou é estratégico). Três Lagoas em si tem identidade própria. É fácil vendê-la. Além de identidade, lá estão os clubes ICLI, Porto Dourado e Oeste Paraná; a Prainha de Três Lagoas, a Base Náutica (Ui Ui Ui) com aquele farol depredado, aquele cheiro de fezes, tudo quebrado, o Lago de Itaipu, a tendência aos esportes radicais ar-água. Lá estão o clube de Ultraleves, a base da impressionante da Weekend Fly, navegação à vela e ainda um certo ar rural. Uma área maravilhosa para estar morrendo à mingua!

Por quê? - Por problemas de racismo, classismo, falta de solidariedade, atraso político histórico crônico, essas regiões se identificam com a pobreza, assaltos, favelas. Mas tudo pode ser vendido se for organizado para o benefício da população. Implante um bom modelo de desenvolvimento na favela, e isso será de interesse mundial. Esta região tem algumas áreas temáticas.

No Portal há a região temática ligada a ornitologia: Rua Sabiá, Pica-Pau, Rua Papagaio, Sanhaço e outros pássaros. A rua papagaio leva à uma região temática do futebol: Rua Palestra Itália, Manuel Garrincha, Rua Pelé onde se encontra também nomes de estádios e clubes. Ótimo lugar para fabricar e vender bolas, abrir uns museus, além de incentivar a arte e o artesanato.

Na região encontramos Hotéis e equipamentos turísticos como o Rafain Palace, Muffato, o Teatro Plaza Foz, a Rodoviária, a animada República Argentina e interessante Costa e Silva com o Hotel Falls Galli, motéis (por que não?).

Exemplo

Não muito longe de alguns desses hotéis há favelas como é caso do Portal. O que fazer com elas? Desfavelar? Sim. Como? Mandando os pobres para as Cucuias? Não! Cada área temática, aproveitaria o nome para especializar-se em certo artesanato. O artesanato é muito importante.


Em 1998 ou 1999 o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais patrocinou um congresso internacional de controladores de rotas de satélites. Descobri que no congresso havia vários observadores de pássaros que, normalmente são controladores rotas de satélites e trabalham para a NASA. Além de orienta-los sobre que pássaros ver na região, eu os levei ao Portal da Foz para conhecer o bairro temático dos pássaros. A grande festa foi ver dois pica-paus na Rua Pica-pau, beija-flor na Rua Beija-flor, ver sanhaço na rua Sanhaço e pardais em todas (claro!).

Ninguém foi assaltado. Pelo contrário, os moradores do Portal que freqüentam uma padaria na avenida principal, ficaram encantados de ver americanos da Nasa no Portal da Foz. Que chique! O pessoal da Nasa ficou lisonjeado com a visita.

Feirinhas

Imagine cada bairro temático com pelo menos uma feirinha onde as mães de família pudessem vender artesanatos ligados ao tema do bairro. Imagine, os bairros temáticos equipados com equipamentos públicos relativos ao tema (todas as cabinas de telefone ** das ruas ornitológicas do Portal representando o pássaro que deu nome à rua). Céu Azul, já faz isso. Colocou cabines de telefone com formas de onças, pássaros, na rua que acompanha a BR 277). Artesanatos de pedras no bairro das pedras. Artesanato de peixes, restaurantes, barzinhos com o tema de peixe nas ruas de peixe. O turismo vende ilusão, contato, interação. Gramado, Canela, Florianópois, Key West na Florida vivem de suas ilusões.

A área de Itaipu

Esta área é muito rica embora o pessoal das Vilas C 1 a 3, das favelas da região não veja riqueza nenhuma. São pobres sentados em ouro. Essa região turística da cidade tem, primeiro, a Itaipu Binacional. O que a Itaipu Binacional gastou em relação à construção de equipamentos turísticos, entrou em que espécie de contabilidade? Contas do turismo? Repito a importância das Contas Satélites de Turismo e a conferência da OMT que está sendo organizada no maior silêncio. Cuidado!

Região Itaipu

Veja o que a região tem: a maior hidrelétrica do mundo; refúgios biológicos, único museu de Foz do Iguaçu e talvez único ecomuseu do Paraná, o Lago, o Canal de Desova e Navegação lerniana-kayakística, bairros planejados, hospital, clubes, Centro Comercial próprio, Espaço Gramadão, Templo Budista, Ponte Internacional da Amizade, Ilha Acaray, comunidades universitárias e o pessoal do Jardim Califórnia, Jardim Jupira e a daijoniana Cidade Nova passando fome? Tem alguma coisa errada!Mistério - Quem explica o motivo da área em torno da Ponte da Amizade, especialmente no Jardim Jupira não ser um lindo Parque dedicado à temática internacional, à paz, à integração, com bar, restaurante, parque, monumentos, feirinha, negócios? É por isso que eu digo: Foz não explorou 2% de sua capacidade turístico-econômica. E agora? Vamos ficar assim mesmo?

Nota importante

O que eu chamo de "bairrização" do turismo destacando o potencial dos bairros da cidade não tem nada a ver com a proposta de "cidade temática" com propósitos puramente comerciais, turismo de massa, para aqueles poucos que comem caviar. Confiram as Notas do Turismo # 6. A bairrização deve partir do orgulho do morador do bairro. Eu tenho orgulho da rua Pica-pau, Rua Jade por que morei nelas. E logo estarei no jardim Ipê - que é a árvore oficial do município. Lembra?

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Ajude a salvar as abelhas - mais uma campanha

Essa é outra campanha importante. No ano passado fiz alguma postagens sobre abelhas nativas em Foz do Iguaçu e por conta disso tive que entrar em contato com criadores de abelhas nativas de todo o Brasil. Do Recife à Contenda (RMC), de Lapa ao Remanso Grande em Foz, escutei os produtores dizerem que as abelhas nativas estão com os dias contados nas cidades brasileiras - de São Paulo à Lindoeste. Imagina por quê? Por causa do fumacê - a fumigação contra o mosquito da dengue. A campanha é da AVAAZ que precisa recolher 1 milhão de assinatura para que a União Europeia (UE) e os Estados Unidos banam os agrotóxicos (venenos) neonicotinóides (não sei se o fumacê se encaixa na acegoria). As abelhas polinizam 90% das plantas inclusive aquelas que servem de alimento. Para participar da acampoanham e assinar clique A Q U I. A foto é deste site