terça-feira, 5 de agosto de 2008

Vendo Caraguatá fresquinho!




Uma das coisas realmente típicas das Três Fronteiras são as vendedoras paraguaias de frutas, verduras, grãos e raízes. As vendedoras paraguaias podem ser vistas não somente em cidades como Ciudad del Este mas também em Foz do Iguaçu e Puerto Iguazú. Além de frutas e verduras e raízes para serem usadas em remédios caseiros, as vendedoras também trazem coquitos, palitos (as duas da família das bolachas e pães). No caso de Foz do Iguaçu, elas ocupam algumas esquinas do centro ou vão para os bairros.

Já vi críticas a elas em meios de imprensa paraguaios especialmente das cidades de fronteira. Os jornalistas e locutores acham que elas, de alguma, forma envergonham ao Paraguai ao se humilharem e se exporem em ruas das cidades vizinhas. Eu penso exatamente o contrário. Eu acho que as vendedoras estão trabalhando e o fazem com coisas da terra. Um exemplo é a fruta que aparece nas duas fotos. Se chama "caraguatá". No Brasil também é conhecida por caraguatá-açu, caraguatá-piteira, caruatá-açu, coroatá, craguatá, curauá, curuatá-açu, gravatá, gravatá-açu, gravatá-da-praia, gravatá-de-gancho e gravatá-do-mato.

Agradeço a vendedora que me permitiu fotografar a fruta que estava sendo vendida. Ela me disse que gente de Foz do Iguaçu encomenda a fruta e que entre seus muitos usos está a transformação dela em xarope. Enauanto não volto para completar esta postagem sobre esta que é minha fruta emocionalmente predileta, coloco duas receitas de xarope de caraguatá. Logo volto com a receita que a paraguaia em questão me prometeu. O caraguatá é uma bromeliácea o que significa que é parente do abacaxi e ananás.

As receitas:


Receita 1

Xarope de Caraguatá e Guaco
PREPARO: 1 kg de açúcar, 1 litro de água, 10 frutos de caraguatá (planta de cerrado) e 5 folhas de guaco. Misture a água e o açúcar até ferver. Coloque o caraguatá e as folhas de guaco e deixe ferver por aproximadamente 1 minuto. Deixe esfriar e guarde num frasco de vidro em local fresco.
REFERÊNCIAS: Receita Caseira

Receita 2

Xarope de Caraguatá

É Famoso o xarope de Caraguatá para Gripes, prepara-se da seguinte maneira- Ferve-se 8 a 10 frutos cortados e bem amassados em 250 ml na água por 5 minutos, depois coar e adicionar 2 ou 3 colheres de mel de Abelha, retornando ao fogo até apurar num xarope. Tomar 1 colher de sopa, duas vezes ao dia. Também é utilizado no Tratamento de cálculos renais, asma, bronquite, ancilostominiose, icterícia, hidropopisia, aftas e férias. O fruto é rico em Vitamina C. Fonte
Ver reportagem do Jornal da Integração do Oeste do Paraná

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Personalidade mais conhecida de Foz




Jacob Rodrigues Amaral, evangélico, membro da Asssembléia de Deus, é a figura mais conhecida de Foz do Iguaçu. Mais conhecida que o prefeito, que o diretor-geral da Itaipu Binacional, que o diretor do Ibama-Instituto Chico Mendes, que o bisbo, que todos os chefes de tudo quanto é organização. Pelo menos, Jacob não tem medo de aparecer e dar a sua mensagem em qualquer lugar e para quem quer que esteja presente.
Há até uma comunidade no Orkut chamada "Eu conheço o homem da faixa" com 2.406 membros.

Na foto, Jacob Rodrigues Amaral, exibe com orgulho uma de sua faixas. "Sorria, Jesus te ama" - diz ele enquanto se prepara para click e acrescenta, a faixa está em árabe. Eu já vi o Amaral com faixas em inglês, espanhol além do português. Ele faz esse trabalho há anos. Recentemente, ele incporporou um a bicileta equiopada com luz lanterna traseira, farol dianteiro para salvar-se do trânsito da cidade, e, acima de tudo, uma caixa de som com microfone.

Com esse material, Jacob enfreta o mundo e prega - muitas vezes para uma platéia invisível. Outras vezes, a platéia é mais sonsa do que invisível - especialmenete quando ele está pregando no Terminal de Transportes Urbanos (TTU), em frente ao ponto de ônibus na Avenida JK - um dos mais movimentados. Ele também pode abrir a voz e usar a oratória - e ele tem! - em qualquer lugar entre o centro de Foz do Iguaçu e Praça da Bíblia no Jardim São Paulo.

Logo volto com mais sobre o Jacob Amaral!
Atualização: mais uma foto: Jacob com sua faixa em inglês que diz "Prepare-se, Cristo vem em breve!

Um recanto iguaçuense





As imagens acima são do fundo ou do pátio dos fundos da Igreja Matriz ou Catedral São João Batista de Foz do Iguaçu. Há um capelinha onde os católicos e qualquer outra pessoas pode entrar e fazer uma prece, rezar, ficar quieto, calar a boca e só deixar rolar. A capelinha inspira paz, muita paz. Até a sua localização é discreta.

Outra foto mostra a Igreja Matriz vista do pátio. A bandeira que aperece na foto não é parte do terreno da igreja. Pelo contrário está no canteiro central da Avenida Brasil e é parte de uma "revitalização" da Avenida principal da cidade.

Se tudo deu certo, a foto que aparece primeiro é uma escultura - que realça o ambiente. Para a muita gente durante os dias da semana, o espaço é também um estacionamento onde as pessoas podem guardar seus carros em segurança e sair correndo atrás da vida. Se você é um turista ou futuro turista e estiver vindo a Foz do Iguaçu, recomendo-lhe este espaço. É uma espécie de lugar compartilhado. Nem todo mundo de Foz entra aí. Seja bem-vindo.

Foz acessível?




O projeto de calçadas que permitem a que pessoas com deficiência tenham acesso a lojas, edifícios, órgãos públicos já estão sendo implantadas em Foz do Iguaçu. A foto destaca, a calçada que permite que os deficientes visuais possam caminhas. Basta seguir a guia. A calçada ainda não é universal - quer dizer não está por toda parte ainda. Por enquanto faz quem pode. Ouvi reclamações sobre a falta de semáforos sonoros.

Já volto com mais....

terça-feira, 22 de julho de 2008

Pueblos indigenas en Foz



Uma das boas lembranças que tenho nesta caminhada em Foz do Iguaçu foi a Conferência de Povos Indígenas do Cone Sul que aconteceu em Foz do Iguaçu (Paraná) e mais especificamente no Teatro Barracão, no Jardim São Paulo na Terra das Cataratas. Vieram tribos de todo Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia. Os "indígenas" do Cone Sul trouxeram para o evento suas preocupações com grandes assuntos do cenário "regional" como a Hidrovia Paraná-Paraguai, gasodutos, oleodutos, agricultura, a construção de grandes hidrelétricas e outros problemas que ainda persistem e outros que ficaram pior.

Nesse evento chegamos a escutar palestras com tradução português-espanhol-guarani-xokleng-kaingang-inglês-maká e vice-versa.

Nesse evento, vi um dos poucos cerimoniais indígemas dirigidos por indios guaranis nas Cataratas do Iguaçu. O nome da cerimônia era "Mandu'a porã guaçu" que significa "boa lembrança" - lembrança de quê? Que lembrariam os guarani? Foi muito bonita. Na época eu já trabalhava com aspectos ecológicos e espirituais das culturas nativas das Américas. Foi muito bonito. Gostaria muito de desenterrar uma foto da cerimônia que - infelizmente, não consigo achar. Um dia acharei!

Copa América, TriFron 1999


Futebol - não é o meu forte. Assim se eu cometer erros não me matem. Mas coloco aqui mais uma dessas logomarcas que eu guardo e que para valer a pena o meu esofrço de guardar, eu tenho que mostrar a alguém. Assim, coloco aqui para mostrar a logomarca da Copa América 1999, que aconteceu em Ciudad del Este, Paraguai e que mobilizou as Três Fronteiras, Tríplice Fronteitra ou a Tri-Fron, como chamo. Foi aqui, no Estádio Tres de Febrero em CDE que o Ronaldinho Gaúcho brilhou e se destacou na Seleção Brasileira. Não foi? A logo que mostro é a da sub-sede da copa que foi Hernandarias, antiga Tapuru Puku (ou cupinzeiro fundo). É só para lembrar!

Matreial oficial sobre os JMN da época

Jogos Mundiais da Natureza

Autor: Alfredo Jorge Reimann Filho - GAC

NASCEM OS JOGOS MUNDIAIS DA NATUREZA. BEM-VINDOS.

• tempo: Setembro de 1997.

• espaço: Iguaçu, Costa Oeste do Paraná, Brasil.

Neste cenário, na convergência do Brasil com o Paraguai e a Argentina, despontam duas maravilhas do mundo: as Cataratas do Iguaçu - obra da natureza - e o Lago de Itaipu - obra do homem.

E aqui, com a parceria da Itaipu Binacional, da iniciativa privada e dos municípios da região, o Governo do Paraná está promovendo um grande processo de transformação. Para coroar este processo de desenvolvimento sustentado, está nascendo um evento que vai mamar definitivamente a parceria do homem com o meio ambiente e apresentar ao mundo todas as belezas e potencialidades desta deslumbrante região.

Senhoras e senhores, bem-vindos à Costa Oeste. Os primeiros jogos Mundiais da natureza vão começar.

Esporte Natural. A única regra é o respeito ao meio ambiente.

Na força dos rios, no desenho das trilhas e praias, na liberdade dos eventos. a energia criadora da natureza se manifesta em suas múltiplas riquezas e possibilidades.

Diante dela, o homem responde, aproveitando estas forças ou desafiando-as.

Desse encontro nasce o esporte natural. Mais que uma modalidade esportiva, uma verdadeira lição de equilíbrio, determinação e respeito ao meio ambiente. Esporte natural se pratica em meios naturais, utilizando a energia dinâmica dos mesmos, com a condição principal de preservação da natureza. Seja nos esportes da Água, da Terra ou do Ar, o desafio é sempre o mesmo: ensinar ao homem a necessidade de preservar o mundo que o cerca.

Costa Oeste. Mais espetacular que o cenário só o desafio.

Os jogos Mundiais da Natureza vão acontecer num local universal: a Costa Oeste do Paraná, Brasil. Um cenário de maravilhosos rios, lagos, corredeiras, parques e paisagens, localizado no coração de um dos mais importantes mercados econômicos do mundo: o Mercosul.

São 1.400 Km de orla formada pelo Lago de Itaipu, geograficamente adequados para receber a mais completa estrutura residencial, hoteleira e turística. A Costa Oeste tem todos os potenciais imagináveis para se tornar um grande pólo turístico e o principal alavancador do desenvolvimento desta região do Paraná. Como sede dos Jogos Mundiais da Natureza, a Costa Oeste coloca toda a diversidade dos seus cenários a serviço dos mais espetaculares desafios o esporte natural.

O importante não é vencer. É superar os limites.

Nos Jogos Mundiais da Natureza, a competição e disputa entre atletas deixa de ler importância quando se considera um outro aspecto: a capacidade e a determinação de cada um em superar os seus próprios limites, no confronto do homem-natureza. E é isto que vai dar a este evento o seu caráter de aventura.

Vivendo a Natureza: Os Jogos em movimento

O contato direto com o meio ambiente é a característica principal deste evento. Como não existirão espaços fechados ou cenários estáticos, tanto atletas quanto espectadores irão viver de perto as belezas naturais da região.

Nos rios, montanhas, trilhas e ventos, os melhores esportistas dos cinco continentes, petiscados de forma individual ou através de convite do Comitê Organizador. Com eles, gente de todo o mundo compartilhando os desafios e a natureza.

Nove dias de provas. Um espetáculo do Paraná para o mundo.

Os Jogos Mundiais da Natureza se renovam a cada quatro anos. Sua primeira edição já tem data mamada para o período entre os dias 27 de setembro e 5 de outubro de 1997. A promoção destes primeiros jogos Mundiais da Natureza fica a cargo do Governo do Paraná, através da Secretaria de Turismo do Estado.

Mais do que um evento esportivo de caráter inédito, excelente aceitação e proporções internacionais, os jogos nascem como o principal alavancador da promissora indústria de turismo da Costa Oeste.

Antes do inicio do evento, o homem e a natureza já estão ganhando. Mais de 440 mil habitantes de 16 municípios situados à margem do Lago de Itaipu serão beneficiados diretamente com a criação de oportunidades de trabalho durante todo o ano.

Planeta Ar, Planeta Terra, Planeta Água: Unidos por Esporte.

Os Jogos Mundiais da Natureza serão desenvolvidos através de 13 modalidades esportivas, na água, na terra e no ar.

Esportes da água:

1 Travessia: 6 dias em canoa contra

a correnteza e a favor da natureza.

1 Slalom: 300 m de obstáculos tias

águas bravas,

Rafting: Balsas descendo águas

turbulentas.

Pesca: Águas aplaudindo com alegria a volta dos seus peixes.

Vela: 250 milhas de emoção nas águas do Lago de Itaipu.

Esportes da terra:

Triatlon: Atletas completos programam sua

resistência num triplo

desafio.

1 Escalada: Ida e volta nas paredes

mais ocultas do Iguaçu.

1 Orientação com Amo e Flexa:

Correndo 30 km na direção da

flexa e da perfeição.

1 Ciclismo: 7 dias e 640 km mos-

trando habilidade em Mountain

Bike.

1 Golf: Tacos, bolas e buracos in-

gleses nos campos brasileiros.

Hipismo: 50 km por dia no convívio entre

os homens e os animais.

Esportes do ar:

1 Balonismo: 7 dias de balões levando seu colorido aos céus.

1 Paraquedismo: Heróis voadores pousando nas belas Cataratas.

A CELEPAR E OS JOGOS MUNDIAIS DA NATUREZA

A CELEPAR estará presente nos Jogos Mundiais da Natureza.

Este primeiro artigo visa apresentar a utilização do texto oficial de divulgação, a todos os celeparianos, este grande projeto em que já estamos envolvidos. Fecha a estrutura de informática para a preparação, administração e acompanhamento dos jogos deverá ser suprida pela CELEPAR, quer diretamente, quer através de parcerias.

Muito trabalho teremos pela frente. Todos os celeparianos certamente estarão envolvidos.

Nos próximos números traremos mais informações.

História de uma Canal de peixes e caiaques







Era uma vez no Paraná, o Lago de Itaipu que banhava vários municípios do extremo Oeste do Paraná. Daí um dia, o Paraná elegeu, Jaime Lerner, ex-prefeito de Curitiba para Governador. Da sacolinha de idéias Jaime Lerner tirou uma idéia e disse que a idéia seria feita na Costa Oeste. Onde? Na Costa Oeste do Paraná. O Paraná tem duas costas, uma no Leste também chamada de "litoral" e outra no Oeste chamada de Costa Oeste ou ainda Lago de Itaipu para uns e Reservatório de Itaipu para outros.

Da sacolinha de idéias Jaime tirou mais idéias. Um evento esportivo para tirar a Costa Oeste da inexistência e as comunidades do Lago do marasmo: Jogos Mundiais da Natureza para acontecer entre setembro e outubro de 1997.

Para isso, o governador fez aparecer Bases Náuticas em todos os municípios da Costa Lacustre Oeste. Mas a principal obra seria o Canal da Barragem onde aconteceriam em 1997 as competições de kayak de águas rápidas. A primeira foto acima mostra o lindo trabalho de arte que foi o logotipo dos Jogos. As outras fotos mostram três momentos da construção do Canal da Barragem - entre elas mostra-se a área de tomada de água, e em uma das fotos se vê o futuro canal recebendo gramas verdes, verdes.

O Canal da Barragem não ficou pronto para os jogos em 1997. Nem o governo terminou. O governo se atrapalhou nas obras. Em certa altura, o Exército Brasileiro participou da obra através do Batalhão Ferroviário - um dos poucos lugares do Brasil sem ferrovia que recebeu o batalhão ferroviário. Depois, entraram em cena outros agentes e empresas privadas.

E aconteceu, que só no século seguinte, o Canal foi terminado desta vez pela Itaipu Binacional. E o canal passou a receber o nome de Canal de Piracema. Aquele local que aparece na foto e que serviu de entrada para os trabalhadores e máquinas do canal, hoje está fora de uso, da vista e dos corações. Houve até um estacionamento, parte da estrutura, que custou RS 5 milhões. O estacionamento foi construído onde deveria ser a entrada dos torcedores e esportistas. Hoje, o estacionamento pode ser usado como "prática" para estudantes de arqueologia e que necessitem praticar a arte de escavar. O estacionamento está debaixo de toneladas de sedimentos, plantas etc.

Finalmente, o Canal da Barragem Piracemático hoje já recebe competições de kayaks (caiques), canoas e rafting e está sob a orientação da Itaipu Binacional. Isso só mostra duas coisas: primeira, Deus escreve torto e termina certo; segundo, ninguém nunca sabe onde vai terminar. Mas, tudo terminou bem e todos foram felizes para sempre.

Se você quiser sentir um gostinho do "discurso" dos Jogos Mundiais da Natureza na época em que foi anunciado clique aqui AGORA!

segunda-feira, 14 de julho de 2008

A Foz que se vai - velhas edificações





Foz do Iguaçu passou por muitas etapas e isso se pode ver nas casas e edificações. Neste blog no qual conto coisas que vou vendo enquanto vago pelas ruas da cidade, comecei a colocar fotos de algumas casas ou edifícios locais que de alguma maneira falam comigo, trazem lembranças ou que foram importantes para a cidade em épocas passadas mas não muito "passada". As fotos acima mostram a esquina da Rua Oscar Muxfeldt e a JK, próximo à Caixa Econômica Federal e a (não tão nova) sede da Câmara Municipal. Os edifícios em questão ainda estão sendo usados. Há bares, restaurantes, chaveiros e outros negócios menores. Destaco o prédio do Hotel Espanhol - que funcionou até não faz muito tempo. Sem dúvida o Hotel Espanhol, cuja placa ainda se vê no andar superior do complexo foi iportante para Foz do Iguaçu e quem sabe qunata gente passou por ele? Quem o construiu? Quem trabalhou nele? O sonho de quem ele realizou?

Tchau casinha!




Passando pela Rua Almirante Barroso, centro de Foz do Iguaçu, não pude deixar de ser atraído pela casinha acima. E antes de que a casa seja derrubada e no terreno apareça uma nova estrutura, aproeitei para registrar o fato de esta casa existiu. Essa região da avenida sempre foi sede de pequenas empresas ligadas à serigrafia, criatividade, publicidade. Pouco a pouco a paisagem está mudando. Há uma nova arquitetura na cidade. A casa ainda pode ser vista. Vai lá e fotografe também. a