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| A antiga fonte - atual "terrário" mostrando parte do mural |
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domingo, 1 de abril de 2018
Aniversário de 20 anos da Praça Naipi está chegando: restauração seria um bom presente
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sábado, 22 de fevereiro de 2014
Patrimônio dos brasileiros às cucuias na TriFron
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| Depredação mal começava a começar em 2010 |
Em 2010 o Blog de Foz publicou uma "postagem" com o título "Eu quero minha cidade de volta", onde, naquele ano, parecia que certas propriedades do povo brasileiro (federal /União) em nossa terra estavam abandonadas. Hoje, em 2014, as coisas ficaram pior. Proponho duas coisas: primeira, leia a nota de 2010 e, segunda compare as fotos. O equipamento público fica no trecho final da Avenida General Meira logo após a entrada da via que dá acesso ao Marco das Três Fronteiras onde além do Marco ficam as ruínas do Espaço das Américas - descaso este, assinado, pelo Governo e Gestão do governador Beto Richa.
| Depredação em fevereiro de 2014 - ainda dá para ficar pior? |
| 2014: População deixa um recado importante |
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| Em 2010, 25 anos após o fechamento da estrutura devido a inauguração da Ponte Brasil-Argentina, a torre estava intacta, havia luz nos postes e a grama estava aparada |
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Santa Casa Monsehor Guilherme e a "abdução" de hospitais em Foz do Iguaçu
Foz do Iguaçu - que completará 100 anos como município emancipado em 2014 e 125 anos desde a fundação histórica, heroica e gloriosa da Colônia Militar do Iguassu está em constante mudança e nem sempre devido ao progresso. A cidade tem um padrão quase psicológico de criar estruturas e destruí-las, é um caso de "autofagia". Sugiro aos acadêmicos de nossas universidades que incluam a Santa Casa na lista de seus alvos de estudo. Seria interessante levantar dados como: quanta gente, quantos bebês, masculinos ou femininos nasceram no lado de dentro deste portão abandonado? Quantas mulheres receberam o "positivo" de seus testes de gravidez neste edifício? Quanta gente em Foz tem história com este prédio? Quanta gente foi salva ou foi tratada neste local? A grande propriedade foi leiloada, vendida e até hoje há ex-funcionários que não receberam o que deveriam ter recebido e o prédio estaria cheio de equipamentos desde macas a máquinas se acabando no abandono.
| Banco histórico relembra uma empolgação com a saúde na gestão 1997 - 2000 |
O que aconteceu com o prédio da Casa de Saúde não é menor do que aconteceu com os vários planos e ideais de saúde como a "Saúde Plena da Gestão 1997 - 2000. Três banquinhos de cimento celebram a época da "Gestão Saúde Plena" Como aparece aqui nesta postagem. É uma verdadeiro caso de "Abdução da Saúde". Na mesma ruas da Santa Casa - Avenida Brasil - havia o Hospital Internacional ou HI que também teve participação histórica na saúde de Foz do Iguaçu ao longo dos anos 70, 80 e 90. Ele naufragou de vez, não se sabe exatamente por que carga d'água ou causa nos anos 2000 quando passou a ser a sede da atual Secretaria Municipal da Saúde. Destaco que na época da Gestão Saúde Plena - a secretaria se chamava "Secretaria de Saúde e Saneamento". É um caso interessante de "mudancice" saramandaiense.
O prédio-ruínas da Santa Casa Monsenhor Guilherme fica em uma área que foi um retrato do "ciclo da vida". Nascia-se na Santa Casa, estudava-se na Escola Municipal Parigot de Souza ou no Bartolomeu Mitre, se catequizava na Igreja Matriz São João Batista, fazia-se exames em laboratórios estabelecidos ao redor da Santa Casa, treinava-se oratória na Câmara Júnior da Avenida Brasil, virava-se espírita e frequentava o Centro Espírita Os Mensageiros (CEOM) em frente à Santa Casa, poderia tornar-se maçom e frequentar a Loja Maçônica Manoel Ribas ao lado do Centro Espírita que fica na frente da lateral da Santa Casa na Rua Padre Montoya. Crescia-se estudava-se, virava-se alguém no comércio e se associava à Associação Comercial e Industrial de Foz do Iguaçu (ACIFI). Ficava-se doente, consultava-se, fazia-se exames na quadra, se internava na Santa Casa e caso falecesse, os parentes e amigos compravam flores nas casas especializadas, contratavam os serviços fúnebres nas funerárias ao redor da quadra, e na hora de voltar ao pó de onde todos viemos, o Cemitério São João Batista estava, como está, ao lado, na Avenida Brasil, a uns 50 metros da Acifi, a uns 30 metros da Câmara Júnior. Toda vez que passo pelas ruínas da Santa Casa não posso deixar de lamentar e pensar qual é o o motivo desta espécie de descaso pelo nosso patrimônio e até de nossa memória.
O prédio-ruínas da Santa Casa Monsenhor Guilherme fica em uma área que foi um retrato do "ciclo da vida". Nascia-se na Santa Casa, estudava-se na Escola Municipal Parigot de Souza ou no Bartolomeu Mitre, se catequizava na Igreja Matriz São João Batista, fazia-se exames em laboratórios estabelecidos ao redor da Santa Casa, treinava-se oratória na Câmara Júnior da Avenida Brasil, virava-se espírita e frequentava o Centro Espírita Os Mensageiros (CEOM) em frente à Santa Casa, poderia tornar-se maçom e frequentar a Loja Maçônica Manoel Ribas ao lado do Centro Espírita que fica na frente da lateral da Santa Casa na Rua Padre Montoya. Crescia-se estudava-se, virava-se alguém no comércio e se associava à Associação Comercial e Industrial de Foz do Iguaçu (ACIFI). Ficava-se doente, consultava-se, fazia-se exames na quadra, se internava na Santa Casa e caso falecesse, os parentes e amigos compravam flores nas casas especializadas, contratavam os serviços fúnebres nas funerárias ao redor da quadra, e na hora de voltar ao pó de onde todos viemos, o Cemitério São João Batista estava, como está, ao lado, na Avenida Brasil, a uns 50 metros da Acifi, a uns 30 metros da Câmara Júnior. Toda vez que passo pelas ruínas da Santa Casa não posso deixar de lamentar e pensar qual é o o motivo desta espécie de descaso pelo nosso patrimônio e até de nossa memória.
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quarta-feira, 21 de abril de 2010
O Marco das Três Fronteiras, Brasil: por que não interessa ao Governo?
Gilvan e os filhos no Marco das três Fronteiras - já aparece a primeira lanchonete e lojinha da família nos fundos (Foto da família)
Em 1967, um funcionário público que trabalhava para a hoje extinta Empresa Brasileira de Portos S.A. – Portobrás, Gilvan Farias chegou a Foz do Iguaçu e se estabeleceu na área do Marco das Três Fronteiras que, na época, embora fosse federal, estava na propriedade da antiga Serraria e Madereira Amambay de Gregório Rubens.
A missão de Gilvan era dar início aos estudos de viabilidade para a construção do futuro Porto de Foz do Iguaçu, que não saiu do papel. Um dos motivos que desanimou o Governo de fazer um porto era a possibilidade de sair a Usina de Itaipu e a possibilidade de haver uma "morte" da navegação no Paraná. Com Gilvan veio a esposa, Maria Claudina Farias. Ela conta que assim que chegou se deslumbrou com a possibilidade de viver em um local privilegiado, em um ponto de onde se via três países e dois rios. Logo a Portobrás começou a levantar as terras para desapropriação da área. Em 1971 saíram as primeiras escrituras.
A família adquiriu parte do terreno na área onde construiu uma casa e onde a família passou a morar. Maria Claudina, logo começou a se perguntar: por que esse lugar não era conhecido e visitado turisticamente? "Em 1972 isso começou a funcionar como ponto turístico”, lembra Maria Claudina que depois de 30 anos, continua encantada com o Marco das Três Fronteiras, onde além da casa, funciona o Recanto dos Três Marcos. Um ano importante para o Marco Brasileiro foi 1974, segundo ela, após a assinatura do Tratado de Itaipu e quando a cidade começou a crescer. “E o Marco cresceu junto com a cidade”, destaca Claudina.
Após a publicação do Decreto Lei 1470 de junho de 1976, os brasileiros tiveram de pagar um depósito compulsório de mil dólares para obter ou renovar passaporte ou simplesmente para sair do País. A medida ajudou o turismo interno incentivando viagens dentro do Brasil. No pacote foram incluídos os Vôos de Turismo Doméstico (VTD) que levantaram o turismo brasileiro especialmente para Serra Gaúcha, Salvador, Foz do Iguaçu. Como resultado, no Marco das Três Fronteiras Brasileiro, passou a haver engarrafamento de ônibus de turismo carregados com visitantes. Nessa época chegou o empedrado, o estacionamento. Durante o tempo, houve esperança de que o Centro de Convenções de Foz do Iguaçu fosse construído aqui. O Marco é lugar de projetos. Nos anos 90 outro projeto foi anunciado. Desta vez era um projeto que teria a participação da Espanha e se chamaria Memorial Cabeza de Vaca – homenagem ao espanhol reconhecido como sendo o primeiro não-índio a ver as Cataratas do Iguaçu. E daí veio o projeto de se construir uma torre que terá no topo um restaurante giratório. O projeto foi licitado, vencido, inciado, paralizado, se enrolado. Mas daí, há outros, segunda ponte com o Paraguai, teleférico trinacional e outros. Aí está um lugar que deve ser visto com mais carinho. É um lugar único! Não posso deixar de mencionar o Espaço das Américas construido pelo Governo do Estado que está lá mas ainda não pôde mostrar todo o seu potencial!
Acompanhe o Blog do Marco das Três Fronteiras editado por um dos filhos de Gilvan
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Bairronauta no TTU: abandono por aqui!
Nota e foto do Projeto Bairronauta
Inaugurado no dia 23 de fevereiro de 2003, o Terminal de Transportes Urbanos (TTU) completou seis anos. Ainda em plena infância, o TTU já apresenta sinais de velhice. As paredes estão sujas. As colunas estão pixadas, teias de aranha decoram as paredes amarelas, o canteiro central, que já foi um gramado, está pelado e há goteiras por toda parte. O Blog TTU FOZ fez um levantamento. No ponto de onde partem os ônibus para Três Lagoas, o cano de PVC que recebe água do teto, está solto. A água cai livre no tijolo avermelhado - agora com cor escura. Em varias áreas, os tijolos estão afundando. Já faltam alguns tijos em outras. A umidade está pegando pesado.
Há cano pingado e jogando água também no ponto de onde partem ônibus para a Ponte da Amizade, Jardim América, Cidade Nova, Porto Belo, Jardim Itaipu e as linhas 110,125,130,325 e 355. Há goteira também na parada do ônibus que faz a linha Universitária. No outro lado dessa plataforma, há um cano vazando na Parada do ônibus para Três Bandeiras. O TTU que não teve manutenção ao longo de sua curta vida, já pede socorro. Vassora, se vê, é pouco. Os banheiros estão em péssimo estado. O TTU merece uma olhadinha especial! E logo!
Finalmente
Um parafuso que havia sumido de uma das colunas do TTU, aquela logo ao lado da Parada dos ônibus para o Morumbi e Primeiro de Maio foi colocado de volta em seu lugar. O parafuso sumido foi mostrado aqui no Blog de Foz no dia 21 de dezembro de 2007. Parabéns à nobre alma que colocou o parafuso em seu lugar. Confira a nota “parafuso a menos”. Esta nota pode ser vista também AQUI!
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domingo, 24 de maio de 2009
Vila Portes na Região do Jardim América: vende-se tudo

Fotos by 'bairronauta'A situação não anda muito boa no bairro iguaçuense da Vila Portes. Tecnicamente falando, a Vila Portes pertence à Região do Jardim América - a região administrativa que margeia o rio Paraná e vai do Jardim América até o Jardim Jupira. Dentro dela está a área conhecida como "Área de Exportação". Para quem não é de Foz do Iguaçu, explico: a Vila Portes e o Jardim Jupira são os primeiros bairros do Paraná, do Brasil, para quem chega ao País vindo do Paraguai, pela Ponte da Amizade. Deveria ser um cratão postal. Aqui era uma área onde os comerciantes desfrutavam de alguma facilidade para vender produtos brasileiros para o Paraguai e Argentina.
Era um bairro intermediário. Os paraguaios vinham comprar toda espécie de profutos nesta área de vendas no atacado e varejo. Desde balas e chicletes, à comida, vasilhames, colchões, ferramentas e roupas. Com a entrada do Mercosul, do Plano Real e da queda do dólar, a vida comçou a ficar difícil. São Paulo começou a vender direto para o Paraguai, os produtos ficaram caros e a competição aumentou. Um passeio pelo bairro mostra dezenas, centenas de lojas fechadas. Uma vergonha! Mesmo assim algumas ruas ainda sobrevivem e mantêm a tradição. O bairro se ressente da falta de políticas que levem a uma recuperação.
Em uma caminhada por lá, há alguns meses, visitei a loja de móveis usados que aparece na foto. Fiquei admirado de ver uma maca profissional de atendimento médico, dessas que se usa em ambulâncias. Onde mais se vê isso? Estava à venda! Visitei, em seguida, a loja que vende material para hotéis e restaurantes. Encontrei um micro hoteleiro de Encarnação (Paraguai) fazendo comprando algumas ferramentas de trabalho.
Não me parece difícil atrair clientes de toda a região Oeste e Sudoeste do Paraná para a Vila Portes. Tenho a experiência de ter vivido em cidades do Oeste onde um parafuso um pouco mais elaborado não existe. "Tenho que madar vir de Cascavel" - dizem os lojistas para tudo.
Ninguém em Foz do Iguaçuu fica parado por não encontrar uma ferramenta, a bitola de ferro, a porca ou arruela que necessite. E a Vila Portes é o local. É um bairro especial. Até pouco tempo houve um programa municipal que criou encubadouras de negócios e fábricas no Jardim Jupira. O programa utilizava as lojas fechadas pela crise em troca de IPTU e outros impostos. O programa estava dando certo. Foi na administração Samis da Silva.
O prefeito Paulo MacDonald não deu continuidade ao programa. Só digo que é preciso continuá-lo. Ou, por outro lado, é preciso criar um novo. Alguma coisa tem que ser feita! Não pode ficar assim. Além da Vila Portes outros bairros de Foz do Iguaçu estão entregues à situação semelhante. Vamos mostrá-los, aos poucos de um por um.
Haverá mais sobre a Vila Portes
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Fim das eleições
O prefeito Paulo MacDonald Ghisi foi reeleito em Foz do Iguaçu. Foi uma vitória muito bonita. De goleada, podemos dizer. Foi como a passagem de um furacão. Desta vez, o prefeito Paulo MacDonald Ghisi recebeu uma baldada de apoio da população. Isso significa que o prefeito recebeu um "mandato" no sentido de uma "Carta aberta" para obrar em nome da população. E o que espera esse povo?
Primeiro, o povo de Foz do Iguaçu esperar com certa urgência poder responder a uma pergunta muito simples que é de difícil resposta. No dialeto local, a pergunta é: de que você veve? Pode-se ainda fazer outras versões para a pergunta do tipo: de que veve Foz?
Antes de falar sobre de que "veve" ou não "veve" o povo, o Blog de Foz espera continuidade de tudo aquilo que é bom e que a administração conseguiu fazer. Segundo, espera que a administração, no novo mandato, recupere aqueles espaços da comunidade que estão abondanados e que dão a idéia de que foram abandonados porque foram feitos por outras gestões (Parque Remador, Praça da Bíblia, Prça Sete de Setembro, Monjolo, Parque do Libra entre outros).
No dia 12 de dezembro de 2007, este blog publicou uma nota chamada "Parafuso a menos". Agora no final de 2008, o parafuso ainda está a menos - que dizer falta. O parafuso se encontra ou melhor deveria se encontrar em um poste de sustentação do TTU (Terminal de Transportes Urbanos). Usado por milhares de iguaçuenses e turistas todos os dias, o TTU está abandonado. O que se está esperando? Que haja mais problemas para justificar um novo projeto e mais verbas? Confira a postagem original do Parafuso a Menos.
Outra postagem do Blog de Foz feita em abril deste ano, lamentou a situação de abandono do Parque Remador lá na região do Porto Meira. A Nota se chamou "Ruínas do Parque Remador" ou algo parecido. E por que o Blog de Foz se meteu nisso? Simples! O Parque Remador tem um Santuário Católico que além de ser utilizado pela comunidade católica local, além de ter história, de ser importante, está na lista deste Blog chamada "130 Coisas a fazer na Tríplice Fronteira". Seria mais fácil tirar o Santuário do Parque Remador da lista das coisas que se pode fazer na Tríplice Fronteira?
Na opinião desse BLOG é mais fácil que a administração devolva o espaço à população. E rápido! Como vimos, os bandidos, que a cada dia controlam mais e mais da cidade, já começaram a usar o lago como lugar de desova de "eliminados". Refiro-me ao caso daquele menino que foi decapitado e lançado lá. Será mais fácil drenar o lago? Nunca! Isso seria uma catástrofe ecológica. Confira a nota sobre as Ruínas do Parque Remador.
Por enquanto o Blog de Foz fica com essas duas cobranças. Quanto aquela questão de facilitar aos iguaçuenses a resposta daquela pergunta, nem é preciso dizer nada. Foz do Iguaçu quer empregos para que o povo saiba responder quando lhe perguntem: de que veve o senhor? Outro exemplo: de que veve esse jornalista blogueiro?
Primeiro, o povo de Foz do Iguaçu esperar com certa urgência poder responder a uma pergunta muito simples que é de difícil resposta. No dialeto local, a pergunta é: de que você veve? Pode-se ainda fazer outras versões para a pergunta do tipo: de que veve Foz?
Antes de falar sobre de que "veve" ou não "veve" o povo, o Blog de Foz espera continuidade de tudo aquilo que é bom e que a administração conseguiu fazer. Segundo, espera que a administração, no novo mandato, recupere aqueles espaços da comunidade que estão abondanados e que dão a idéia de que foram abandonados porque foram feitos por outras gestões (Parque Remador, Praça da Bíblia, Prça Sete de Setembro, Monjolo, Parque do Libra entre outros).
No dia 12 de dezembro de 2007, este blog publicou uma nota chamada "Parafuso a menos". Agora no final de 2008, o parafuso ainda está a menos - que dizer falta. O parafuso se encontra ou melhor deveria se encontrar em um poste de sustentação do TTU (Terminal de Transportes Urbanos). Usado por milhares de iguaçuenses e turistas todos os dias, o TTU está abandonado. O que se está esperando? Que haja mais problemas para justificar um novo projeto e mais verbas? Confira a postagem original do Parafuso a Menos.
Outra postagem do Blog de Foz feita em abril deste ano, lamentou a situação de abandono do Parque Remador lá na região do Porto Meira. A Nota se chamou "Ruínas do Parque Remador" ou algo parecido. E por que o Blog de Foz se meteu nisso? Simples! O Parque Remador tem um Santuário Católico que além de ser utilizado pela comunidade católica local, além de ter história, de ser importante, está na lista deste Blog chamada "130 Coisas a fazer na Tríplice Fronteira". Seria mais fácil tirar o Santuário do Parque Remador da lista das coisas que se pode fazer na Tríplice Fronteira?
Na opinião desse BLOG é mais fácil que a administração devolva o espaço à população. E rápido! Como vimos, os bandidos, que a cada dia controlam mais e mais da cidade, já começaram a usar o lago como lugar de desova de "eliminados". Refiro-me ao caso daquele menino que foi decapitado e lançado lá. Será mais fácil drenar o lago? Nunca! Isso seria uma catástrofe ecológica. Confira a nota sobre as Ruínas do Parque Remador.
Por enquanto o Blog de Foz fica com essas duas cobranças. Quanto aquela questão de facilitar aos iguaçuenses a resposta daquela pergunta, nem é preciso dizer nada. Foz do Iguaçu quer empregos para que o povo saiba responder quando lhe perguntem: de que veve o senhor? Outro exemplo: de que veve esse jornalista blogueiro?
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Ruínas do Parque Remador
O Parque Omar de Oliveira, ou Parque Remador, foi inaugurado, segundo placa comemorativa no local, em março de 2004. Quatro anos depois, o Parque que foi inaugurado pelo Governador do Paraná, Roberto Requião e o prefeito de então Sâmis da Silva, já está descartado, depredado, abandonado. Dinheiro jogado fora. Conversei com alguns moradores da região e eles se mostraram revoltados. Revoltados mas sem poder fazer nada. Fazer o quê? A quem processar? De quem cobrar?
Devo acrescentar que eu tive medo de entrar no Parque para chegar ao Santuário Católico. O meu medo era ser assaltado. Fiquei meia hora em frente ao Parque tentando arranjar coragem. Enquanto isso, o helicóptero da Polícia fazia sobrevôos baixos na região - a Tropa de Elite local parecia estar em uma caçada séria o que aumentava ainda mais o sentimento de estar em uma zona de guerra.
Finalmente uma moça entrou no Parque e eu a segui roubando um pouco de sua coragem feminina. Pelo menos eu tinha a certeza de que em caso de assalto correríamos juntos.
Eu aplaudo os esforços do prefeito de Foz do Iguaçu, Paulo MacDonald, de investir em escolas-centro comunitários e saúde. Mas não sei se um significa a extinção do outro. Parque é parque. Parque é saúde. Escola é escola. Se pode namorar no Centro de Convivência?
Quanto a hospitais, se não tivermos cuidado, estaremos investindo em doenças e não em saúde. Mil especialistas não serão sufucientes para atender a uma população que adoece mais e mais por causa do stress, causado pela ansiedade do desemprego, da violência e falta de futuro. Onde estão os empregos prometidos? Pense nisso!
Final: uma área verde pode substituir algumas toneladas de remédio de hipertensão! O que a OMS diz sobre áreas verdes? Equilíbrio, prefeito! O caminho do coração. Siga o Caminho do Meio!
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terça-feira, 11 de março de 2008
Esse é o Portal de Entrada de Foz do Iguaçu
Uma vez existiu uma órgão brasileiro chamado Departamento Nacional de Estradas e Rodagens - DNER. Um dia, em alguma época, a BR 277 foi concluída. A BR 277 liga Paranaguá via Curitiba até Foz do Iguaçu. Há um lugar na BR onde o motorista vê a primeira entrada para Foz do Iguaçu. Há uma placa que avisa, entrada para Foz do Iguaçu pela Avenida Costa e Silva. Logo à frente, o DNER, em uma área redonda, muito parecida com um parque de entrada, um trevo muito bem planejado, plantou umas palmeiras chamadas cientificamente de Syagrus romanzoffiana e popularmente conhecidas como pindó ou jerivá.
O DNER construiu uma base de pedra utilizando pedras balsáticas que se pode dizer típicas da região e ligadas ao último capítulo geológico de extravasão magmática da história do Planeta. Vem da época em que a região estava começando a deixar a Pangéia, os continentes se criavam e faltavam uns 60 milhões de anos para a futura extinção dos dinossauros.
Em cima dessas pedras alta e geologicamente históricas, o DNER, que hoje já se extinguiu, (passou a chamar-se DNIT) colocou umas letras com algo parecido a DNER - Bem Vindos a Foz do Iguaçu. Logo, a região passou a ser vítima do esquecimento de um país, de uma cidade e até de um povo. O sinal mais visível, a partir dos anos 90, foi a gradual queda das letras. Ninguém consertava. De letra em letra caiu o Bem-Vindo. Restou o Foz do Iguaçu. mas mesmo asism, o Foz do Iguaçu continuou a perder letras. Um dia passei por lá e só havia "oz do Iguaçu". Caiu o "F". Depois caiu o "I". Sumiu o "do".
Outro dia passei por lá e restava somente "GUAÇU". Mas ninguém viu que o nome da cidade estava sumindo. Um dia vi que só sobrara o "ÇU". Daí caiu o cedilha. O cedilha é uma coisa que incomodava a muita gente. Sem o cedilha sobrou o "CU". Pensei que a partir do "CU" se começaria a reconstrução da palavra de maneira retroativa. Mas não aconteceu. Caiu o "C". Ontem, fui ver o que havia acontecido com o "U". O pobre está lá, No chão como a foto lá de cima mostra. Restaram ferros retorcidos. Ao lado do que restou do "U", uma tigela com restos de um despacho de terreiro. Pelo menos alguém reconhece que este lugar é encruzilhada importante.
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